Graça e Maldição por Laure Eve.

15/10/2017

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.

ISBN: 9788501109408
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2017
Número de páginas: 350
Classificação: Regular
Livraria Saraiva | Compare os Preços
Sinopse: Os Grace – Livro 01.
Como todos os outros na pequena cidade, River é obcecada pelos Grace. Fenrin, Thalia e Summer Grace são carismáticos, charmosos e ricos — e há boatos de que sua influência se estende aos mais altos degraus da política mundial. Se você não ama um deles, quer ser exatamente como um deles. Especialmente River, a nova aluna da escola local... Que de repente é acolhida pela família que todos reverenciam e temem em igual medida. Ela é diferente. Mas o que os Grace não sabem é que a garota não está na cidade por acaso; ela sabe exatamente o que está fazendo. Ou não?


Estou alguns minutos olhando para a tela do meu notebook sem saber ao certo como começar a escrever essa resenha. Meus sentimentos em relação a Graça e Maldição só podem ser descritos como conflitantes. Pois se em partes a história conseguiu me manter entretida até o final, ao mesmo tempo a narrativa da autora  Laure Eve acaba caindo em uma espécie de clichê repetitivo. Deixando no ar uma sensação incômoda que já vi isso em algum lugar (...).

River acaba de se mudar com a mãe para pequena cidade costeira e assim como qualquer pessoa estranha em um ambiente que todos se conhecem, ela está se sentindo totalmente perdida e deslocada na nova escola. Porém precisou de poucas semanas ali, para que River também se veja encantada pelos irmãos Grace. Afinal Fenrin, Thalia e Summer Grace são praticamente as realezas do colégio, ou melhor, dizendo da cidade.

A garota então passa a tecer um plano para se aproximar dos irmãos, ganhar a confiança deles e quem sabe o coração de Fenrin, por quem secretamente está apaixonada. O plano começa a dar certo quando Summer a caçula dos Grace se aproxima de River. Logo as duas passam a ser amigas inseparáveis e aos poucos a garota acaba sendo acolhida pela família mais poderosa e temida da cidade. Porém o que River não sabe é que existe uma suposta maldição sobre os Grace. Maldição essa que faz com que todos aqueles que se aproximam deles sofram ao ponto de enlouquecer.

Será que a aparente obsessão que a jovem tem pela família e por querer ser um deles já é reflexo da maldição? Ou ela mesma possui segredos que não quer que sejam revelados?  Quando coisas estranhas começam a acontecer à teia de mentiras passa a se dissolver e tudo o que era para permanecer escondido ameaça a vir à tona. E dessa vez nenhum feitiço poderá ocultar a verdade.

Graça e Maldição tinha tudo para ser aquele tipo de livro que simplesmente não conseguimos parar de ler.  E em partes a narrativa consegue ser envolvente e prender a atenção do leitor. Porém, a autora Laure Eve “pecou” ao apresentar uma protagonista clichê e sem carisma. Acho que ficou bem claro que a River foi o motivo principal para que essa blogueira que vos escreve, não ter se conectado tanto com a história como ela gostaria.

E não, eu não estou chata.  Só que de verdade, o comportamento obsessivo da River em relação aos Grace chega a ser assustador em alguns momentos.  A vida dela passa a girar em torno da família e nada mais importa para a River, há não ser o “amor” e a felicidade dos Grace. Porém o que mais me incomodou fora à baixa autoestima da personagem, foi o fato que tudo acontece de uma maneira tão repentina que deixou tudo muito superficial.  E quando falo isso me refiro tanto a protagonista como aos diálogos e a construção da história como o todo.

Gostei dos Grace, em especial da Summer, pois a Thaila em algumas situações consegue ser tão ou mais insuportável que a River. Já o Fenrin acabou sofrendo da síndrome do personagem estereotipado demais. Ele é lindo, divertido, cativante e todo o mesmo blá, blá, blá de sempre. E isso foi uma verdadeira judiação com ele, por que o Fenrin tinha um potencial enorme que acabou sendo pouquíssimo aproveitado na narrativa. Tipo em minha opinião, se autora tivesse focado mais nos segredos da família e menos da River, a história teria ficado mais interessante.

Infelizmente senti falta de uma narrativa mais madura que não fosse tão centralizada nos dramas da protagonista. Pois assim como o trio Grace, outros personagens como o Marcus e o Wolf possuem uma personalidade mais marcante do que a River e mesmo com pouca participação, ajudaram a narrativa a ter um pouco de ação e suspense. 

Não nego que me peguei várias vezes comparando Graça e Maldição com outros livros juvenis que li. A fórmula que a autora usou é basicamente a mesma de outras obras do gênero, e acredito que isso também foi um dos fatores que acabou me incomodando durante a leitura.  Sem falar que o final é pouco conclusivo deixando inúmeras pontas soltas e perguntas sem respostas. Ok! Tem continuação e ela já foi lançada lá fora, só que o problema é que sinceramente não sei se estou disposta a reencontrar com a River novamente (...).

“O que uma pessoa escolhia manter segredo dizia tudo que você precisava saber a respeito dela. O que ela mostrava era quem queria ser. O que escondia, o que era de verdade.”

Em suma Graça e Maldição é um bom livro, desde que você não esteja esperando nada de “novo”. Claro que a história tem seus méritos, pois a autora consegue criar uma boa aura de mistério que se sustenta até o final. Porém, para quem está em busca de uma narrativa com personagens mais maduros e diálogos relevantes, corre o risco de ficar com a sensação que leu o mais do mesmo. Minha sugestão aqui é começar a leitura sem expectativas.

A explosão de cor nas obras de Kuri Huang.

08/10/2017

| Arquivado em: ARTE 

Oie pessoas, tudo bem?

Estou tão feliz que estou conseguindo voltar com postagens mais regulares aqui no blog (). Vocês não imaginam a falta que me faz estar mais presente aqui.

Acredito que é justamente por isso que não consigo “abrir mão” dessa vida de blogueira. Me afasto um pouco e meu coração já fica apertado de saudades. Esse meu cantinho deixa a minha vida mais colorida. Tão colorida como os trabalhos da artista que apresento para vocês no post de hoje.

Sword
Formas abstratas e uma explosão de cores foram os elementos que me chamaram a atenção nos trabalhos da chinesa Kuri Huang. Com traços delicados a artista cria mundos novos e fantásticos em cada obra.  Aqui você precisa olhar a arte não como um todo e sim prestar atenção em cada detalhe para compreender a beleza da obra.

Gosto de artistas que conseguem mesclar estilos diferentes sem perder a leveza, e a Kuri  consegue fazer isso com maestria. Suas obras tem um toque de fantasia e surrealismo, que me deixou encantada. Além disso, a artista consegue criar o mesmo efeito usando as palhetas de cores frias e quentes. O resultado final é lindo!

Algumas Obras:  
Magic Flute
The Nutcracker
Turandot
Madama Butterfly
Fire Sketch
Confesso que a minha obra favorita é a Magic Flute (). São tanto detalhes maravilhosos nessa obra que fiquei uns bons minutos admirando ela. E como não se encantar com o traço e cores de The Nutcracker? Simplesmente maravilhosa!

E vocês? Qual obra ou obras foram as suas favoritas? Compartilhe nos comentários ;)

+ Kuri Huang.

Wishliterária - Outubro.

05/10/2017

| Arquivado em: LANÇAMENTOS.

Para tudo! Gente como assim já estamos em Outubro?! Os anos anteriores passaram rápido, mas 2017 literalmente passou voando. Tenho a sensação que ontem que o ano começou. 

Então já que estamos praticamente na reta final do ano, nada mais lógico do que começar a fazer a nossa listinha de presentes para o bom velhinho. Ou como será que dá para pedir algo de Dia das Crianças?

Conferia os lançamentos do mês ;)





Sinopse: Cyril Avery não é um Avery de verdade ou, pelo menos, é o que seus pais adotivos lhe dizem. E ele nunca será. Mas se não é um Avery, então quem é ele? Nascido nos anos 1940, filho de uma jovem solteira expulsa de sua comunidade e criado por uma família rica irlandesa, Cyril passará a vida inteira à mercê da sorte e da coincidência, tentando descobrir de onde veio — e, ao longo de muitos anos, lutará para encontrar uma identidade, uma casa, um país e muito mais. Além das incertezas de sua origem, ele tem de enfrentar outro dilema: é gay numa sociedade que não admite sua orientação sexual. Autor do best-seller O menino do pijama listrado, John Boyne nos apresenta à sua maior empreitada literária até então, construindo uma saga arrebatadora sobre aceitar-se e ser aceito num mundo que pode ser cruelmente hostil. Uma leitura necessária para os dias de hoje, que reitera o poder do amor, da esperança e da tolerância.






Sinopse: Quando a pequena Maggie May presencia uma cena terrível à margem de um rio, sua vida muda por completo. A menina alegre que vive saltitando de um lado para o outro e tem uma paixonite por Brooks Griffin, o melhor amigo de seu irmão, sofre um trauma tão grande que acaba perdendo a voz. Sem saber como lidar com o problema, sua família se vê em uma posição difícil e tenta procurar ajuda, mas nenhum tratamento vai adiante. Ao longo dos anos, Maggie aprende sozinha a conviver com os ataques de pânico e, sem conseguir sair de casa, encontra refúgio nos livros. A única pessoa capaz de compreendê-la é Brooks, que permanece sempre ao seu lado. A cumplicidade na infância se transforma em amizade na adolescência, até que um dia eles não conseguem mais negar o amor que sentem um pelo outro. Mas será que o forte sentimento que os une poderá resistir aos fantasmas do passado e a um acontecimento inesperado, que os forçará a navegar por caminhos diferentes?






Sinopse: Corte de Espinhos e Rosas: Livro - 03.
O terceiro volume da série best-seller Corte de Espinhos e Rosas, da mesma autora da saga Trono de Vidro em “Corte de Asas e Ruína" a guerra se aproxima, um conflito que promete devastar Prythian. Em meio à Corte Primaveril, num perigoso jogo de intrigas e mentiras, a Grã-Senhora da Corte Noturna esconde seu laço de parceria e sua verdadeira lealdade. Tamlin está fazendo acordos com o invasor, Jurian recuperou suas forças e as rainhas humanas prometem se alinhar aos desejos de Hybern em troca de imortalidade. Enquanto isso Feyre e seus amigos precisam aprender em quais Grãos-Senhores confiar, e procurar aliados nos mais improváveis lugares. Porém, a Quebradora da Maldição ainda tem uma ou duas cartas na manga antes que sua ilha queime.






Sinopse:  Para encarar a verdade, você precisa estar disposta a ouvi-la. Ano passado, Annabel era a típica “garota que tem tudo” — inclusive era esse o papel que interpretava no comercial de uma loja de departamentos da cidade. Este ano, porém, ela é a garota que não tem nada: não tem mais a amizade de Sophie; não tem uma família feliz desde a descoberta do distúrbio alimentar de uma de suas irmãs; e não tem ninguém com quem passar a hora do almoço na escola. Até conhecer Owen Armstrong. Alto, misterioso e obcecado por música, Owen é um garoto que vivia se metendo em brigas, mas agora está tentando mudar. Um de seus novos lemas é sempre falar a verdade, não importa qual seja, e jamais guardar ressentimentos. Será que com a ajuda desse amigo inesperado Annabel vai conseguir encarar a verdade e enfrentar o que aconteceu na noite em que brigou com Sophie?

+ Lançamentos

Como vocês podem ver, tem novidades para todos os gostos e gêneros. O dificil é escolher por qual livro começar.

E não esqueça de deixar aqui nos comentários, quais desses livros são os mais desejados por vocês.

Beijos e até o próximo post!

#naplaylist – Para Começar Bem o Dia.

01/10/2017

| Arquivado em: MÚSICAS.

Olá leitores!

Vou fazer uma confissão chocante (...) sou extremamente mal humorada nas primeiras horas da manhã. Sabe aquela pessoa que acorda as seis, mas a mente só desperta umas duas horas depois? Pois bem, - essa pessoa sou eu. Meu humor começa a melhorar um pouquinho depois que tomo meu abençoado café, porém ainda sim a melhor companhia para essa que vos escreve nas primeiras horas da manhã é o fone de ouvido.

imagem: Shutterstock
Não que eu seja de todo antissocial. Ok, talvez eu seja um pouco, mas o problema é que realmente não sou uma pessoa muito falante nas primeiras horas do dia. Por isso gosto de ouvir música durante o percurso da minha casa para o trabalho, para minha mente ir acordando aos poucos. A verdade como vocês sabem é que eu escuto música o dia todo, mas nesse horário dependendo de como eu acordei, afinal sou uma pessoa ansiosa dou preferência por uma mix de músicas animadas com algumas mais relaxantes.

E como essa blogueira que vos escreve tem um relacionamento sério com o Spotify, criei uma playlist para o meu dia começar bem. E é essa playlist que compartilho com vocês agora.

#naplaylist

É engraçado que às vezes estou tão entretida com a música que estou ouvindo que sem querer acabou me empolgando um pouco no ônibus ou na rua. Teve uma ocasião que ao esperar o semáforo para atravessar a rua eu estava cantarolando a música do Laboum e um senhor de idade me olhou e disse que eu estava animada. Na hora eu fiquei morrendo de vergonha.

Mas volta e meia eu me empolgo e caminho cantando pela rua, até por que como diz o ditado quem canta seus males espanta. E vocês são mal humorados também pela amanhã? Qual é o “remédio” que vocês usam para a preguiça ir embora?

Espero que vocês tenham uma semana linda!

Beijos e até o próximo post ;***

Ninguém Nasce Herói por Eric Novello.

28/09/2017

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.
ISBN: 9788555340420
Editora: Seguinte
Ano de Lançamento: 2017
Número de páginas: 384
Classificação: Muito Bom
Sinopse: Num futuro em que o Brasil é liderado por um fundamentalista religioso, o Escolhido, o simples ato de distribuir livros na rua é visto como rebeldia. Esse foi o jeito que Chuvisco encontrou para resistir e tentar mudar a sua realidade, um pouquinho que seja: ele e os amigos entregam exemplares proibidos pelo governo a quem passa pela praça Roosevelt, no centro de São Paulo, sempre atentos para o caso de algum policial aparecer. Outro perigo que precisam enfrentar enquanto tentam viver sua juventude são as milícias urbanas, como a Guarda Branca: seus integrantes perseguem diversas minorias, incentivados pelo governo. É esse grupo que Chuvisco encontra espancando um garoto nos arredores da rua Augusta. A situação obriga o jovem a agir como um verdadeiro super-herói para tentar ajudá-lo — e esse é só o começo. Aos poucos, Chuvisco percebe que terá de fazer mais do que apenas distribuir livros se quiser mudar seu futuro e o do país.

Não é de hoje que venho tendo a triste sensação que ao invés de evoluirmos estamos regredindo. E digo isso não somente a nível Brasil, mas são tanto absurdos que vejo todos os dias nos jornais que passei a sentir um pouco de “medo” do que o amanhã nos reserva.  Por esse motivo, logo que li a sinopse de Ninguém Nasce Herói, do autor Eric Novello fiquei bastante curiosa para conhecer a história. Até porque, a ficção e a realidade nunca me pareceram tão próximas.

Quando um fundamentalista religioso assume o governo do Brasil a população volta a viver um regime opressor semelhante aos anos da Ditadura Militar. Alguns livros foram banidos. Negros, homossexuais, transexuais e seguidores das religiões afros são perseguidos.  Porém, Chuvisco e seus amigos tentam de alguma forma lutar contra isso e fazer a diferença, mesmo sabendo os riscos que correm. O governo faz de tudo para esconder a brutalidade de suas ações através de um Pacto de Convivência, que como o imaginado funciona bem mais na teoria do que na prática.

Fato esse que se comprova em uma amanhã quando Chuvisco é espancado quase até a morte por defender um garoto da Guarda Branca, uma milícia urbana apoiada pelo governo do Escolhido. Chuvisco então percebe que precisa fazer mais do que apenas distribuir livros proibidos nas praças da grande São Paulo, ele precisa realmente entrar na luta contra a tirania que se instalou no país.

Enquanto tenta encontrar Junior em chats secretos usados por grupos LGBT, para saber se o menino sobreviveu às agressões causadas pela Guarda Branca, ele também começa uma busca perigosa. Chuvisco passa a procurar informações sobre a Santa Muerte, um grupo rebelde que pretende trazer a revolução ao país e acabar com o governo do Escolhido. Afinal, ninguém precisa de uma capa e um traje especial para ser herói e lutar por uma sociedade mais justa e um mundo melhor.

Ninguém Nasce Herói se mostrou uma leitura interessante e envolvente, mas ao mesmo tempo um tanto confusa em especial no começo. Eric Novello construiu um personagem complexo, que em muitas situações busca em sua imaginação uma forma de enfrentar a realidade. É justamente nos momentos mais importantes da narrativa que o Chuvisco permite que sua Catarse Criativa assuma o controle, o que faz com que o personagem se veja como um super-herói de verdade. 

Confesso que no começo essa mistura entre fantasia e realidade me confundiu e incomodou um pouco. Porém depois que entendi como essas crises funcionavam e principalmente a importância que esses episódios tem no desenvolvimento do enredo, a minha leitura passou a fluir melhor. Gostei do fato do autor não ter criado uma distopia "caricata", e sim ter usado como base para sua história o fanatismo religioso e o ódio cada vez mais crescente pelas minorias e o “diferente”. Além disso, como é uma história que se passa no Brasil a identificação com os personagens e lugares é praticamente instantânea.

Outro ponto que gostei bastante é que embora o Chuvisco seja o grande protagonista aqui, os demais personagens também se destacam nos momentos decisivos. Eric Novello consegue com maestria trabalhar a diversidade sem ser clichê, nos tornando a cada capitulo mais próximos de cada um dos personagens, o que me levou a sentir uma empatia enorme por eles. Em algumas ocasiões fiquei bastante triste com o as escolhas e caminhos que eles tomaram, por que no decorrer da trama senti como se cada um deles, fosse meu amigo também.

Ninguém Nasce Herói possui o tom certo de ação, drama e romance, mas o ponto chave de sua narrativa é o alerta que o autor faz.  Eric Novello nos mostra de um modo real e doloroso os perigos escondidos por trás do preconceito e do fanatismo. E o que mais me assusta é perceber como eu comentei no começo da resenha, que algumas situações descritas no livro não estão assim tão distantes de nossa realidade, infelizmente (...).

“Com maior ou maior dose de inocência, otimismo ou pessimismo, no fim das contas só estamos procurando uma maneira de seguir adiante.”

Apesar do início um pouco confuso, Ninguém Nasce Herói foi uma leitura gratificante e que deixou ainda mais acesa dentro de mim a vontade de lutar por um mundo melhor.  Até por que se formos pensar, ninguém precisa de superpoderes para ajudar o próximo e fazer a diferença na vida de alguém.

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