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novembro 24, 2014

A Esperança por Suzanne Collins

ISBN: 9788579800863
Editora: Rocco
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 424
Classificação: Regular
Onde Comprar: Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Submarino - Compare os Preços.





Sinopse: Jogos Vorazes - Livro 3
Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?

Em fim conclui a trilogia Jogos Vorazes, e talvez nesse momento em que meus sentimentos estão ainda conflitantes, o que mais se sobressai é o de decepção.  Sim admito que nunca fiz o tipo fã de carteirinha da série, mas isso não significa que eu não estava esperando um final digamos, - épico.  Porém como vocês podem perceber, ao mesmo em meu ponto de vista isso não aconteceu. Infelizmente (...).

Para quem tem medo de spoiler pode pular para o terceiro parágrafo. Embora eu acredite que todo mundo já deve conhecer em parte a história.

Katniss sobreviveu aos Jogos Vorazes pela segunda vez. Porém, como retaliação pelo o que ela fez na arena a Capital destruiu o Distrito 12. Refugiada com sua família no lendário e mais vivo do que nunca Distrito 13, ela luta para não sucumbir à loucura que todo o sofrimento que a arena lhe causou. Mas, para desespero de Katniss o pesadelo ainda não acabou. Peeta é refém do presidente Snow na Capital e os rebeldes querem que ela seja o símbolo da revolução, - o Tordo.

Agora que o acerto de contas está próximo, Katniss entrará na arena mais uma vez para lutar por aqueles que ela ama e por desconhecidos que vem nela a sua ultima esperança. Porém, dessa vez não haverá vitoriosos e derrotados. Quando essa edição dos Jogos Vorazes acabar, restará apenas a sobreviventes e a sombra do que um dia foi Panem.

Assim como nos livros anteriores A Esperança é divido em partes e narrado pela protagonista o que deixou a primeira metade da história bem parada e até um pouco repetitiva. Vemos uma Katniss completamente transtornada tentando encontrar o sentido de viver e lutar novamente. Ok! Eu entendo que ir e sobreviver à arena duas vezes não deve ser fácil para ninguém, mas foi pouco desconcertante ver como a personagem “decaiu“ nesse ultimo livro.  Fiquei com a impressão que a personalidade dela foi completamente desconstruída.  Fato que esse deixou a trama mais lenta e sombria.

Em minha opinião a narrativa teria ficado mais interessante se a Suzanne Collins tivesse explorado outro lado da história, mostrando o que estava acontecendo com o Peeta na Capital. Não sei, mas eu ao menos esperava encontrar mais ação em A Esperança. Uma explicação, por menor que fosse dos vários pontos que ficaram vagos durante o desenvolvimento da série. Na verdade agora que conclui a trilogia, me parece que ela foi escrita apenas com o intuito de descrever o martírio da Katniss e o egoísmo das pessoas.

Durante toda a leitura e passei por cima de muitas “licenças poéticas”, como o fato de que em meio a uma guerra, os lideres da revolução estão mais preocupados em como a Katniss vai aparecer na televisão do que com a vida do seu povo. Só eu achei isso sem sentido e mesquinho? Porém o que mais me irritou e decepcionou, foi o desfecho que a autora deu para alguns personagens. Enquanto eu lia, fique pensando que se era para eles terem um fim tão “ridículo”, por que a autora não “eliminou” eles antes. Foi uma verdadeira falta de respeito dela para com os personagens e seus fãs a forma como as coisas aconteceram.

A sensação que eu tenho é que a Suzanne Collins, já estava cansada de escrever a saga de sofrimento da Katniss. A Esperança foi o final mais frustrante e descuidado que li em minha vida. E não digo isso apenas por causa das mortes e a meu ver foram totalmente desnecessárias.  Já estou acostumada com isso nos livros. O problema é que o final em si não fez sentindo. Pareceu que toda a luta e todas as perdas foram em vão, e que durante o tempo todo a Katniss só era uma peça descartável em um jogo político cruel.

“Há coisas às quais é impossível sobreviver.”

A Esperança é um enceramento um tanto deprimente para uma trilogia que tinha tudo para ser fantástica. Ao final não houve heróis e nem vilões, apenas a incerteza se tantas perdas e sofrimento eram realmente necessários (...).

Veja também:

novembro 28, 2013

Em Chamas por Suzanne Collins

ISBN: 9788579800641
Editora: Rocco
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 413
Classificação: Muito Bom


Sinopse: Jogos Vorazes - Livro 2.
Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.



Tudo bem que eu não sou o que se pode chamar de “fã número um”, da trilogia Jogos Vorazes. Na verdade após ler o primeiro livro, não consegui entender o que tanta gente tinha visto nessa espécie de “BBB mortal literário”, porém após ler o segundo livro da trilogia talvez, - e digo talvez por que ainda não estou muito certa, acho que consegui entender a essência da história.

Para fugir de spoilers pulem para o antepenúltimo parágrafo. Como se muitos de vocês já não conhecessem a história toda, mas (...) é sempre bom avisar.

Depois de vencerem os ultimo Jogos Vorazes, Katniss e Peeta não podiam imaginavam que a sua vitória mudaria não apenas suas vidas. O fato dos dois terem desafiado o poder da Capital e dividido o primeiro lugar, no ponto de vista do presidente Snow foi um grande ato rebeldia e está causando o que ele mais temia; a população está começando a acordar. A vitória do miserável casal do Distrito 12 deu esperança para o povo finalmente começar revolta. 

Sem saber o que acontece nos demais distritos Katniss se vê perdida tanto entre seu relacionamento mal resolvido com Peeta, como pelos seus sentimentos, mais mal resolvidos ainda por Gale. Em meio a tudo isso a visita nada amigável do presidente Snow e a viagem durante a turnê da vitória deixam bem claro para ela, que algo está prestes a acontecer. Algo que ela indiretamente começou na arena.  Katniss presente que mais uma vez tanto a sua vida como daqueles que ela ama corre perigo.  Ao ter que enfrentar a arena dos jogos mais uma vez, ela só tem um ideal, - manter Peeta vivo.

O que mais me incomodou em Jogos Vorazes foi sentir que a história tinha mais potencial do que de fato foi abordado no livro. Se eu for bem sincera, e lógico vou ser tive a sensação que “era barulho demais, para livro de menos”.  Só que, Em Chamas a narrativa conseguiu me prender mais, despertar em mim aquela necessidade de saber o que vai acontecer na página, no capitulo seguinte.

Não sei se o meu problema com Jogos Vorazes, foi o fato de eu achar meio “mórbido” um bando de adolescentes presos em uma arena tendo que assassinar uns aos outros, por causa de uma tradição ridícula imposta por um governante que no mínimo sofre de algum distúrbio de comportamento muito sério. Mesmo que Em Chamas, os jogos ainda são uma realidade na história, mas de certa forma o fato do livro abordar mais a revolta da população e a sua vontade em acabar com os desmandos de um governo opressor e todo esse banho de sangue desnecessário, deu ao livro um ritmo.

Infelizmente a protagonista da série, Katniss ainda não conseguiu conquistar a minha simpatia. Na verdade nesse segundo livro ela conseguiu a façanha de me deixar em alguns momentos mais irritada com as atitudes dela do que no primeiro livro. Tudo bem, que passar pelos Jogos Vorazes é realmente uma situação traumatizante para qualquer pessoa, mas de certa forma toda aquela segurança que ela tinha em Jogos Vorazes, foi substituída por algo que eu não sei explicar direito. Não é insegurança propriamente dita, mas toda a confusão de sentimentos que ela passa por causa do Gale e do Peeta é bem (...) “chatinha”.

Gostei de conhecer mais sobre os demais distritos de Panem, como também conhecer os outros tributos, em especial o Finnick e a Mags do Distrito 4. A autora Suzanne Collins, ter dado essa abertura na história, explorando os demais personagens, revelando até mesmo um pouco mais sobre o Haymitch, deu a narrativa um pouco mais de emoção, o que de certa forma contribuiu para o meu envolvimento com a história.  Assim eu fiquei tão envolvida com durante a leitura, que confesso que em alguns momentos eu queria dar “uns tapas” na cara do presidente Snow.

A escrita da Suzanne Collins manteve o nível, inclusive na parte de colocar detalhes aparentemente desnecessários na história.Em Chamas não apresenta nada muito espetacular quando ao seu desenvolvimento, a grande diferença mesmo é que o enredo ganhou mais elementos de distopia o que acabou me cativando bastante. Na verdade eu fiquei surpresa ao perceber o quanto eu gostei de Em Chamas. Tanto que estou roendo as unhas para saber como a trilogia acaba, (apesar de já ter lido alguns spoilers).

“- Katniss, quando você estiver na arena...
- O quê? - pergunto, na defensiva.
- Basta se lembrar de quem é o inimigo.”

Depois desse quote, não preciso falar mais nada, não é?  Pode não ser o livro mais surpreendente da sua vida, mas que vai deixar você morrendo de curiosidade para saber o que vai acontecer a isso vai.


agosto 12, 2012

Jogos Vorazes por Suzanne Collins



Jogos Vorazes por Suzanne Collins.


Editora: Rocco
Ano: 2010
Número de páginas: 397
Classificação: 3 estrelas
Onde Comprar: FNAC, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Livraria da Travessa, Submarino - Compare os Preços



Sinopse:

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?


É sempre difícil começar a resenha de um livro, quando você tem sentimentos e opiniões divididas sobre ele. Confesso que nunca tive muito interesse em ler Jogos Vorazes, não por ter algum “pré-conceito” em relação ao livro, ou coisa do tipo, mas a verdade é que até hoje nada que eu lia a respeito dele me chamava muito atenção. Não sei se essa falta de interesse minha foi algo positivo ou negativo, mas no final até que consegui gostar do livro.

Jogos Vorazes não é o livro mais fantástico que já li em minha vida, ao contrário ele está bem longe disso. Por mais bem escrito que ele seja em “quase” todos os momentos, Jogos Vorazes não consegue ser o tipo de leitura que me prende por completo. A narrativa é feita em primeira pessoa e no tempo presente, ou seja, todo livro a narrado pela protagonista Katniss e só conseguimos captar a atmosfera da história através de suas percepções.

A narrativa é extremamente detalhista o que até certo ponto é ótimo, porém alguns fatos descritos são tão banais e sem importância que além de deixar a leitura cansativa e até um pouco repetitiva, passava a impressão que a autora se perdia e precisava de um tempo para reorganizar a história. As inúmeras descrições de refeições fartas e roupas esplêndidas, oras me davam a impressão que estava lendo um livro de culinária, oras um guia de moda e não um livro distópico.

Claro que o livro tem todo um apelo emocional, afinal Katniss se ofereceu para participar dos jogos no lugar de sua irmã mais nova, são crianças e adolescentes lutando entre si pela própria sobrevivência em um espetáculo que desde o principio deixa muito claro que os resultados são manipulados para entreter o público. O que não chega a ser muito surpreendente se pararmos para pensar que os Jogos Vorazes é uma espécie de "BBB mortal".

Em meu ponto de vista Katniss não passou por tantas dificuldades durante os jogos, na verdade eu achei que as coisas para ela foram bem mais fáceis do que quando a comparamos com o seu parceiro Peeta. Sabe quando você começa a ler um livro e já sabe como vai terminar? Senti isso durante a leitura de Jogos Vorazes.

Mesmo ele sendo um pouco melhor do que eu esperava em nenhum momento a história conseguiu me surpreender. Claro que todo o contexto do livro é interessante, pois temos um governo autoritário e corrupto, uma mídia manipuladora, fome, crueldade, revolta e medo, mas infelizmente todas essas características que serviram em tese para compor o enredo principal do livro, somem para dar destaque a um "namorico de fachada".

Não sei se foi à intenção de Suzanne Collins abrandar um pouco a história, afinal eram jovens que precisavam matar uns aos outros para sobreviver e isso se pararmos para pensar um pouco é realmente cruel. Porém o fato da autora não ter se aprofundado em outras questões mais interessantes como a origem de Panem e seus distritos me decepcionou um pouco.

Eu gostei do livro, acho que ele cumpre bem o papel de entreter embora seja meio óbvio que por ser uma trilogia a história acabe deixando algumas lacunas e perguntas sem respostas. Talvez o meu maior problema em relação ao livro foi ele ser muito previsível e sem grandes emoções. Jogos Vorazes não teve em nenhum capítulo algo que eu possa chamar de “o grande momento” e senti falta disso quando terminei a leitura.

Sei que a série Jogos Vorazes tem inúmeros fãs entre eles muitos que acompanham o blog, por isso faço questão de deixar bem claro que está foi a minha visão a respeito do primeiro livro. Como comentei logo no começo da resenha eu ainda tenho opiniões um pouco divididas em relação ao livro, tanto que não me atrevo a dizer que ele foi “superestimado” pela mídia, ao contrário mesmo com alguns exageros na narrativa, e o pouco aprofundamento no que de fato interessaria na história, ele consegue ser um bom livro.

Se eu recomendo Jogos Vorazes? Sim claro, mesmo achando que o livro tinha um potencial enorme para ser melhor do que realmente é Jogos Vorazes possui em sua estrutura dois pontos que levo muito em conta em um livro: uma boa narrativa e personagens bem construídos e só isso valeu cada minuto de leitura.

Espero ter a oportunidade de ler a sequência da série em breve, até por que fique curiosa em saber o que vai acontecer com Peeta e Katniss. Vai que eu acabe me tornando mais uma fã da série. O que vocês acham?


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