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março 14, 2016

#naplaylist – Classical Crossover

| Arquivado em: MÚSICAS.

Olá leitores!

Desde criança eu tenho uma verdadeira paixão por música clássica. Sempre que estou precisando de inspiração ou somente de paz para organizar minhas ideias coloco Beethoven, Mozart, Vivaldi ou Bach para tocar. E vocês acham que a Ane aqui era só a “louca” do Dance 90’, não é mesmo?

Imagem: Tumblr.
Quem acompanha o blog desde o comecinho já deve ter visto, ou melhor, dizendo ouvido playlist de vários estilos musicais passarem por aqui. Mas esses dias enquanto fazia a agenda de post do mês março, percebi que nunca tinha feito um #naplaylist de Classical Crossover.

Para quem não sabe o Classical Crossover é o gênero musical que mistura elementos da música clássica com a música POP. Artistas como Sarah Brightman, Vanessa-Mae, Celtic Woman e Andrea Bocelli são alguns principais nomes dentro do estilo. E vocês sabem que tanto a Sarah como o Celtic Woman tem aquele lugarzinho especial no coração desta blogueira ().

Porém o meu primeiro contado com o Classical Crossover foi com o quarteto australiano Bond. Acho que vi um comercial delas no SBT e fiquei com a música na cabeça por dias. E nos tempos saudosos de Orkut em que uma comunidade legal indicava outra comunidade legal, e mais com uma ajudinha do Last.FM acabei conhecendo outros artistas do gênero e me encantado cada vez mais por ele. 

Então esse #naplaylist é para você que não conhecia o estilo ou que meio que dá aquela “torcidinha de nariz” básica para a música clássica.  Afinal sempre tem uma forma de deixar algo que aos nossos olhos não é assim tão divertido em uma coisa bem legal. Aperta o play ai ;)

#naplaylist
David Garrett e Taylor Davis estão se tornando a minha  “pequena obsessão” musical do momento. Gente como eu demorei tanto tempo assim para conhecer esses dois? Mas, como a máxima do “antes tarde do que nunca” é valida, estou simplesmente amando ouvir esses lindos todos os dias.

Espero que tenham gostado de conhecer um novo estilo musical, da mesma forma que eu adorei preparar esse post para vocês ().

Beijos ;***

ps: Tem Spotify? Adiciona o My Dear Library lá ;)

maio 10, 2012

#naplaylist – Emma Shapplin



#naplaylist – Emma Shapplin.

Bom dia leitores! Que tal começar o dia com uma música relaxante? Fiquem tranquilos que ela não dá sono (pelo menos eu acho), naplaylist de hoje trago uma das minhas divas da música clássica, Emma Shapplin.

Não me recordo direito de quando e por que comecei a ouvir essa francesinha, mas acredito que foi de tanto me falarem que a voz dela é maravilhosa e que eu ia amar. Bem as pessoas que me deram a sugestão acertaram em cheio. Eu simplesmente amo as músicas dela!

Ao contrário da minha outra diva Sarah Brightman em que a atmosfera das músicas é doce e mágica, Emma Shapplin já vem com algo mais sombrio e pesado. Não é o tipo de música que você vai ouvir uma vez e já amar, e sim o tipo que vai te conquistando aos poucos e quando você percebe está cantando.

Nos dois primeiros álbuns, o Carmine Meo e Etterna a atmosfera sombria é bem visível, já no terceiro álbum Macadam Flower ela ainda está presente só que de uma forma sutil. Tanto que na época do lançamento em 2009, Emma Shapplin recebeu algumas criticas dos fãs por ter mudado um pouco o estilo. Particularmente gosto deste lado mais “POP” dela, mas gosto é gosto não?

Meu álbum favorito é Etterna.  A sonoridade dele é simplesmente perfeita! As músicas têm ritmo gostoso que faz como que você consiga esquecer nem que seja por poucos minutos os problemas.


Biografia:



Emma Shapplin (nascida Crystêle Madeleine Joliton, Paris, 19 de maio de 1974) é uma soprano francesa. A família Shapplin era repleta de amantes da música, apesar de ninguém nunca ter pensando em apresentar a pequena Emma ao mundo da ópera.

Por mais estranho que possa parecer, Emma deve sua carreira escolhida por um pequeno touro com asas. O mencionado touro era o logotipo de uma marca de arroz da região de Camargue e a estrela de um comercial de TV. Quando esse touro aparecia na tela, à encantadora melodia “La Reine de La Nuit” (A Rainha da Noite), sempre o acompanhava.

Algo na melodia causou um despertar profundo em Emma. Aos 11 anos, enquanto todas as outras crianças ainda cantavam músicas de playground, ela entoava Mozart. Onde quer que estivesse, em casa, na rua ou nos corredores da escola, ela cantava Mozart sem parar!

A paixão de Emma acabou virando um pequeno problema na época como o inspetor-chefe não era tão surdo, e ele logo descobriu que era a pequena menina Shapplin que estava infringindo uma das mais básicas regras da escola! Emma, é claro, prometeu não fazer mais isso.

Mas sem resultados. Um dia o inspetor-chefe levou Emma ao centro do playground e mandou que cantasse para todas as outras crianças. A acústica no playground devia ser fantástica, porque em cinco minutos Emma tornou-se integrante do coral da escola e em menos de 48 horas já era solista.

O que se seguiu é de alguma forma clássica: os Shapplins ficaram, é claro, lisonjeado, mas também preocupados com o futuro de Emma. Tudo bem, Emma tem um dom, mas ela terá uma profissão? É melhor apertar os cintos e tentar achar dinheiro para pagar por suas aulas de canto ou convencê-la a estudar para tornar-se uma secretária. E advinha o que eles escolheram? Mas para Emma, a ópera era algo que não podia ser facilmente esquecido. Ela continuou a canta em qualquer lugar, a qualquer hora, com ou sem professor.

Aos 19 anos, depois de um breve trabalho com um grupo local de hard rock, ela deixou sua casa para trabalhar como modelo, depois como uma recepcionista bilíngüe e então como telefonista. Fez de tudo para poder ganhar dinheiro e pagar por aulas de canto.

Dois anos se passaram. Emma tinha muito apoio dos amigos e as pessoas começavam a ouvi-la. Ela resolveu então dedicar sua vida a sua única paixão e começou a preparar-se para grandes competições, como a promovida pelo Conservatoire National Supérieur de Musique, e outros grandes eventos internacionais.

Tudo estava indo conforme planejado, até que uma noite uma amiga apresentou Emma a um homem de aparência um pouco estranha. Um cara legal, ex-estrela do rock dos anos 80, levemente cansado, mas entusiástico. Eles falaram de Callas e grunge, New Age e Verdi, ambiente entre outros gêneros. Emma terminou a conversa perguntando ao homem se ele faria um disco para ela.

Passaram-se mais de 18 meses, mas o álbum de Emma Shapplin finalmente ficou pronto. Nove músicas, melodias originais em que a voz entrelaça com os loops rítmicos, sons sintetizados, instrumentação orquestral, baixo e bateria e coro de ópera. Nove músicas apresentadas em latim e italiano do século 14, a linguagem de Petrarca, Dante e Aristóteles. Uma língua que não foi falada for séculos e que, hoje, nem muitos entendem.

Ela ainda canta algumas de suas músicas em francês, italiano moderno e inglês


Discografia:


Carmine Meo (1997), Etterna (2002) e Macadam Flower (2009)


Como prometi a música escolhida não é para dar sono ( assim espero)  =) Fiquem com a Nothing Wrong do CD Macadam Flower. Espero que gostem!




bjus;***



dezembro 31, 2010

#naplaylist – Sarah Brightman

Primeiro post do dia e última dica musica do ano. Claro que eu não podia deixar de falar dela, minha diva Sarah Brightman.

Durante o ano todo quem passou aqui pelo blog sempre encontrou sugestões de grupos e projetos musicas bem desconhecidos, já que admito que realmente tenho um gosto musical estranho. Por aqui passaram o E Nomine e seu eletro gótico gregoriano, Bond no melhor estilo crossover, Amethystium com a calmante musica ambiente e muitas outras dicas que tive o prazer de compartilhar com vocês durante o ano.

Hoje para fechar o ano com chave de ouro minha dica é uma cantora que para mim é uma inspiração. Segundo lastFM eu já a ouvi 6.482 vezes, ou seja, eu realmente escuto muito Sarah Brightman. Para mim é difícil escolher uma música ou um CD para dizer que é meu favorito, eu amo todos já que em cada CD ela traz algo mágico, diferente e encantador. O vídeo que eu vou postar aqui para vocês ouvirem é Let it Rain do ultimo álbum dela Symphony.

O histórico dela também é gigante ( eu dei uma resumida mas não adiantou muita coisa) então, desde já agradeço a paciência de vocês.

Sarah Brightman nasceu no dia 14 de agosto de 1960, em Berkhampstead, próxima a Londres, Inglaterra.
Começou suas aulas de canto aos quatorze anos, no Royal College of Music. Aos doze anos apareceu pela primeira vez em uma peça, dirigida por John Schlesinger, e aos treze fez seu “debut” em musicais, no infantil I and Albert, no Piccadilly Theatre, em Londres.

Aos dezenove anos de idade, ganhou o papel de Jemima (uma gatinha), na montagem de Cats no New London Theatre. Sarah atuou pouco tempo em Cats. Em 1982, estrelou a ópera para crianças The Nightingale, no Buxton Festival de Londres.

Durante os testes para Cats, Sarah conheceu Andrew Lloyd Webber e a atração entre os dois foi inevitável. Já separada de seu primeiro marido, Sarah e Andrew casaram-se no dia 22 de maio de 1984 (dia do aniversário dele).

Nos anos que se seguiram, Lloyd Webber compôs diversos musicais, sendo Sarah a sua musa. Em 1985, Sarah interpretou ao lado de Plácido Domingo a Requiem Mass (Missa Réquiem), de Andrew Lloyd Webber, dedicada às vítimas do terrorismo religioso na Irlanda. Houve apresentações em Londres e Nova York, e Sarah foi indicada ao Grammy de “cantora clássica-revelação”. Sarah não levou o prêmio, mas Andrew ganhou por “melhor composição contemporânea de música clássica”. 

A Requiem Mass foi à primeira incursão de Sarah na música clássica. Até hoje, ela costuma agradecer a Plácido Domingo pelo apoio e compreensão naquela época. Pie Jesu, que Sarah interpretou originalmente acompanhada do menino Paul Miles-Kingston, é um trecho do Requiem, e fez muito sucesso na época, chegando a surpreender o próprio Andrew, que certa vez afirmou jamais poder imaginar que uma peça clássica chegaria “ao topo da lista dos mais vendidos”.

Em 1984, Sarah fez o musical Song & Dance, também de Lloyd Webber. Em 1985, participou de uma montagem da opereta A Viúva Alegre (The Merry Widow), no New Sadler’s Opera, no papel de Valencienne.

Porém, o grande sucesso viria em 1986, em um dos musicais mais famosos de Lloyd Webber, The Phantom Of The Opera. O musical foi escrito especialmente para Sarah, que atuava no papel principal (Christine Daaé). Lloyd Webber diversas vezes afirmou que Sarah foi sua inspiração para o musical, tanto que as canções foram compostas exatamente para o timbre de voz que Sarah tinha na época (soprano coloratura). O musical fez muito sucesso em Londres, esteando no Her Majesty’s Theatre, em outubro de 1986, com o elenco original formado por Sarah, Michael Crawford e Steve Barton. 

Em 1988, o musical foi para Nova York, com o mesmo elenco, estreando na Broadway com ainda mais sucesso do que fizera em Londres, permanecendo em cartaz até hoje. Sarah recebeu uma indicação para o Drama Desk Award pelo papel de Christine Daaé. Apesar de não ter feito The Phanton of The Opera por mais do que alguns meses na Broadway, o sucesso foi tanto que até hoje os nova-iorquinos lembram de Sarah por este trabalho.

Posteriormente, Andrew Lloyd Webber compôs mais um musical para Sarah, Aspects Of Love, no qual ela também interpretava a personagem principal, Rose. Em 1988, interpretou o papel de Carrie no musical Caroussel, e em 1988 gravou o tema do desenho animado Grandpa.

Em 1988, gravou seu primeiro cd solo, The Trees They Grow So High (que também foi lançado com o nome Early One Morning), onde cantava música folk com arranjos de Benjamin Britten, acompanhada apenas pelo piano de Geoffrey Parsons.

Em 1989, lançou o segundo cd solo, produzido por Andrew Lloyd Webber, The Songs That Got Away, formado por canções “perdidas” de musicais da Broadway, ou seja, canções que foram originalmente compostas para os musicais mas nunca chegaram a fazer parte deles. Neste cd, Sarah interpreta canções desconhecidas de Stephen Soundheim, Irving Berlin, Leonard Bernstein, Noel Coward, Andrew Lloyd Webber, e até mesmo Puccini, entre outros.

Em 1990, Sarah gravou seu terceiro cd, bem diferente dos anteriores. As I Came Of Age, produzido por Val Garay, é um trabalho essencialmente pop, com duas músicas de Andrew Lloyd Webber, e uma bastante conhecida do musical Hair, Good Morning Starshine.

O segundo casamento de Sarah acabou em 1990, quando ela divorciou-se de Andrew Lloyd Webber. Contudo, a amizade entre Sarah e Andrew permanece forte até hoje. Ela continuou a interpretar suas canções e, em 1992, Sarah cantou com o tenor espanhol José Carreras o tema das Olimpíadas de Barcelona, Amigos Para Siempre, escrito por Andrew especialmente para ser o tema das Olimpíadas naquele ano. O curioso é que Sarah não foi a primeira escolha de Andrew para interpretar a canção. Ele havia convidado Gloria Estefan, que recusou alegando que não tinha alcance vocal para interpretá-la (o que certamente ficaria ainda mais evidente ao cantar em dueto com José Carreras). Amigos Para Siempre foi o marco da abertura da carreira de Sarah para o resto do mundo.

Em 1992, com o sucesso de Amigos Para Siempre, Sarah gravou mais um cd produzido por Lloyd Webber, Sarah Brightman Sings The Music of Andrew Lloyd Webber onde interpretava canções dos musicais do ex-marido, além da canção tema das Olimpíadas. Este cd acabou transformando-se no show The Music of Andrew Lloyd Webber, com o qual Sarah fez tour pelos EUA, Japão, Canadá e Inglaterra.

Ainda em 1992, Sarah interpretou sua primeira peça teatral não-musical, Trelawney of the Wells no Comedy Theatre, em Londres. Em 1993, estrelou Relative Values, de Noel Coward, no Chichester Festival e depois no Savoy Theatre, também em Londres. No final de 1994, interpretou Sally Driscoll em Dangerous Obsession, e logo depois, foi Miss Giddens em The Innocents, no Haymarket.

Por volta de 1992 / 1993, que Sarah conheceu o produtor alemão Frank Peterson. Na época, Sarah queria tentar algo diferente. Conhecia Frank pelo seu trabalho com o grupo Enigma, que gravava canto gregoriano em ritmo pop. Era exatamente o que Sarah queria fazer, ou seja, misturar clássico e pop. Assim, Frank se tornou seu produtor. Em pouco tempo começaram a namorar e o relacionamento durou até 2004, embora ainda trabalhem juntos. Sarah considera Frank, acima de tudo, um grande amigo, que a aconselha e apóia em todos os momentos.

Em 1993, Sarah gravou o cd Dive, produzido por Frank Peterson. Foi um trabalho bastante diferente do que ela vinha fazendo até então, um cd essencialmente pop.

Em 1995, Sarah voltou a trabalhar com Andrew Lloyd Webber e gravou o cd Surrender - The Unexpected Songs, mais uma vez cantando músicas de Lloyd Webber.

Ainda em 1995, lançou mais um cd pop produzido por Frank Peterson, Fly, que contava com a participação de Tom Jones e Chris Thompson. Mais uma vez, Sarah havia se “reinventando”, como ela mesma gosta de dizer. Fly fez muito sucesso na Europa, especialmente pela música Question Of Honour.

Mas foi em 1997, com a canção Time To Say Goodbye (Com Te Partirò), dueto com o tenor italiano Andrea Bocelli, que Sarah atingiu o sucesso internacional: o single da música vendeu 12 milhões de cópias, e o cd que a contém, Timeless (lançado no Brasil e nos EUA como Time To Say Goodbye), ganhou 21 discos de ouro e platina. Em Timeless, Sarah apresenta um estilo próprio, misturando Puccini com Queen, Mozart com Gypsy Kings, acompanhada pela Orquestra Sinfônica de Londres. Este cd originou um show, que posteriormente foi lançado em VHS e DVD, Sarah Brightman in Concert - Live at the Royal Albert Hall.

Em 1998, Sarah participou do concerto de Natal A Gala Christmas in Vienna, na Áustria, cantando com o tenor espanhol Placido Domingo, o tenor alemão Helmut Lotti, e o italiano Riccardo Cocciante, acompanhados pela Orquestra Sinfônica de Vienna, regida pelo maestro Steven Mercurio. Este concerto foi lançado em cd, VHS e DVD.

Com a produção de Frank Peterson, em 1998 Sarah lançou o cd Eden, que originou o show One Night in Eden, com o qual Sarah viajou pela Europa e EUA. O show marcava novamente seu estilo próprio e único de mesclar clássico e pop, ainda mais evidente do que em Timeless. O mesmo ocorreu com o seu próximo trabalho, o cd La Luna, lançado em 2000, seguido de uma série de mais de 64 shows pelos EUA, além de Europa e Ásia, no final de 2000 e início de 2001.

Sarah vem fazendo trabalhos cada vez mais elaborados, misturando clássico e pop. Seus shows são verdadeiras performances (“visual extravagante”, como já foi dito pela imprensa), cada vez mais cheios de efeitos especiais e emoções, envolvendo o público em pura magia. E é exatamente este o objetivo de Sarah, levar o público para viajar com ela.

Sarah não tem filhos. Na época da tour do show One Night in Eden ela engravidou, mas perdeu o bebê pouco tempo depois. Ela diz que não pensa mais em ter filhos, mas que se acontecer, ficará muito feliz.

A imprensa costuma chamar Sarah de “classical crossover singer”, por misturar diversos estilos musicais, geralmente no limite entre o clássico e o pop. Na verdade, a própria Sarah não gosta deste termo, alegando que ele foi criado porque não sabiam como definir seu estilo. No Japão é conhecida como uma estrela da ópera. A Inglaterra a conhece por seus musicais. Na Alemanha é famosa por suas fusões de música clássica e pop. Já se apresentou no Metropolitan Opera House em Nova York, no Tchaikovsky Hall em Moscou (com a Orquestra Filarmônica de Moscou) e no Orchard Hall em Tóquio. Já cantou com os tenores Placido Domingo, José Carreras, Andrea Bocelli, Jose Cura, e com os cantores pop Richard Marx, Cliff Richard, Tom Jones, Chris Thompson. Impossível definir o estilo de Sarah. E ela costuma dizer que prefere não ser definida, já que apenas canta o que gosta.

Em 2001, foi lançado Classics, um cd formado pelas gravações clássicas preferidas de Sarah, algumas regravadas especialmente para este cd, e quatro inéditas: Ave Maria, Winter Light, Dans La Nuit e Alhambra.

O cd Encore, lançado em 2002, não foi lançado por Sarah, e sim por Andrew Lloyd Webber, já que os direitos das gravações não pertencem a ela, e sim à produtora de Lloyd Webber, The Really Useful Group. É uma reunião de gravações antigas, realizadas originalmente para os cds Surrender, The Songs That Got Away, e uma da trilha original de The Phanton Of The Opera. Apesar da maioria já fazer parte dos outros cds, Encore contém quatro gravações inéditas. Como a iniciativa de lançar este cd não partiu de Sarah, não se sabe até que ponto ela concordou com o lançamento destas gravações antigas, especialmente pelo fato do cd voltar a vincular seu nome ao de Andrew Lloyd Webber, o que ela já vem evitando fazer há algum tempo.

Em 2003 Sarah lançou o cd Harem, inspirado em ritmos árabes, mais um “themed album”, desta vez bastante pop e dançante. No mesmo ano, lançou o dvd A Desert Fantasy, a partir do especial de tv com o mesmo nome, com vídeos das músicas do cd Harem. Sarah divulgou este cd pelo mundo todo, e em 2004 fez a Harem Tour, percorrendo o mundo com shows em estádios e grandes arenas, seu maior show até hoje. No final de 2004 foi lançado o cd The Harem World Tour: Live From Las Vegas, seu primeiro cd gravado ao vivo, e o dvd duplo The Harem World Tour: Live From Las Vegas, com o mesmo show.

Em 2005 e 2006, Sarah começou a gravar um novo trabalho, de músicas inéditas, com lançamento previsto para 2007, e próxima tour em 2008. No final de 2006, lançou THE DIVA COLLECTION, com um cd e um dvd com seus maiores sucessos, com tour de divulgação pelo mundo.

Em 2007, Sarah estava preparando o seu novo CD e lançou dois singles: I Will Be With You, trilha do 10º filme de Pokémon. Essa música, originalmente lançada pela cantora Sissel, foi regravada com a participação de Chris Tompson, o mesmo que cantou How Can Heaven Love Me no CD Fly. O segundo single lançado em 2007 foi Running, que ela cantou na abertura do Campeonato Mundial de Atletismo, em Osaka, no Japão. 

Em 2008 Sarah Brightman lançou seu novo álbum, Symphony. Gravado na Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido, Symphony possui 13 canções que exploram diversos estilos. Do gótico tempestuoso de “Fleurs du Mal” ao suplicante “Let It Rain”, “Symphony” é uma coleção que não pode ser facilmente categorizada, e ainda resiste aos amantes de vários gêneros musicais.

Segundo Sarah o álbum recebeu este título porque é “uma mistura de muitos elementos diferentes, para criar uma consonância com harmoniosas texturas que ainda se confirmam em uma linha comum que corre até o centro do álbum”. Ela continua dizendo que “durante minha carreira, trabalhei com diferentes estilos de música. Este é o primeiro álbum em que os estilos estão todos juntos para formar uma paisagem musical bastante diferente”.

Sarah garante que o sucesso de seus álbuns é resultado de seu intenso trabalho, realizado com muita dedicação, em que o ponto mais difícil é conciliar o que ela gosta de cantar com o que o público espera ouvir. Também confia muito em sua intuição. Costuma dizer que quando inicia uma canção, imagina seu corpo como uma pluma flutuando no ar, e enquanto conseguir visualizar esta pluma é porque o resultado é o que ela esperava.

Sarah Brightman alcançou o respeito que sempre buscou, tanto da mídia quanto da crítica e de seus fãs. Na verdade, estamos falando de uma artista completa e maravilhosa, que com sua voz cristalina consegue harmonizar vários estilos de música com graciosidade e bom gosto, de uma maneira única e inigualável.
Não é à toa que seu apelido é The Angel of Music (O Anjo da Música).


Bem meu amores espero que vocês tenha gostado na dica de hoje. Antes dos fogos da virada do ano, eu volto com a minha caixinha do correio especial de fim de ano. Infelizmente eu não consegui editar o vídeo então vai ser por foto mesmo. Até mais tarde!

Beijinhos!

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