Maré Congelada por Morgan Rhodes.

23/05/16

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.
ISBN: 9788565765954
Editora: Seguinte
Ano de Lançamento: 2016
Número de páginas: 438
Classificação: Ótimo
Sinopse: A Queda dos Reinos – Livro 04.
As disputas pela Tétrade, quatro cristais mágicos capazes de conferir poderes inimagináveis a quem os encontrar, continua. Amara roubou o cristal da água, Jonas conseguiu o da terra, Felix enganou os rebeldes para ficar com o cristal do ar, e Lucia está com o do fogo. Mas nem todos sabem como libertar a magia da Tétrade, e apenas a princesa feiticeira conquistou poder até agora, aliando-se ao deus do fogo que libertou de seu cristal. Gaius, o Rei Sanguinário, também não desistiu de encontrar os cristais. Ele está mais sedento por poder do que nunca, especialmente agora que não conta mais com a ajuda da imortal Melenia nem com o apoio de Magnus, o herdeiro que o traiu para poupar a vida da princesa Cleo. Para conquistar todo o mundo conhecido, Gaius resolve atravessar o mar gelado até Kraeshia, e tentar um acordo com o imperador perverso de lá. No caminho, o rei vai encontrar muitas dificuldades e inimigos, como Amara, princesa de Kraeshia, que tem seus próprios planos para conquistar o poder.

Depois de tanta espera finalmente, essa que vos escreve pode voltar ao reino mágico de Mítica e se encontrar com personagens tão queridos dos quais ela estava morrendo de saudades. E posso afirmar com toda certeza que a espera valeu a pena, e que sim já estou desesperada pelo próximo livro. Nessa quarta aventura da série A Queda dos Reinos, Morgan Rhodes nos apresentou mais um capitulo incrível de uma história em que a cada livro fica ainda melhor.

Pode conter spoiler dos livros anteriores, por isso quem não quiser colocar sua conta em risco pulando três parágrafos em 3,2,1.

Após os últimos acontecimentos sombrios no Templo da deusa Valoria, Cleo se vê ainda mais presa ao enigmático príncipe Magnus na fria Limeros. Os dois sabem que é uma questão de tempo para que a fúria de Gaius o Rei Sanguinário se voltar contra eles, mas enquanto esse momento não chega cada um vai lutar com as armas que tem para salvar o seu povo e si mesmo.

Lucia a jovem feiticeira aliada ao deus do fogo Kyan vai deixando por onde passa um rastro de medo e destruição. Graças a ajuda de Kyan, Lucia vai descobrindo a extensão de seus poderes e cega pela dor de uma traição ela só consegue pensar em vingança. Outro que experimenta o gosto amargo da traição e da frustração é Jonas, o líder dos rebeldes de Paelsia, que está entre a vida e a morte depois do seu ultimo confronto com Felix.

Quando Gaius parte para o distante e exótico Império de Kraeshia, para dar inicio a um novo e terrível jogo pelo poder,  ele não faz ideia que é só mais um peão nessa partida. Afinal a princesa Amara já provou que está disposta a fazer o que for preciso para se conseguir a Tétrade e conquistar o mundo. A batalha final começa a ser desenhada e a pergunta que fica é, - quem sobreviverá a ela?

Uma das características mais marcante na escrita da Morgan Rhodes é que ela sempre vai te surpreender de alguma forma. Não somente a narrativa é fluida e envolvente, como a cada novo livro e personagens que vão surgindo você se vê encantado com a dimensão da história e principalmente como a autora construiu perfeitamente bem tudo isso. Maré Congelada foi um livro em que a espera valeu a pena. Não somente por ser perceptível o amadurecimento da escrita da autora, mas especialmente por ver a evolução da trama em si.

De verdade ao mesmo tempo em que eu ficava super ansiosa pelo próximo capitulo, sentia também aquele frio na barriga, pois a Morgan é aquele tipo de autora que não tem dó de fazer certos “sacrifícios” por uma boa história. E foi justamente esse detalhe na narrativa da autora que me deixou completamente apaixonada pela série lá em 2013 quando li A Queda dos Reinos.   Em Maré Congelada senti meu coração apertado em vários momentos de pura aflição, daqueles que eu fechava os olhos e rezava para a Morgan não parti-lo. E acredito que para qualquer leitor esse sentimento, esse grau de envolvimento com uma história é o que torna a leitura tão prazerosa.

Gostei muito de ver o quanto a Cleo e o Magnus () amadureceram nesse livro, em especial o Magnus que pelo visto finalmente resolveu tirar a máscara e mostrar quem realmente é. Fiquei mais uma vez triste pelo Jonas, e sério estou torcendo muito para que ele tenha um final lindo. Por que se tem alguém que merece isso é ele, pois apesar de todas as suas perdas e da comprovada “falta de sorte” o Jonas é aquele tipo de pessoa que não desiste de lutar por aquilo que acha certo e pelo seu povo.  A Lucia agora divide minha "birra" com a Amara, o que não sei dizer ainda se é algo bom ou não para ela.

Tipo nos capítulos finais eu comecei a sentir uma mudança até que significativa na postura da personagem. Porém acredito que é um pouco cedo para afirmar com certeza que a minha visão e opinião sobre a Lucia vai ser totalmente “diferente”, afinal, ainda temos dois livros para a série ser concluída.  A Amara é aquela personagem que até certo ponto eu consigo “entender” as motivações dela, só que o modo como ela age e usa as pessoas para atingir seus objetivos pelo menos no meu ponto de vista é imperdoável. Sim, aqui é bem aquele típico caso de que “os fins não justificam os meios”.

E isso é uma das grandes qualidades da série. Seus personagens são falhos, reais e extremamente humanos. Morgan Rhodes consegue expor o melhor e o pior de cada, com um equilíbrio perfeito, de modo que mesmo não gostando ou concordando com suas ações você os compreende. Agora só me resta esperar pelo próximo capítulo dessa série maravilhosa, até por que estou com um leve pressentimento que as coisas vão pegar fogo daqui para frente. E bem, confesso que estou bastante curiosa em ver isso.

“ É possível se entediar até com a beleza quando se está constantemente cercado por ela.”

Com uma narrativa cheia de ação, reviravoltas, magia e um toque de romance a série A Queda dos Reinos vem a cada novo livro comprovando o talento da sua autora, em criar uma trama surpreende com personagens incríveis.  Sem sombra de dúvidas uma das minhas séries favoritas. Se você é fã de histórias fantásticas, e ainda não se aventurou por Mítica e seus segredos, não sabe o que está perdendo viu. #ficaadica!

Veja Também:

#naplaylist – My Dear Library | 06 Anos.

20/05/16

| Arquivado em: MÚSICAS.

Olá leitores, tudo bem como você?

Amanhã o My Dear Library comemora seis anos de existência, mas como estarei festando meu aniversário (pela terceira vez), estou liberando esse post hoje =D. E nada melhor do que comemorar o aniversário do blog, com um post que deu origem a tudo isso. Afinal, lá em 21 de maio de 2010 o primeiro post do My Dear Library, foi um #naplaylist.

imagem: Tumblr
Assim de verdade toda vez que essa data se aproxima eu penso, - mais um ano que estou aqui. E esse pensamento, esse sentimento é realmente  incrível! Comecei o blog em um dos momentos mais tumultuados da minha vida, e ver o quanto ele cresceu ao longo desses últimos seis anos e principalmente quantas amizades (reais e virtuais) fiz através dele me deixa ainda mais feliz () e de certa forma realizada.

Agradecer vocês nunca foi ou será demais, e sei que posso estar correndo o risco de parecer repetitiva ao falar isso.  Porém quero agradecer a todos que me acompanham aqui no blog, tanto aqueles que estão comigo desde o começo como vocês que estão chegando agora. A quem me segue lá na Fanpage, Instagram, Twitter e Snapchat. Meu, muito OBRIGADA a todos vocês ()!

Mas como hoje é dia de festa, vamos afastar os móveis da sala aumentar o som por que o My Dear Library está em Ritmo, é ritmo de festa!

imagem: Tumblr
#naplaylist

Obrigada por todo carinho que vocês tem com o blog e comigo. Saibam que mesmo a distancia vocês são muito especiais e importantes da minha vida. Espero de todo o meu coração ter muitos, mais muitos aniversários do My Dear Library para comemorar com vocês ()!

Beijos e até o próximo post!

O Acordo por Elle Kennedy.

16/05/16

| Arquivado em: RESENHAS.

*Este livro foi recebido como
prova antecipada para resenha.
ISBN: 9788584390274
Editora: Paralela
Ano de Lançamento: 2016
Número de páginas: 360
Classificação: Muito Bom
Sinopse: Amores Improváveis – Livro 01.Hannah Wells finalmente encontrou alguém que a interessasse. Mas, embora seja autoconfiante em vários outros aspectos da vida, carrega nas costas uma bagagem e tanto quando o assunto é sexo e sedução. Não vai ter jeito: ela vai ter que sair da zona de conforto Mesmo que isso signifique dar aulas particulares para o infantil, irritante e convencido capitão do time de hóquei, em troca de um encontro de mentirinha. Tudo o que Garrett Graham quer é se formar para poder jogar hóquei profissional. Mas suas notas cada vez mais baixas estão ameaçando arruinar tudo aquilo pelo qual tanto se dedicou. Se ajudar uma garota linda e sarcástica a fazer ciúmes em outro cara puder garantir sua vaga no time, ele topa. Mas o que era apenas uma troca de favores entre dois opostos acaba se tornando uma amizade inesperada. Até que um beijo faz com que Hannah e Garret precisem repensar os termos de seu acordo.

Tem momentos em nossa vida de leitor que tudo o que queremos é uma leitura leve, daquelas que aqueça nosso coração e ainda deixe um sorriso bobo em nosso rosto. O Acordo de Elle Kennedy é bem esse tipo de leitura. Clichê do começo ao fim, mas nem por isso menos envolvente e apaixonante.

Hannah Wells está completamente caidinha por Justin, um lindo rapaz do time de futebol da faculdade. Porém Justin, nem sabe que ela existe e Hannah é insegura demais em assuntos referentes ao coração para se aproximar do moço. Mas a “solução” para os seus problemas está prestes a surgir de uma forma um tanto inusitada. Desesperado para recuperar sua média e não ser afastado do time de hóquei do qual é capitão, o convencido e irritante Garrett Graham propõem a Hannah um acordo. Ela o ajuda a melhorar suas notas e em troca Garrett a leva para um encontro de mentirinha, que tem como único propósito fazer com que Justin finalmente note a existência dela.

Porém o que começa com uma simples troca de favores, e de fardas por assim dizer logo se torna uma amizade daquelas inimagináveis. Afinal é só olhar para Hannah e Garrett para perceber que eles não têm nada em comum, não é mesmo? Só que onde há fumaça, há fogo e um beijo nada inocente, pode provar aos dois que eles são mais compatíveis do que eles pensam ser.

Se você está pensando: “Já li isso antes”, não está enganado. O Acordo é aquele típico livro que você começa sabendo como vai terminar, e que durante a leitura vai te levar a relembrar inúmeras histórias “parecidas”.  Mas isso não faz com que sua narrativa seja menos agradável. Na verdade acredito que o que torna o livro da Elle Kennedy, tão gostoso de ler é justamente a sua previsibilidade.

O relacionamento de Hannah e Garrett começar da forma menos “tradicional” possível e no melhor estilo cão e gato, ou melhor, dizendo gata. É tudo tão “sessão da tarde” que é impossível você não se divertir com as discussões bobas dos dois, até por que você sabe muito bem como elas vão terminar. Além disso, Elle Kennedy construiu uma trama em que os personagens se revelam aos poucos e com isso vamos conhecendo eles, ao mesmo tempo em que Hannah e Garrett  se conhecem melhor.

Ambos possuem um passado cheio de dor e péssimas lembranças, e ver o modo como que cada um revela isso ao outro é lindo. Só que não vou negar que em muitos momentos achei as atitudes tanto da Hannah como de Garrett extremamente infantis, principalmente no começo do livro. Garrett é tão convencido e cheio de si, que chega a dar nos nervos. Já a Hannah parece ser aquela típica “menininha boba”, apaixonada por um príncipe. Só que conforme a leitura avança vamos percebendo que eles não nada disso, mas admito que no começo  as “birrinhas” deles são bem irritantes.

Outro ponto interessante do enredo é a forma como  a autora trabalhou os personagens secundários e equilibrou a narrativa. Elle Kennedy soube apresentar uma trama cheia de sensualidade, com momentos divertidos e assuntos sérios sem nunca deixar a narrativa perder o ritmo ou se tornar monótona.  E isso faz como que O Acordo, apesar de parecer meio que o mais do mesmo que já estamos acostumados a ler por ai, seja um livro único daqueles que conquista nosso coração, antes mesmo da gente se dar conta disso.

“ – Parabéns, você é mesmo um psicopata.
– Não, só sou meticuloso. Gosto de conhecer meu adversário.”

Perfeito para quem busca histórias leves com um toque de romance avassalador e drama, O Acordo é uma leitura rápida que mesmo sendo previsível é viciante. Dificilmente você vai pensar em fazer outra coisa depois de começar a ler esse livro.  Recomendo!

*O Acordo é o primeiro livro da série e chega as livrarias no dia 25 de maio.

Dama da Meia-Noite por Cassandra Clare.

12/05/16

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.
ISBN: 9788501401083
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2016
Número de páginas:  574
Classificação: Ótimo
Sinopse: Os Artifícios das Trevas – Livro 01.
Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada. O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar. Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira. Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

C
omo vocês podem perceber essa que vos escreve até tenta fugir das séries, mas elas simplesmente dão um jeitinho de me encontrar. Dama da Meia-Noite é o primeiro livro da nova série da autora Cassandra Clare, Os Artifícios das Trevas que se passa também no universo fantástico dos Shadowhunters. E gente, - que livro é esse? Sério, estou até “arrependida” de ter lido ele tão rápido, por que agora tenho que lidar com a saudade e com a ansiedade de esperar pelo próximo livro.

Emma Carstairs é uma sobrevivente. Depois de perder seus pais de forma trágica e de quase ter perdido a vida na guerra que praticamente devastou o Mundo das Sombras em um passado recente, ela é se tornou uma das melhores Caçadoras de Sombras de sua geração. Emma é uma lutadora implacável que não teme nada e nem a ninguém, afinal ela acredita que não tem mais nada a perder. Quando uma série de assassinatos envolvendo humanos e fadas parecem possuir alguma ligação com a morte de seus pais, Emma não pensa duas vezes e vai atrás de respostas sozinha.

Ou era o planejado, até que uma comitiva das fadas aparecer no Instituto de Los Angeles propondo uma perigosa, mas irrecusável aliança. Essa pode ser a última chance de Emma desvendar a verdade sobre a morte de seus pais e de Julian Blackthorn, seu parabatai ter o irmão de volta. Emma, Julian e Mark têm duas semanas para descobrir quem está por trás dos assassinatos e entregar o culpado as fadas. Mas embora para alguns, duas semanas possam parecer pouco tempo, para esses três guerreiros essas podem ser as semanas mais intensas e decisivas de suas vidas.

A cada nova pista que encontram mais próximo do assassino eles ficam. Mas será que esses jovens Caçadores de Sombras estão preparados para que certas verdades sejam ditas em voz alta? Em especial aquelas que escondem nos recantos mais sombrios de seus corações. Ainda mais agora que Emma e Julian tem consciência do que sentem um pelo outro, e de todas as leis que existem no mundo dos Shadowhunters, nenhuma é mais sagrada e rígida do que aquela que diz que parabatais não podem se apaixonar um pelo outro.

Sim, eu ainda não terminei de ler Instrumentos Mortais e nem cheguei perto de Peças Infernais, ou seja, peguei alguns spoilers aqui. Porém, se você é assim como eu que não liga muito para esse fato, posso garantir que a sua leitura não será prejudicada por esse “pequeno” detalhe. Em Dama da Meia-Noite, é visível mesmo para mim, que só li os dois livros de Instrumentos Mortais, o quanto a escrita da Cassandra Clare evoluiu. A narrativa é ágil, misteriosa e envolvente do tipo que faz como que você mergulhe em suas páginas e se sinta parte da história.

O enredo foi tão bem construído que nem a grande quantidade de personagens prejudicou o desenvolvimento da trama. Cassandra soube dar a cada personagem um traço único, o que faz com que seja praticamente impossível você não ama-los. Emma está longe de ser aquela mocinha frágil e indefesa, que fica chorando pelo leite derramado. Muito pelo contrário, Emma é movida pelo senso de justiça, ou de vingança dependendo do ponto de vista, e apesar da dor que carrega no coração, vai a luta  por aqueles que ama.

O Julian já é aquele mocinho que vem quietinho e quando você menos espera já conquistou aquele lugar especial em seu coração. Sério o Julian aquele personagem encantador e assustador, ao mesmo tempo de tão intenso que ele é. O Mark também é outro personagem cativante, mas a verdade é que todos os Blackthorns são. Adorei a Livvy e a Drusilla do mesmo modo que fiquei apaixonada pelo pequeno Tavvy. Porém, entretanto, toda via o meu coração foi totalmente conquistado pelo Tiberius Blackthorn (), ou Ty para os íntimos.

Acho que já deu para perceber que sempre, acabo gostando mais dos personagens secundários do que dos principais. Tipo eu fico naquela expectativa que o autor os desenvolva melhor durante a série. E aqui a Cassandra nos apresenta uma gama de personagens incríveis com um potencial enorme para crescer nos próximos livros. E não são só os membros da família Blackthorn, mas como também a Cristina e o Diego, que se mostraram peças fundamentais no desfecho desse primeiro livro.

Mas, nem tudo são flores nessa minha vida literária. Tia Cassie já chegou partindo meu coração e me deixando desesperada pela continuação. Dama da Meia-Noite foi uma leitura tão maravilhosa que ao final me vi que nem uma boba abraçada no livro e dizendo até logo para meus novos e queridos amigos Shadowhunters. I miss you (...).

“ – Não – disse ela. – Sou quem sou por que faço parte dessa família. Nunca se esqueça, Jules. As escolhas que fazemos também nos fazem.”

Dama da Meia-Noite se apresenta como um começo bem promissor para mais uma série tem tudo para arrebatar corações. Com uma narrativa fluida e personagens cativantes, Cassandra Clare prova mais uma vez por que a cada novo lançamento, vem se consagrando com um nos maiores nomes da literatura fantástica para jovens.  Mal posso esperar por Lord of Shadows.

Capitão América: Guerra Civil.

09/05/16

| Arquivado em: FILMES.

Olá leitores, tudo bem com vocês?

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe o quanto sou fã da Marvel. Por esse motivo, sempre fico na maior expectativa quando o estúdio lança um novo filme ou série. E esse ano um dos lançamentos mais esperados por mim era o filme, Capitão América: Guerra Civil.

imagem: Divulgação.
Vou confessar que sim, - o Capitão América () é o meu herói favorito dentro do Universo da Marvel.  Comecei a me interessar pelo personagem e a gostar dele por causa das referências que são feitas ao personagem em alguns episódios dos desenhos de X-MEN. Ou seja, como vocês podem perceber é um amor antigo. Em Capitão América: Guerra Civil nós temos uma das produções mais maduras da Marvel, porém apesar do tom mais sombrio e sério o filme conta também com momentos leves e engraçados. Afinal, nada como um "alívio cômico" para amenizar a tensão.

imagem: Divulgação.
Sokovia pode ser considerada como um divisor de águas na história de Os Vingadores. Após a batalha com Ultron as opiniões a respeito do grupo de pessoas aprimoradas com habilidades especiais ficam divididas. Para muitos eles são verdadeiros heróis, para outros eles representam um perigo enorme para humanidade. Tento isso em mente, governos de várias nações propõem o Tratado de Sokovia, que tem como objetivo “controlar” a ação dos heróis já que a partir da sua assinatura nenhum deles poderá assumir uma missão sem uma autorização governamental.

imagem: Divulgação.
Tony Stark (Robert Downey, Jr) que já vinha se sentindo um pouco culpado pelos os acontecimentos em Sokovia, desde que foi confrontado por uma mãe que perdeu o filho durante a batalha é a favor do tratado. Porém Steve Rogers (Chris Evans) é contra a decisão de limitar a ação dos Vingadores. Para Steve, cabe a cada um escolher suas próprias batalhas, e principalmente levando em conta o que aconteceu com a S.H.I.E.L.D, o Capitão acredita que toda a organização quanto detém poder demais nas mãos corre o risco de ser corrompida. E é a partir desse impasse que se desenrola todo o conflito de a Guerra Civil.

imagem: Divulgação.
Uma das minhas maiores preocupações em relação a esse filme era como a produção lidaria com tantos heróis. Mas tudo no filme foi pensado com muito cuidado e até mesmo os personagens secundários desempenham um papel importante na trama.  Adorei as participações do Homem-Formiga (Paul Rudd) e do Homem-Aranha (Tom Holland), da mesma forma que fiquei bastante surpresa com o Pantera Negra (Chadwick Boseman). Tipo ele era aquele personagem que não me chamava muita atenção, só que agora depois do filme fiquei bastante curiosa para conhecer melhor a sua história.

imagem: Divulgação.
Outro ponto positivo é que o filme, já começa a dar uma pequena amostra de como é  relação da diva Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany) que juntos formam um dos casais mais emblemáticos do quadrinhos. Sempre gostei da Feiticeira Escarlate, mas a atuação da Elizabeth Olsen está tão maravilhosa que posto de rainha da Jean Gray em meu coração, sofreu uma leve "ameaça".

imagem: Divulgação.
Sharon Carter (Emily VanCamp) e Everett Ross (Martin Freeman), mesmo com papeis menores tiveram a sua importância na evolução de todo o enredo do filme. Especialmente no caso da Sharon que em um momento decisivo é uma peça chave. E o mesmo vale para a Viúva Negra (Scarlett Johansson). Tipo, apesar de parecer que ela escolheu um "time", vi ela mais como uma “conciliadora” do que realmente defendo um lado só da história.

imagem: Divulgação.
Já o Falcão (Anthony Mackie) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), apesar de serem vistos por alguns com personagens "pequenos", aqui mostraram o porquê merecem fazer parte do time de Os Vingadores. Além disso, nesse filme foi possível também ver o quanto o Falcão é fiel ao Capitão América, pois ele não somente ajuda Steve ir atrás da verdade e com também coloca a própria vida em risco ao defender os ideais do Capitão.

imagem: Divulgação.
Capitão América: Guerra Civil faz com que você não tire os olhos da tela, de tão absorvido que fica com sua história. História essa que também nos mostra que mesmo com todos os erros que cometeu e vidas que tirou Bucky, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) foi uma vitima nas mãos da Hidra. E é nesse momento, quando as cartas são postas na mesa por mais que você seja fiel ao Capitão América (como eu e o Falcão), o seu coração vai sentir uma empatia enorme pelo Homem de Ferro.

imagem: Divulgação.
Capitão América: Guerra Civil possui ótimas cenas de luta, mas ao menos para essa que vos escreve o verdadeiro embate foi de argumentos e pontos de vista divergentes. Do tipo que não há lado certo ou errado, e sim cada um defendendo aquilo que julga como verdade para si. No final não existem vitoriosos ou derrotados, apenas sobreviventes.

imagem: Divulgação.
Ficha Técnica:
Capitão América: Guerra Civil
Título Original: Captain America: Civil War
Duração: 2h 28min
Gênero: Ação | Aventura
Direção: Anthony Russo e Joe Russo
Música: Henry Jackman.
Produção: Kevin Feige
Elenco: Chris Evans (Steve Rogers / Capitão América), Robert Downey, Jr.(Tony Stark / Homem de Ferro), Scarlett Johansson (Natasha Romanoff / Viúva Negra), Sebastian Stan (Bucky Barnes / Soldado Invernal), Anthony Mackie (Sam Wilson / Falcão), Don Cheadle (James Rhodes / Máquina de Combate), Jeremy Renner (Clint Barton / Gavião Arqueiro), Chadwick Boseman (T'Challa / Pantera Negra), Paul Bettany (Visão), Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate), Paul Rudd (Scott Lang / Homem-Formiga), Emily VanCamp (Sharon Carter / Agente 13), Tom Holland (Peter Parker / Homem-Aranha), Frank Grillo (Brock Rumlow / Ossos Cruzados), William Hurt (General Thadeus "Thunderbolt" Ross), Daniel Brühl (Helmut Zemo), Martin Freeman (Everett Ross).







Sinopse: Capitão América: Guerra Civil encontra Steve Rogers liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Mas, depois que um novo incidente envolvendo os Vingadores resulta num dano colateral, a pressão política se levanta para instaurar um sistema de contagem liderado por um órgão governamental para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status que divide os Vingadores, resultando em dois campos: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark em apoio à supervisão e contagem do governo.

Trailer:

Capitão América: Guerra Civil é um filme com um boa carga dramática que consegue ser ao mesmo tempo divertido. Sem sombra de dúvidas uma das melhores produções da Marvel para os cinemas dos ultimos tempos, que agrada tanto quem é fã de longa data dos heróis, como também aqueles que buscam apenas um ótimo filme para assistir. E lembrando que são duas cenas pós-créditos heim ;)

Beijos e até o próximo post;***

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