Sponsor

setembro 21, 2013

Fale! por Laurie Halse Anderson



ISBN: 9788565859073
Editora: Valentina
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 248
Classificação: Muito Bom.
Este livro foi enviado como
cortesia para resenha.






Sinopse: “Fale sobre você... Queremos saber o que tem a dizer.” Desde o primeiro momento, quando começou a estudar no colégio Merryweather, Melinda sabia que isso não passava de uma mentira deslavada, uma típica farsa encenada para os calouros. Os poucos amigos que tinha, ela perdeu ou vai perder, acabou isolada e jogada para escanteio. O que não é de admirar, afinal, a garota ligou para a polícia, destruiu a tradicional festinha que os veteranos promovem para comemorar a chegada das férias e, de quebra, mandou vários colegas para a cadeia (...).



Fale! é um livro denso e bastante profundo em especial para quem já sofreu ou sofre algum tipo de bullying. A forma delicada e tão realista com que a autora escreveu a história faz com que ela seja sufocante e ao mesmo tempo inesquecível. Fale! Não é apenas mais uma história, e sim a história que fará com que você repense a forma com trata e julga as pessoas.

Desde a festa no ultimo verão, Melinda sente-se devastada.  Ela mudou muito e aparentemente ninguém percebeu ou ao menos tentou entender o motivo dessa mudança. Para seus colegas de colégio, ela é apenas a menina que chamou a policia e acabou com a festa. Para seus pais e professores, ela é apenas mais uma adolescente complicada tentando chamar atenção.  Atormentada e completamente sozinha, ela passará por um ano difícil e aprenderá que por mais que doa, muitas vezes precisamos passar por cima de nossos medos e de nossa vergonha e simplesmente, - falar.

Em muitos momentos durante a leitura fui tomada por um sentimento de angústia enorme. Eu não conseguia imaginar como todos em volta de Melinda não viam que ela tinha problemas e pior, que ela estava sofrendo. É inacreditável a ignorância dos pais dela a respeito de sua única filha. Eu me perguntava: “Como vocês não conseguem enxergar o óbvio? Pelo amor de Deus!“ Estava tão claro que ela não estava bem que chegava a ser desesperador ver ela dia após dia tentado se destruir, se isolando cada vez mais por que se sentia culpada. Culpada de algo em que ela foi a maior e única vitima.

Tudo bem que talvez para uma pessoa “de fora” a visão sobre um problema seja mais nítida do que para quem está passando por ela. Porém fatos que ocorreram durante a narrativa me fazem crer que de certa forma todos sabiam que alguma coisa estava errada, mas estavam mais preocupados com as notas de Melinda que a cada boletim decaiam mais, do que tentar ajudá-la realmente. E o que me deixa mais triste, é saber que na vida real as coisas também são assim. Infelizmente (...).

Outro ponto que fez eu me envolver emocionalmente com a história, foi à maneira com a narrativa fluiu. A autora Laurie Halse Anderson não quis de forma alguma escrever uma história “fofinha e perfeitinha”. Ela quis mostrar uma realidade triste, sombria e profundamente perturbada de uma adolescente com sérios problemas emocionais. A maneira como a autora desenvolveu o enredo conseguiu ser tão envolvente, que parecia que era eu que estava passando por todo aquele drama. Foi uma leitura tensa, muito tensa.

Fale! é dramático, comovente, pesado e ao mesmo tempo  ele é uma leitura tão rápida e surpreendente que ao final eu fiquei com aquele gostinho de quero mais. Confesso que ao terminar a leitura eu fiquei um pouco triste, deprimida, aliviada (...) sei lá, não consigo encontrar a palavra certa que defini como me senti e ainda sinto ao ler o ultimo pensamento de Melinda. Pelo visto a autora Laurie Halse Anderson me deixou sem palavras (...). Como ela conseguiu isso?

“As lágrimas derretem o último bloco de gelo entalado na minha garganta. Sinto o silêncio frio se derretendo na minha alma, gotejando fragmentos de gelo que se dissipam numa poça repleta de raios de sol no chão manchado.  As palavras vem  à tona.”

Não espere por uma história bonita típica de contos de fadas, mas sim uma história marcante que fará você refletir e se emocionar. Leiam por que vale muito a pena!

Fale! foi lançando a dez anos e teve sua história adaptada para o cinema (O Silencio de Melinda  - 2004), com a atriz Kristen Stewart como protagonista.

setembro 18, 2013

Sonhador



"Caminhe através de minhas palavras esquecidas
Das frases que se perderam com o tempo
Meu pequeno coração partido.

Pise nos cacos frágeis que um dia formaram minha alma
Minhas pequenas centelhas de esperança,
talvez você encontre o que sobrou de minha fé.

Talvez entre as poucas folhas que o vento não carregou,
você consiga juntar meus pensamentos inacabados.
Aqueles que continham sonhos de um lugar mágico em que a paz reinava e as pessoas acreditavam em mim.
Sim, elas ainda acreditavam (...).

Descubra quem eu fui no passado,
apenas um poeta louco e solitário que tinha fé que com as suas palavras conseguiria transformar o mundo.

Mas o mundo veio,
e ele me mostrou que era preciso mais do que algumas palavras bonitas de um pobre sonhador para mudar tudo.

Veja como seus próprios olhos, o quanto eu fui fraco e covarde.
Sim eu desisti e me fechei
na loucura de minha mente.

Me julgue e me condene,
afinal sou apenas um velho louco e sonhador.

Mas antes tente juntar as minhas palavras esquecidas, eu preciso ouvi-las mais uma vez (...)
Preciso encontrar todas aquelas frases perdidas,
nem que para isso tenhamos que voar com o vento.

Se juntarmos todas as minhas folhas, mais uma vez – nem que seja uma ultima vez.
Uma parte de mim estará completa novamente.

Todos os cacos frágeis do meu ser e
O meu coração mesmo partido,
terá um motivo novo para o qual bater novamente.

Me ajude a reunir todos os meus sonhos
Terras encantadas de paz são possíveis
Não acredite em que diz que eu não existo.
Sonhe, apenas sonhe e caminhe comigo.

O tempo provará que sou mais que um poeta louco e solitário.
Se você me estender a sua mão e me salvar de toda essa minha amargura no qual afundei
conhecerá o meu verdadeiro eu.

Essa é a única maneira de você juntar todos os meus versos e rimas perdidas (...)

Eu me chamo AMOR e lhe estendo a minha mão, para que juntos possamos construir um mundo melhor.

O primeiro passo é acreditar que isso é possível."
imagem: Tumblr


texto escrito por: Ariane Gisele Reis.  ©  Todos os Direitos Reservados.

setembro 15, 2013

Wild Cards por George R.R. Martin



ISBN: 9788580445107
Editora: LeYa
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 480
Classificação: Bom
Este livro foi enviado como
cortesia para resenha.


Sinopse: O Começo de Tudo - Livro 01.
Ao fim da Segunda Guerra Mundial, a Terra é salva por pouco de um meteoro alienígena. Porém, o vírus que a bomba espacial carrega cai em Nova York e, gradativamente, espalha-se pelo mundo, contaminando parte da população e dotando parte dos sobreviventes com poderes especiais. Alguns foram chamados de Ases, pois receberam habilidades mentais e físicas, alguns foram amaldiçoados com alguma deficiência bizarra e, por isso, batizados de Coringas. Parte desses seres, agora especiais, usava seus poderes a serviço da humanidade, enquanto outros despertaram o pior que havia dentro de si.




Ao começar a leitura de Wild Cards não sabia ao certo o que iria encontrar.  Claro, que o fato do livro ser “escrito” por um dos autores mais aclamados de literatura fantástica dos últimos anos, fez com que minhas expectativas em relação à obra fossem as melhores. Não que elas não tenham sido atendidas, porém o “excesso” de pessoas escrevendo a mesma história e com isso dando a sensação que se tratava de “histórias paralelas” unidas em um livro só, tornou a leitura em determinados momentos confusa.

A história começa em 1946, após o termino da Segunda Guerra Mundial em que metade do mundo está buscando se reerguer das cinzas.  Nos primeiros capítulos conhecemos um pouco os protagonistas da série e temos uma pequena noção de como a guerra interferiu na vida de cada um. Quando parecida que o mundo finalmente teria um pouco de paz, um vírus alienígena poderosíssimo atinge a cidade de Nova Iorque para logo após se espalhar pelo mundo, levando não somente o caos pelo planeta, mas criando também duas novas gerações de “seres humanos”: Os Ases, que possuem “dons” como telepatia, força descomunal, e outros poderes assombrosos, e os Coringas que não foram tão abençoados pelo vírus assim e se tornaram verdadeiras aberrações.

Para tentar trazer a ordem ao planeta novamente, foi criado o Comitê da Câmara sobre Atividades Antiamericanas, que tinha como principal missão prender todos os Ases. Só que o esse Comitê não contava com o fato de que essa “caçada” a todos que foram afetados pelo vírus alienígena saísse de controle por conta das leis aprovadas que "obrigavam" todos os Ases a proteger os Estados Unidos. Se vocês estão achando alguns detalhes levemente parecidos com X-MEN, - sim eles não são meras coincidências. Em muitos momentos durante a leitura eu fiquei esperando aparecer um Professor Xavier ou um Magneto, coisa que logicamente não aconteceu.

Wild Cards não é um livro “comum” e não apenas por ele misturar elementos da literatura fantástica com ficção científica, mas por que durante todo o desenvolvimento da história o leitor tem que lidar com pequenos por menores que fazem com que a leitura dele seja um pouco “travada”. Os capítulos, por exemplo, eles não são contínuos. Na verdade Wild Cards passa mais a sensação que é uma coletânea de contos, que mesmo tendo relação entre si, muitas vezes deixam aquela sensação vaga que nenhum tem muito haver com o outro. É justamente aquilo que eu comentei no começo da resenha. Parece que você está lendo histórias paralelas, dentro de uma realidade paralela em que todo mundo quer deixar a sua marca na história, por assim dizer.

Alguns desses “contos” são muito bons em especial o "Capitão Cátodo e o Ás Secreto", escrito por Michael Cassutt e a “A Garota Fantasma conquista Manhattan”, escrito por Carrie Vaughn que foram os que mais prenderam a minha atenção, enquanto outros não que sejam ruins, mas também não são bons, se é que vocês me entendem (...). Durante toda a leitura eu convivi com certa oscilação no meu ritmo leitura, por conta da forma com que cada autor escrevia. Eu conseguia visualizar os pontos em comuns presentes em cada capitulo, mas a diferença na hora de explanar a história em si deixa um pouco a desejar em minha opinião.

Outro detalhe é que para quem estava esperando (tipo eu assim), que o livro era escrito por George R.R Martin logo no começo da história acaba se decepcionando um pouco, pois aqui ele é apenas o editor e colaborador da série Wild Cards. Assim, isso não chegou a ser um grande problema, até por que ainda não li nada dele até agora então não posso fazer nenhum comparativo.  Mas (...).

Eu gostei do livro, apesar da história ter me deixado um pouco confusa e perdida em alguns momentos eu acredito que no decorrer da série, que conta no total com vinte e dois volumes as lacunas presentes nesse primeiro livro serão preenchidas.  Afinal, que a série tem um grande potencial para conquistar leitores apaixonados, isso não resta dúvidas.

“No instante seguinte, ele viu com triste desalento a pele dela escurecer, ficar roxa e então negra. Mais uma das minhas, pensou ele.”

Wild Cards não decepciona quem gosta de histórias de ficção que intercalam com maestria mundos fantásticos e a realidade. A minha dica é: mesmo que um capítulo não seja muito empolgante, não desista no livro, por que com certeza haverá capítulos que irão fazer com que a leitura valha a pena.



setembro 11, 2013

#naplaylist – Década de 90



Oie leitores!

Como vocês já podem perceber a coluna #naplaylist continua no clima de nostalgia e, dessa vez eu vou dividir com vocês algumas músicas que marcaram os meus amados anos 90.

Ai gente, se alguém tivesse me falado que essa fase na minha vida ia passar tão rápido, eu teria aproveitado muito mais muito mais. Saudades do tempo que eu tinha para assistir desenho animado, brincar de boneca, que ser fã de boybands não era visto como algo tão “bobo”.  E principalmente, - saudades quando a minha única preocupação era a nota em matemática no meu boletim. Crescer às vezes é tão chato, não concordam?

A parte boa é que quando bate aquela saudade dos “tempos que eu era feliz e não sabia”, eu sempre posso colocar na minha playlist músicas que foram e ainda são especiais.  Claro que elas não podem fazer o tempo voltar infelizmente, mas de certa forma elas conseguem levantar meu astral e trazer de volta as minhas melhores lembranças.

E vocês querem saber a verdade: Eu acho que é por isso que não vivemos sem música.

Confiram meu TOP 5 de hoje!


: N’SYNC – I Drive Myself Crazy.


Tudo bem que eu não era lá muito fã do N’SYNC, mas essa música é tão lindinha. E cá entre nós, o Justin está nem melhor hoje =P.

4º: Spice Girls – Stop.


Não tem como fazer um playlist dos anos 90 sem elas não é mesmo? Stop right now, thank you very much

3°: Britney Spears – Sometimes.


Sim, eu gostava da tia Britney (me condenem), mas essa música traz boas lembranças.

2º:  Sixpence None The Richer - Kiss Me.

Ai gente! Tem coisa mais fofa do que essa música? *Suspiros*


1º: Backstreet Boys– As Long As You Love Me.

Dispensa comentários! Backstreet Boys é amor eterno! Nick Carter meu primeiro amor !! Lindos! Amo muito! ♥♥♥♥♥♥♥ Ok! Parei!

Bem, eu vou ficando por aqui hoje nesse clima de nostalgia e boas lembranças (...) *Suspiros* .

Espero que vocês tenham gostado!

Beijos e até o próximo post ;D

;***





imagem: Tumblr

setembro 08, 2013

As Regras da Sedução por Madeline Hunter



ISBN: 9788580411416
Editora: Arqueiro
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 272
Classificação: Muito Bom
Este livro foi enviado como
cortesia para resenha.



Sinopse: Rothwell Brothers - Livro 01.
Lorde Hayden Rothwell chega à casa de Alexia Welbourne sem aviso e sem ser convidado – um homem poderoso e sedutor, movido por interesses obscuros. Sua visita anuncia a ruína financeira da família de Alexia e o fim das esperanças da jovem de um dia conseguir um bom casamento. Para se sustentar, a moça recebe a proposta de ser dama de companhia de Lady Henrietta Wallingford e preceptora de sua filha. O problema é que a oferta vem do sobrinho de Henrietta, ninguém menos que lorde Hayden. Morando na casa da tia de Rothwell, Alexia descobre que a proximidade com o homem que destruiu sua família pode ser perigosamente irresistível.



Sabe aquele livro que vai te conquistando aos poucos a cada capítulo? Sabe aquela narrativa que por mais clichê que seja, consegue te surpreender nos momentos certos? E melhor, sabe aqueles típicos personagens irritantes que de tão teimosos conseguem ser apaixonantes? Pois, para minha felicidade As Regras da Sedução tem um pouco de tudo isso, o que faz dele um romance cativante que conseguiu me encantar do começo ao fim da leitura.

A vida não foi muito boa com a jovem Alexia Welbourne. Após o falecimento de seu pai, ela se vê sozinha, sem família, sem dinheiro e “obrigada” a morar de favor na casa de seus primos por lado de mãe, os Longworths. Com as poucas economias vindas dos rendimentos deixados pelo seu pai e sabendo que jamais chamaria a atenção de nenhum bom pretendente, Alexia se apega a segurança do lar que construiu com seus primos. Porém, quando Lorde Hayden Rothwell parece na casa dos Longworths com a notícia que eles estão falidos e irão ter que deixar a bela residência onde vivem em Londres e se mudarem para a modesta propriedade e Oxfordshire, Alexia sabe muito bem o que isso significa. Ela está mais uma vez, sem ter onde morar, sem família e como sobreviver.

No momento em que Alexia analisa desesperadamente as suas oportunidades de sobrevivência, ela recebe uma proposta que pode salvar a sua vida vinda justamente da pessoa que acabou de destrui-la, Lorde Hayden Rothwell.   Hayden oferece a ela o emprego de dama de companhia e preceptora na casa de Lady Henrietta, sua tia. Dividida pela gratidão que tem pelos primos e a mágoa que sente por todo mau que Lorde Rothwell os causou, Alexia se vê obrigada a conviver com a presença constante de Hayden na casa de Lady Henrietta. Mas, até quando ela conseguirá negar a forte atração que sente pelo homem que destruiu a sua vida?

Lorde Hayden Rothwell, guarda muitos segredos, entre eles verdades que deixariam Alexia completamente arrasada, isso se ela acreditasse nele. Acostumado a recorrer à lógica dos números para tudo em sua vida, Hayden não estava preparado para o forte desejo e os sentimentos mais profundos que Alexia despertam nele. No momento em que deixa suas emoções falarem mais altos, ele rompe com todas as regras de comportamento de um cavalheiro e a única alternativa para se redimir desse erro, pode não ser a melhor solução. Ou será que é?

Mesmo com toda a atmosfera de romance e sedução criada pela autora Madeline Hunter, é perceptível que a mesma buscou dar certa profundidade a história. Os personagens passam por diversos conflitos, não apenas na relação um com o outro, mas também por conflitos internos que são mais visíveis em Hayden. Embora para uma mulher na sociedade londrina século XIX as opções para se viver de maneira confortável e “digna” fosse única e exclusivamente o casamento, Alexia consegue pensar em formas de sobreviver que não manchem a sua reputação. Já Hayden tem que conviver com o fato de passar para os outros a imagem que é um "monstro" insensível e sem coração. Tudo isso ao mesmo tempo em que ele tem que cuidar do bem estar da sua família, lidar com o ódio que os Longworths sentem por ele, e claro com os sentimentos confusos da Alexia.

Madeline Hunter conseguiu retratar a realidade da aristocracia inglesa de uma maneira muito delicada, envolvente e ao mesmo tempo dramática. Ao contrário dos personagens que habitualmente estamos acostumados a encontrar nos romances de época, que passam aquela sensação de quase “conto de fadas”, aqui eles são mais maduros e com isso a narrativa tem um toque mais sério e em que apesar do romance não ter sido deixado completamente de lado, ele também não está em primeiro plano. 

Outro ponto que me chamou a atenção nesse primeiro livro da série Rothwell Brothers, foi que mesmo a história tendo com personagem principal o irmão do meio, Hayden a autora consegui dar um destaque aos outros membros da família, como Christian (suspiros) o Marquês de Easterbrook e irmão mais velho e ao fofo do Elliot o mais novo da turma. Confesso que mesmo o Hayden sendo uma graça, eu fiquei completamente apaixonada pelo Christian. Por menor que a participação dele seja aqui, é visível que ele tem uma personalidade enigmática, forte e um tanto excêntrica (novidade). Espero não me decepcionar, quando chegar à vez de conhecer a história dele.

Acredito que para quem esteja buscando um romance “super gracinha” pode acabar ficando um pouco desapontado com a história, mas em minha opinião romances mais “verdadeiros” conseguem ser belíssimos também. Principalmente quando a autora usa os ingredientes certos para escrever uma boa história e, posso garantir que Madeline Hunter acertou aqui. Assim vamos supor que ao final meus olhos marejaram um pouquinho. Mas, só um pouquinho mesmo.

“Hayden deu mais um passo em direção a ela. Alexia não percebera sua aproximação antes, mas ele estava muito perto. Perto demais. Olhou nos olhos dele. Era ela a hipnotizada agora.”

Com uma história marcada por dramas pessoais fortes As Regras da Sedução, conquista leitores ávidos por romances mais realistas que consegue emocionar de forma simples, doce e apaixonante.  Recomendo!




© 2010 - 2021 Blog My Dear Library | Ariane Gisele Reis • Livros, Música, Arte, Poesias e Sonhos. Tema desenvolvido com por Iunique - Temas.in