Sponsor

outubro 10, 2013

#naplaylist – Músicas que me Inspiram



Olá leitores!

Na coluna #naplaylist de hoje, vou compartilhar com você algumas músicas que como o próprio título do post já diz, - me Inspiram!

Como passo metade do meu dia lendo, escrevendo (digitando), tem horas que fica um pouco difícil encontrar aquela concentração e principalmente a inspiração, já que  preciso estar com a minha mente bem tranquila, por que senão meu trabalho não flui da maneira que eu gosto. Acho que já deu para perceber que sou bastante perfeccionista, não é mesmo?

Por isso, se eu tenho um companheiro inseparável na minha rotina, ele é o “Senhor fone de ouvido”. Quando percebo que preciso concentrar a minha mente, por que a ideia para começar algum texto não está surgindo escolho uma música da minha “pequena” playlist, e tudo fica muito mais simples e divertido.

Querem descobrir o que escuto na hora de inclusive fazer os post aqui do blog?

Aumente o som!


5º: Blue Stone - Hang On.
Eu já comentei sobre esse lindo projeto musical aqui. Hang On é uma das minhas músicas favoritas do Blue Stone. Sempre a escuto quando estou listando as minhas prioridades do dia, ou quando estou precisando organizar minhas ideias.

4º: Sonata Arctica - Victoria's Secret.
E tem aquele momento do dia que mesmo depois de quase dois livros de café o seu cérebro insiste em não acordar, o jeito é colocar o velho e bom power metal para tocar. Ah! Ficaram surpresos agora, não é? =P

Two Steps From Hell - Infinite Legends.
Também já comentei sobre esse projeto aqui no blog. Na verdade eu amo todas as músicas do TSFH, mas esse em especial tem um toque que me ajuda a respirar e ficar mais calma, quando estou estressada com alguma coisa.

2º: U-KISS – Inside of Me.
Quem acompanha o blog a mais tempo, sabe que o U-KISS é um dos meus grupos de KPOP favoritos, e essa música em especial tem o poder de deixar muito feliz.  Tanto que normalmente eu a escuto várias vezes seguidas.

1º: E Nomine – Laetitia.
Outro projeto musical que já apresentei aqui no blog. Laetitia, para quem não sabe é original do nome Letícia em latim, que significa “Alegria”. Perfeito não é mesmo?

Como você puderam perceber a minha playlist é bastante variada, tanto que passa aquela sensação que uma música não combina muito com a outra.  É um pouco “estranho” eu sei, mas enquanto faço meu trabalho, pesquiso conteúdo e escrevo, eu não gosto de ficar ouvindo um estilo só. Sei lá, acredito que essa mistura ajuda a manter minha criatividade. “Ane e suas esquisitices”. =D

Agora quero saber de vocês? Quais as músicas que suas músicas inspiradoras? Não deixe de compartilhar!

Beijos;***





imagem: Tumblr

outubro 08, 2013

Na Livraria - 01




Olá leitores!

Como vocês já puderam perceber hoje é dia de estreia da nova coluna aqui do blog, a Na Livraria. E para começar com o pé direito, vou compartilhar com vocês quais foram as minhas impressões da Trilogia A Seleção, da autora Kiera Cass, lançada no Brasil pela Editora Seguinte.

Admito que eu, estava receosa com essa série pelos velhos e bons motivos de sempre. Todo mundo falando super bem, resenhas com inúmeros elogios e todo aquele blá,blá,blá que já estamos acostumados. Porém, para minha imensa felicidade me surpreendi muito com a história. A escrita da autora Kiera Cass é muito bem estrutura o que torna praticamente impossível não se encantar com a história e seus personagens. 

No post de hoje eu vou comentar vocês um pouco, sobre os dois livros A Seleção e A Elite e o conto O Príncipe. Isso mesmo leitores, eu já li os três. Será que me tornei fã?

O cenário dessa história é Illéa, ou o que sobrou dos Estados Unidos depois que foi tomado pela China. Como toda distopia, A Seleção tem aquela sutil crítica ao modo de vida da sociedade atual, afinal se não fossem os abusos que levaram o “antigo” Estados Unidos a se afundar em dividas o país jamais teria sofrido o golpe que sofreu.

Em Illéa, a população é dividida pelo regime de castas, sendo que a “Um” a mais elevada, a que pertencem os membros da nobreza e a “Oito” a casta mais baixa na qual se “rotulam” todas as pessoas com deficiência, algum tipo de vicio ou sem teto, triste eu sei. Só essa denominação por número é um fator que deixa você com raiva do governo de Illéia já. Sei lá, parece ser tão injusto (...).

A protagonista da vez é América Singer, pertencente à casta “Cinco”, a casta dos artistas. Ou seja, em Illéia não é o seu talento que define qual a profissão você vai ter, e sim a casta a que você pertence. América é cantora (qualquer dica dada no sobrenome dela é mera coincidência), e para ajudar a família ela costuma se apresentar nas festas e eventos das castas mais altas. Mas, América possui um grande segredo. Há dois anos ela mantém um namoro proibido por lei com o Aspen, um simples trabalhador braçal da casta “Seis”.

Perdidamente apaixonada, América está disposta a se tornar uma seis desde que passe o resto da sua vida ao lado do seu grande amor. Quando ela está dando por quase certo isso, a competição que elegera a nova princesa de Illéa é anunciada, e Aspen sabendo o quanto a vida ao seu lado poderia ser difícil para América, resolve “desistir” dela. Nada como um pouco de drama e corações partidos não é mesmo?

Sendo uma das trinta cinco garotas selecionadas para tentar conquistar não apenas o coração do jovem príncipe Maxon, mas como também a aprovação e aceitação de todo o povo de Illéa, América vai para o palácio, só que ao contrário das demais candidatas ela não está interessada em conquistar o coração do príncipe. A única intenção dela é permanecer o máximo de tempo possível ajudar a sua família. Porém, após um breve encontro com o príncipe, e a eliminação das primeiras candidatas, ela começa a perceber que não fazer parte do jogo pode ser mais difícil do que ela imagina. Em especial quando o grande prêmio é um belo, charmoso e atencioso príncipe.

A Seleção é um livro bem rápido de se ler, sendo mais um tipo de apresentação da história em si e de seus personagens centrais. A narrativa conta com muitos momentos fofos e a disputa nesse primeiro livro é mais velada por conta da quantidade de garotas participando. Claro que como toda história, aqui também temos aquele personagem “adorável” que no caso se chama Celeste a top model da casta “Dois”. Se você assim como eu tem gastrite, é melhor preparar seu estômago para ela.  É sério! E lógico que não podia faltar, o bendito triângulo amoroso Maxon, America e Aspen.  Bem, tem aquele velho e bom ditado diz: “Nem tudo é perfeito”.

"- Maxon, espero que encontre uma pessoa sem a qual não possa viver. Espero muito. E desejo que nunca precise saber como é tentar viver sem ela.”

Entre o lançamento de A Seleção e A Elite, a Editora Seguinte disponibilizou gratuitamente o conto O Príncipe, que em minha humilde opinião é totalmente desnecessário. Ok! Você conhece um pouco mais do Maxon e de como era sua vida antes das garotas chegaram ao palácio. Mas, de verdade o conto é tão superficial que se a intenção era o leitor ter uma visão diferente do Maxon, pelo menos no meu caso não funcionou. Eu fui conhecer o Maxon melhor e gostar realmente dele após ler A Elite.

A Elite começa exatamente no ponto em que A Seleção parou. Agora são apenas seis garotas na disputa e a competição começa de verdade. Embora o segundo livro mantenha o mesmo ritmo de primeiro, alguns detalhes aqui conseguiram me deixar levemente irritada. Eu gostei muito de A Elite tanto quanto gostei de A Seleção, mas algumas coisas foram difíceis de aguentar viu.

Uma delas foi o comportamento infantil da América em quase todo o livro. Outro foi à cara de pau do Aspen. Sem falar que o Maxon também muitas vezes ficava naquela, “não sei se caso ou compro uma bicicleta”. E a Celeste, bem prefiro nem comentar. O fato é que o livro só consegue se salvar da “terrível maldição do segundo livro”, por que ele começa a ganhar mais ritmo de distopia mesmo. Os conflitos com os rebeldes são mais constantes e certo personagem que até então era meio "neutro" coloca suas terríveis garras de fora.

Em A Elite, conhecemos um pouco mais da antiga história de Illéa e por mais que o Maxon tenha me deixado com “raivinha”, no final ele mostra quem ele realmente é. Algo que eu estava esperando para ver em O Príncipe, mas que a autora deixou guardado especialmente para o final do segundo livro. Assim, não tenho preferência entre o Maxon e o Aspen, só depois do final de A Elite eu admito que, o Maxon ganhou uns pontinhos extras comigo.

“Não podia imaginar nada forte o bastante para roubar aquela felicidade”.


Estou ansiosíssima pelo último livro da trilogia, A Escolhida que será lançado no dia 06 de maio de 2014 (dia no meu niver). Antes do lançamento do livro, será lançado em fevereiro o conto O Guarda que vai mostrar o ponto de vista do Aspen sobre os acontecimentos de A Elite. O que será que ele tem para nos contar heim?

A minha dica é: Se você ainda não leu A Seleção, pode parar de perder tempo!  Com uma narrativa envolvente e personagens que mesmo tirando o leitor do sério, ainda conseguem ser apaixonantes, a trilogia A Seleção é mistura perfeita para quem adora romances de ”conto de fadas” com uma pitada de ação e um pouco de drama para deixar tudo mais nervosamente divertido.

Recomendadíssimo!

outubro 06, 2013

Uma Curva na Estrada por Nicholas Sparks


ISBN:
Editora: Arqueiro
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 304
Classificação: Ótimo
Este livro foi enviado como
cortesia para resenha.




Sinopse: A vida do subxerife Miles Ryan parecia ter chegado ao fim no dia em que sua esposa morreu. Missy tinha sido seu primeiro amor, a namorada de escola que se tornara a companheira de todos os momentos, a mulher sensual que se mostrara uma mãe carinhosa. Uma noite Missy saiu para correr e não voltou. Tinha sido atropelada numa rua perto de casa. As investigações da polícia nada revelaram. Para Miles, esse fato é duplamente doloroso: além de enfrentar o sofrimento de perder a esposa, ele se culpa por não ter descoberto o motorista que a atropelou e fugiu sem prestar socorro. Dois anos depois, ele ainda anseia levar o criminoso à justiça. É quando conhece Sarah Andrews(...).

Fazia um bom tempo que eu não lia nada do autor Nicholas Sparks, que embora não seja um dos meus autores favoritos sempre consegue me comover com suas histórias. Mesmo essas sendo as mais clichês possíveis. Porém, para minha surpresa embora Uma Curva na Estrada contenha os mesmo ingredientes presentes em todas as obras do autor, ele possui algumas características diferentes que fazem com que o leitor fique atento à história até o ultimo capitulo.

Miles Ryan nunca conseguiu superar a perda de sua amada esposa Miss. Em parte essa sua frustração se dá pelo fato de que ele como policial deveria ter encontrado, algum indicio ou prova de quem atropelou sua esposa. Porém, a verdade é que aparentemente o assassino desapareceu no ar e não deixou rastros. Em meio à dor da perda e a obsessão por encontrar respostas, Miles se vê obrigado a continuar a viver não por si só apenas, mas por seu pequeno filho Jonah.

Jonah ainda sente muita falta da mãe, e por mais que Miles após o longo período de luto tente suprir a ausência de Miss na vida do filho, nunca parece ser o bastante. Jonah é um menino que carrega a tristeza no olhar e por conta da tragédia que aconteceu, seus antigos professores acabavam sempre tendo pena dele, e por isso seus problemas com as notas nunca foram de fato um “grande problema”. Mas quando Sarah Andrews torna-se a sua professora, ela percebe que Jonah tem sérios problemas de aprendizagem, e ao agendar uma reunião com o pai do menino, o que ela não esperava era se deparar com a mesma tristeza presente nos olhos de Jonah, nos olhos do seu pai.

Miles e Sarah começam a se aproximar com a intenção de fazer com que Jonah melhore suas notas no colégio. Só a dedicação da jovem professora conquista o coração do pequeno Jonah, ao mesmo tempo em que o coração de Miles também é conquistado. Porém, um terrível segredo pode colocar a bela história de amor que ambos estão começando a viver em risco.  Quando fantasmas de um passado doloroso voltam a perturbar a paz de Miles, Sarah tem que tomar uma difícil decisão. Decisão essa que pode fazer com que o amor que Miles sente por ela se transforme em desprezo.

Nicholas Sparks criou aqui uma história com uma narrativa doce e muito delicada. Por mais que o personagem central tenha passado por uma grande perda, o amor e a dedicação que Miles tem com seu filho Jonah é tão terna que chega a ser comovente. Acredito que justamente a presença de Jonah na história, deu esse toque mais suave à narrativa.  O modo como a história evolui é tão simples que sem perceber me apeguei aos personagens, e o melhor fui surpreendendo a cada nova revelação que surgia no caminho.

Até mesmo o romance se mostrou algo mais maduro e real, o que de certa forma deixou a narrativa mesmo “açucarada” e mais profunda, o que me agradou bastante já que não sou muito fã de “romances superficiais”. Outra característica que gostei muito no livro é que Miles, ao contrário dos “mocinhos padrões” do autor não nenhum exemplo de perfeição. Miles é impulsivo, e tem uma enorme sede de vingança dentro de sim, algo que muitas vezes o faz agir e depois pensar nas consequências.  Confesso que em alguns momentos eu fiquei com um pouco de raiva dele, por conta de suas atitudes um tanto extremas. Tudo bem que ele sofreu uma enorme perda tudo mais, só que isso não é justificativa e nem dá ao direito dele para agir como se fosse um “anjo justiceiro”

Tanto os dilemas enfrentados pelos personagens, como os segredos que ameaçam sua relação foram muito bem estruturados, o que além de manter a minha atenção do começo ao fim do livro, fez com que a cada capítulo tivesse um tipo de emoção diferente. A base da história pode até ter aquele toque “sparkiano” que nós conhecemos tão bem, mas a verdade é que nesse livro o autor conseguiu se superar, criando uma história em que o final pode não ser bem o esperado, mas não menos emocionante.

“– Acho que o que estou tentando dizer, Sarah, é que eu não preciso de tempo. Sei lá, eu simplesmente sei que falta algo na minha vida e que, antes de conhecer você, eu nem me dava conta disso”.

Uma Curva na Estrada possui uma história cativante, romântica e emocionante. Que vai deixar você encantado com sua narrativa simples, despretensiosa, e ao mesmo tempo cheia de surpresas. Recomendo!

outubro 02, 2013

Café Literário – Benditos Triângulos Amorosos



Oie leitores!  Tudo bem com vocês?

Hoje em nosso Café Literário vou abrir meu coração sobre um assunto que há muito tempo vem me incomodando nos livros em gerais, - os Benditos Triângulos Amorosos.

Tudo bem que eles não são uma grande novidade, afinal eles sempre existiram e vão existir em filmes, séries, novelas e nos livros também. O problema é que de um tempo para cá parece que ele se tornou requisito obrigatório principalmente nas séries literárias. E cá entre nós, isso já está começando há ficar um pouco sem graça.

Se o autor quer usar esse tipo “artifício” para deixar a narrativa mais emocionante tudo bem (...), porém será que não dá para ser um pouquinho mais original? É sempre a mesma fórmula: Garota chata e sem graça sendo disputada, pelo bad boy bonitão sedutor e pelo “príncipe encantado”, lindo e bonzinho.  E o pior de tudo, na maioria das vezes é tão óbvio com quem ela vai ficar no final, que de verdade nunca entendo o motivo de tanto drama.

Não sei quanto a vocês, mas eu sinceramente fico muito irritada com essas indecisões amorosas literárias, até por que eu acho impossível alguém ser apaixonado por duas pessoas ao mesmo tempo.  Você ficar confuso, sem saber o que sente e como se sente é uma coisa, mas a mensagem que os livros vêm passando ultimamente, é que é normal você “ficar” com uma pessoa hoje e com outra amanhã, afinal você ama as duas e ainda não sabe qual delas ama mais. Em minha humilde opinião isso tem outro nome, mas (...).

Como não quero entrar no mérito “filosófico” e ético da questão, selecionei alguns dos triângulos amorosos mais famosos de todos os tempos.

Vamos conferir?


Saga Twilght: Venhamos e convenhamos que depois que Sthepanie Meyer, surgiu com: Edward, Bella e Jacob, os triângulos amorosos de proliferaram de forma assustadora na literatura jovem. Particularmente, eu nem chego a considerar esse caso em especial um “triângulo amoroso”, pois estava bem na cara que o grande problema, se é que tinha algum problema era que o Jacob não se mancava mesmo.

Trilogia Jogos Vorazes: Nesse caso, ele pode até não ser o foco da história (graças a Deus), mas que ele existe, ali na espreita só esperando uma oportunidade para “atazanar” a nossa vida de leitor, ele existe. Principalmente quando levamos em conta o tão “famoso” marketing. Mas quando o assunto é Peeta, Katniss e Gale eu prefiro me focar mais nos jogos do que no “romance” em si.

Trilogia A Seleção: Definitivamente é muito difícil entender a America. Uma hora está perdidamente apaixonada pelo Aspen e do nada está apaixonada pelo Maxon também. E o mais engraçado é que nesse caso, muitas vezes a America espera atitudes do Maxon, que ela mesma não tem. Vá se entender (...).

Trilogia Estilhaça-me: Adam, Juliette e Warner, como não ficar a beira de um ataque de nervos com esses três. Ok! O Warner não é tão chato assim, na verdade ele é o que realmente “salva” a história (quem já leu Liberta-me vai entender).Juliette a “rainha do drama” é a mais “atiradinha” de nossa lista de hoje. Enquanto o Adam faz o tipo tão “bom moço” que chega a ser chato. O fato é que não quero que a Juliette fique com o Warner, mas em meu ponto de vista ela também não merece o Adam.

Saga do Tigre: De todos os triângulos amorosos com que me deparei nessa minha vida literária, nenhum conseguiu ser tão insuportável quando a história de Ren, Kelsey e Kishan. Teve momentos que eu cheguei a chorar de raiva, da situação no mínimo ridícula em que a autora colocava os protagonistas. Claro que a Kelsey não teve o final que merecida, segundo a minha opinião, só que fazer o que (...). A Saga do Tigre não passa de mais um caso clássico de história que você já sabe com quem a mocinha vai terminar e que ficar revoltado é apenas uma enorme perda de tempo, que infelizmente é inevitável.

Sei que na minha listinha está faltando outros triângulos amorosos famosos, porém selecionei só os que eu tenho “conhecimento de causa”, ou seja, já li senão todos, mas a grande maioria livros.

E vocês, também andam cansados desse clichê um tanto forçado? Tem algum triângulo amoroso que na opinião de vocês é tão chato e bobo, que não deveria existir? Abra seu coração, e comente.

Agora se você é fã dos triângulos amorosos, não deixe também de comentar o porquê você acha eles tão legais assim. Afinal, sempre tem um que pode surpreender não é mesmo?

Até o próximo post leitores!

Beijos;***




imagem: Tumblr

setembro 29, 2013

Nada é para Sempre por Ali Cronin



• ISBN: 9788565765053
• Editora: Seguinte
• Ano de Lançamento: 2012
• Número de páginas: 272
• Classificação: Bom
Este livro foi enviado como
cortesia para resenha.





Sinopse:  Garota ♥ Garoto - Livro 01

Cass é a namorada fiel. Ashley não leva nada a sério. Donna é festeira. Ollie é mulherengo. Jack é esportista. Rich talvez seja gay. Mas e Sarah? Os amigos sempre tiram sarro dela por ser certinha demais, mas ela só está esperando pelo cara certo e agora tem certeza de que o encontrou. Será que ele sente a mesma coisa? Ou tudo não passa de uma paixão de verão? Acompanhe o emocionante último ano de escola de quatro garotas e três garotos de dezoito anos.




Gosto de livros com histórias simples e com personagens comuns. Acredito até que seja mais difícil para um autor escrever algo tão cotidiano que pode acontecer, ou ter acontecido com quem um dia irá ler seu livro. Escrever “contos de fadas” deve ser sempre mais “fácil”, ou não quem sabe (?). Mas, nesse primeiro livro da série Garota ♥ Garoto a autora Ali Cronin conseguiu de uma forma muito delicada e verdadeira contar uma típica história comum em que, o um belo príncipe encantado em uma noite como qualquer outra, se transformar em sapo.

Quem nunca se “deslumbrou” com o primeiro amor que atire a primeira pedra. Mesmo que em alguns casos esse amor tenha sido platônico, a verdade é que sempre acreditamos que ele será o mais perfeito e que durará para sempre. Sarah é o retrado fiel da boa menina. Ninguém jamais esperaria que ela agisse contra as regras, em especial por causa de um garoto que conheceu nas últimas férias de verão na Espanha.

Joe é o cara perfeito, tão perfeito que Sarah se apaixona perdidamente por ele. Depois dos dias maravilhosos que compartilharam da companhia um do outro na Espanha, ambos retornam para sua rotina na Inglaterra. Joe para faculdade em Londres e Sarah para seu último ano no ensino médio em Brighton. Ela acredita que Joe está tão apaixonado quanto ela e que, os dois eles vão vencer a pequena distância que os separa em nome dessa grande paixão. Mesmo o fato de Joe ter demorado um pouco para entrar em contato novamente, não abala o coração apaixonado de Sarah. Seus inseparáveis amigos Cass, Ashley, Donna, Ollie, Jack e Rich logo percebem que alguma coisa está errada, mas como bons amigos, acham melhor não se meter na história para não atrapalhar os sonhos amorosos de Sarah.

Porém, como bem sabemos a vida nem sempre é do jeito que queremos e muitas vezes o que é sonho pode se tornar uma bela decepção. Com o tempo a Sarah que todos conheciam; feminista, defensora da causa e que “odiava” os homens se torna uma pessoa completamente obsessiva e por que não dizer muito, mais muito chata. Ela não tinha mais assunto e tudo em sua vida se resumia a Joe. Nada mais tinha importância a não ser Joe. E conforme a relação entre os dois vai ficando cada vez mais distante a obsessão de Sarah vai ficando cada vez pior, até que ela se vê completamente sozinha.

 Ali Cronin, captou de uma maneira sensível e ao mesmo tempo bem realista as emoções e ilusões do primeiro amor, o que para muitos pode até soar um pouco clichê. Confesso que não me simpatizei com a Sarah em momento algum. Não só pelo fato dela ter meio que “surtado” e deixado os amigos de lado por conta de um “amor de verão”, mas por que em outras ocasiões (nas raras vezes em que Joe não era o seu centro do Universo), ela me passo à sensação de ser uma pessoa egoísta que só pensava em si própria, - e em Joe é claro.

A narrativa é fluida, o que torna a leitura rápida e agradável do tipo em que os personagens secundários conseguem ser mais marcantes e cativantes do que a protagonista em si. Adorei a Ashley, o Rich e principalmente o fofo do Ollie. A autora também trabalha com uma linguagem mais coloquial sem ser vulgar e com excessos de descrições.  É tudo muito direto, nada de detalhes desnecessários.

Conforme a leitura evoluiu, eu fiquei tão envolvida com a história que só me dei conta que o livro está acabando quando cheguei ao último capitulo. Ok! Pode não ser o livro mais surpreendente que li em minha vida, mas de certa forma foi uma história que conseguiu manter a minha atenção e que, ao final também não me decepcionou.

“Eu pensava no que dizer. Estava apaixonada por Joe, não havia dúvida, mas me parecia algo importante demais para revelar em um jogo”.

Nada é para Sempre é o primeiro livro da série Garota ♥ Garoto, que ao total contará com sete livros. Para quem gosta de histórias leves e simples com certeza não irá se decepcionar.



© 2010 - 2021 Blog My Dear Library | Ariane Gisele Reis • Livros, Música, Arte, Poesias e Sonhos. Tema desenvolvido com por Iunique - Temas.in