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agosto 25, 2014

Pobre não tem Sorte 2 por Leila Rego

ISBN: 9788577187331
Editora: All Print
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 341
Classificação: Muito Bom
Onde Comprar: Site Oficial da Autora.


Sinopse: Mariana Louveira precisou cair do salto (parcelado em várias vezes no cartão) para aprender que a vida pode não ser lá tão glamorosa como sempre quis, e que sentimentos valem muito mais do que uns óculos Prada. Tarde demais! Mari é abandonada pelo noivo Edu horas antes do casamento. Sem casório, Mari só encontra uma solução: ir para São Paulo em busca de seus sonhos, ao lado da amiga Clara. Agora, a nossa protagonista, munida de um Bilhete Único, precisa arregaçar as mangas de um de seus terninhos chiques e batalhar por uma oportunidade. Em uma história pra lá de gostosa e divertida, Leila Rego narra todas as aventuras de Mariana em Sampa, desde as entrevistas de emprego, até as baladas mais malucas e cheias de confusão. E, no vir das mudanças, será que ela finalmente vai esquecer Edu e dar a volta por cima? As dificuldades da vida valem mesmo como aprendizado?

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe como a minha relação com a protagonista de Pobre não tem Sorte é complicada. Admito que a leitura do primeiro livro da autora Leila Rego foi um tanto “sofrida” por conta das futilidades da Mariana. Mas, é o que sempre digo sobre a vida, - você tem que dar sempre uma segunda chance para algo te surpreender. E posso garantir a vocês que Pobre não tem Sorte 2, foi uma ótima e divertidíssima surpresa.

Eu acredito que a resenha não tenha spoiler, mas se você não quer arriscar pode pular um parágrafo.

O meu grande problema com o primeiro livro foi o fato que em nenhum momento eu consegui me identificar com a Mariana. Todo aquele mundo de “glamour” dela parecia distante demais da minha realidade e isso dificultou muito a minha leitura. Porém, em Pobre não tem Sorte 2 temos uma personagem com os “pés mais no chão”, e que está aprendendo da forma mais difícil que a vida não é nada fácil. Longe dos pais e do seu grande amor, tendo apenas a companhia da sua amiga Clara na selva de pedra, Mariana vai passar por muitos altos e baixos para construir seu futuro e quem sabe assim ainda ter o seu sonhado final feliz.

Talvez até hoje eu não tenha lido uma “série”, em que o autor explorou tão bem a forma como os tropeços da vida, podem mudar completamente a nossa maneira de ver as coisas. Não que a Mariana tenha deixado de ser “obcecada” por roupas e acessórios de marca e meio cabeça de vento também, só que dessa vez ela aprendeu que isso não é o mais importante para ser feliz. E quantas vezes nós mesmo no dia a dia não damos mais valor aos bens materiais que temos, ou não acabamos com aquele sentimento de frustração por não poder comprar algo? Aqui, a autora nos mostra com muita leveza através das peripécias da protagonista, que a felicidade está em se sentir bem consigo mesmo.

Me identifiquei em muitos momentos com a Mariana. Isso mesmo leitores eu estou dizendo que ao contrário do primeiro livro, em Pobre não tem Sorte 2, me senti mais próxima da Mariana, pois passei pela mesma coisa que ela. Não é fácil você sair de um lugar em que conhece tudo e a todo mundo e começar do zero. Todas as frustrações e o desanimo que ela sentiu até conseguir o primeiro emprego e o fato de ela usar o seu blog como uma forma de fugir disso e não enlouquecer lembrou muito a mim mesma entre 2009 e 2010.

Fiquei muito feliz por ter dado uma segunda chance a história e de não ter desistido da Mariana. Tudo bem que na verdade isso só foi possível por conta da TBR, que como vocês já puderam perceber eu estou levando bem a sério.  Porém, eu me diverti, sofri e me emocionei tanto com as aventuras da Mari por São Paulo, que me arrependo de não ter lido o livro antes. Não esperava gostar tanto da leitura como gostei, e isso foi realmente uma ótima surpresa.

“- Eu sempre estive ao seu lado, mesmo quando você não se dava conta”.

Em Pobre não tem Sorte 2, Leila Rego mostra de uma forma leve, doce e romântica que não existe nada mais importante em nossa vida do que as pessoas que amamos e que nunca devemos desistir de nossos sonhos.

junho 24, 2012

Pobre não tem Sorte por Leila Rego



Pobre não tem Sorte por Leila Rego.


ISBN: 8577184951
Editora: All Print
Ano: 2009
Número de páginas: 248
Classificação: 2/5 estrelas
Onde Comprar: Site Oficial da Autora.



Sinopse:
Toda garota do interior sonha em se casar com o cara de seus sonhos, ter uma casinha, filhos e ser feliz até que a morte os separe, certo? E se esse cara for lindo, rico, super fashion e divertido? E se tal "casinha dos sonhos" for um mega apartamento no melhor bairro da cidade?Uau! Mariana encontrou o cara perfeito e vai se casar com ele! E nada de casinha! Isso é coisa de gente que pensa pequeno. Mariana vai ter o apartamento dos sonhos que já vem incluso no pacote: case com um homem rico e vá morar em grande estilo. E quanto a filhos e ser feliz até que a morte os separe... Bem, ela ainda não pensou nesses detalhes. Afinal as prioridades vão para as coisas bem mais interessantes como, por exemplo, o vestido de noiva perfeito, o que o colunista vai dizer sobre o seu casamento no tablóide de domingo, o que as amigas e inimigas irão comentar, quem entrará na lista de convidados para sua despedida de solteira, etc. Mas isso só sura até um dia em que Mariana... Bom, leiam o livro e descubram.


Por onde começar esta resenha? Esta é a pergunta que me fiz a praticamente a semana toda. Pobre não tem Sorte foi um livro que sempre me despertou interesse, já que sempre li resenhas e criticas maravilhosas ao seu respeito. Porém não sei se foi pelo fato que ao longo da leitura fui desenvolvendo uma antipatia pela personagem principal, ou por a realidade retratada no livro ser muito distante da minha, que mesmo sendo uma leitura agradável, ele acabou ficando muito a baixo do que eu esperava.

A personagem principal, Mariana me irritou de todas as formas possíveis. Enquanto lia me perguntava: “Meu Deus existe realmente um ser na Terra tão fútil assim?”, cheguei a pensar que não conseguiria levar a leitura até o final, de tanto que a Mariana me irritava. É muita frescura, mimo e futilidade junto na mesma pessoa. Não que eu não tenha gostado da história, ela até que é bonitinha com uma lição de moral clichê no final, mas o conteúdo dela em si é muito superficial.

O livro é narrado pela própria Mariana, o que faz com que a leitura seja bem rápida. Basicamente a vida dela gira em torno de roupas caras, baladas, colunas sociais, fofoca e coisas do tipo. Mariana se apresenta para o leitor como patricinha que só pensa em si mesma. Ela só liga para o que os outros vão falar se descobrirem onde ela mora e quão simples são seus pais e sua irmã. Mariana morre vergonha das suas origens, e aposta todas as suas fichas no casamento com Edu, afinal além de bonito ele é rico.

O grande problema é que a própria Mariana não se dá conta da pessoa insuportável que é. Ela se acha o máximo e que finalmente o destino foi bom com ela, pois ela vai se mudar do apartamento pequeno que mora com os pais para um apartamento luxuoso, viver a vida de dondoca que sempre quis, a e claro casar com o homem que ama. Vocês entenderam quais a prioridades dela não?  Só que Mariana está tão preocupada com ela mesma que quando ela acorda é tarde demais, Edu dá um fora nela no dia do casamento, fazendo com que a partir deste momento Mariana reavalie a sua vida.

Claro que ela não muda do dia para noite, na verdade ela teve que escutar palavras bem duras da sua amiga Clara para acordar para realidade e perceber que ela tinha se tornando tudo o que mais abominava nas outras pessoas. Mariana começa a mudar suas atitudes? Sim, ela começa a demonstrar que está arrependida de tudo que fez e encontra em seu próprio sofrimento e desilusões forças para encarar a vida, sem ser o mundo encantado da Barbie que sempre sonhou. 

Talvez a intenção da autora Leila Rego fosse criar uma personagem irritante e superficial, para que no final tivesse a lição de moral clichê que fica bem em qualquer livro. Pelo menos para mim é esse apelo “emocional” que fez com que a história no final fosse até boa. Em minha opinião a autora podia ter se aprofundado um pouco mais em outros personagens. A participação de alguns é tão vaga que acaba parecendo que eles foram simplesmente jogados na história.

Sempre gostei de chick-lit e Pobre não tem Sorte é o primeiro livro que leio do gênero, depois de uns três anos sem pegar nenhum livro com esta temática para ler. Foi em partes decepcionante, foi, mas valeu apena pelas poucas partes engraçadas e risadas que dei durante a leitura. Pode não ter sido um livro surpreendente, porém foi uma leitura boa para passar o tempo.

Bem, em um contexto geral mesmo que o livro não tenha atingido e nem superado as minhas expectativas ele não é um livro ruim, mas em nenhum momento os personagens me cativaram, ou eu me senti envolvida pela história. E mesmo com esta incompatibilidade a leitura até fluiu bem, tanto que terminei o livro em um dia, o problema é que até agora eu não consigo definir em palavras o que sinto pelo livro. Não gostei, mas também não desgostei apenas achei muito fraco, se é que vocês me entendem.

Pobre não tem Sorte é livro morno, talvez neste momento seja a melhor definição que consigo dar a ele. Para quem gosta de chick-lit e não tem problemas com personagens excessivamente fúteis é uma ótima leitura. Agora para quem é assim, com está que vos escreve sem um pingo de paciência para frescuras e pessoas artificiais, sugiro que comece a leitura sem muitas expectativas e, claro em um dia que seu estoque de paciência tenha sido renovado, por que acredite você vai precisar.




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