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21/12/2015

Filme – Star Wars: O Despertar da Força

| Arquivado em: FILMES.

Poderia começar esse post com a seguinte frase: “Não sei o que dizer só o que sentir.”. Super clichê eu sei, porém ontem eu realmente não sabia o que dizer logo após ter assistido ao filme mais esperado por mim esse ano. Lágrimas rolaram logo que o tema clássico de Star Wars começou a tocar. E não nego que há cada aparição dos personagens antigos da série, meus olhos lacrimejavam.
imagem: Divulgação.
Então hoje sem estar sentindo a “emoção” do momento, acredito que posso compartilhar com vocês as minhas impressões a respeito desse filme fantástico, sem parecer muito fan girl. Por que sim, o filme foi fantástico e superou em muito as minhas expectativas. Embora confesse que para esse feito, ele me deixou triste também.
imagem: Divulgação.
O Episódio VII se passa muitos anos após os acontecimentos de o Retorno de Jedi. A Resistência ainda luta por uma galáxia livre da ditadura do Império, afinal mesmo com a queda de Darth Vader () e Lord Sidious os ideais sombrios que eles outrora pregaram continuaram vivos e serviram de base para o nascimento da Primeira Ordem.

Em muitos aspectos O Despertar da Força me lembrou  bastante o Episódio IV: A Nova Esperança, não apenas por alguns detalhes serem similares, mais também por que no decorrer da trama algumas sequencias  ficaram bem "parecidas". Isso não somente despertou em mim aquela sensação de nostalgia, como do mesmo modo comprova o bom trabalho do diretor J.J. Abrams e da produção ao criar essa “ponte” entre os filmes da série.
imagem: Divulgação.
Foi uma emoção indescritível  rever meus queridos Hans Solo (Harrison Ford), Leia Organa (Carrie Fisher), R2-D2 (Kenny Baker), C3PO (Anthony Daniels), Chewbacca (Peter Mayhew) e claro Luke Skywalker (Mark Hamill). Porém, bateu também aquela saudade de outros personagens, que infelizmente no decorrer da série partiram dessa para uma “galáxia melhor”. Mesmo eu ainda achando que a Maz Kanata (Lupita Nyong'o), é uma “versão nova” do Mestre Yoda (). Só acho viu (...).
imagem: Divulgação.
E se os personagens antigos continuam tento um lugar especial em nossos corações, os novos chegam para confirmar que em coração de fã sempre cabe mais um. Rey (Daisy Ridley) é uma personagem incrível, decidida e inteligente que mostra em diversos momentos que sabe muito bem se virar sozinha.
imagem: Divulgação.
Foi o primeiro filme que assisti com a Daisy Ridley e fiquei muito surpresa com a atuação dela dela.  Rey é mais uma prova que há sim espaço nos filmes de ação para mulheres fortes. Já o Finn (John Boyega) é aquele personagem responsável pelos momentos mais leves e engraçados do filme. Star Wars sempre contou com um toque de humor e John Boyega, trouxe isso para O Despertar da Força.
imagem: Divulgação.
Dos personagens novos talvez o único que não me conquistou muito aqui, é o Kylo Ren (Adam Driver). Tudo bem que sei que Darth Vader  é insubstituível, e até certo ponto Kylo convence com a sua personalidade instável e seu desejo de seguir o caminho sombrio da força. Porém, ao menos em minha opinião em determinadas situações o General Hux (Domhnall Gleeson) consegue se destacar mais no papel de vilão do que Kylo.
imagem: Divulgação.
Tipo achei que o Adam Driver não tem carisma suficiente para “segurar” o papel de "grande" vilão de um série como Star Wars. Talvez eu “morda a língua” mais para frente e de verdade torço para isso. Admito também que queria uma participação maior do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis aka eterno Sméagol/Gollum).  Só que, pelo visto vou ter que esperar pelos próximos filmes e bem, - eu mal posso esperar.

Ficha Técnica:
Star Wars: O Despertar da Força.
Título Original: Star Wars: Episode VII - The Force Awakens
Duração: 2h15min.
Gênero: Ação |Aventura | Ficção Científica.
Direção: J.J. Abrams.
Música: John Willians.
Produção: Kathleen Kennedy, J. J. Abrams e Bryan Burk.
Baseado: Star Wars, de George Lucas.
Elenco: Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe Dameron), Adam Driver (Kylo Ren), Harrison Ford (Hans Solo), Carrie Fisher (Leia Organa), Mark Hamill (Luke Skywalker), Peter Mayhew (Chewbacca), Anthony Daniels (C3PO), Kenny Baker (R2-D2), Lupita Nyong'o (Maz Kanata), Andy Serkis (Supremo Líder Snoke), Domhnall Gleeson (General Hux), Max von Sydow (Lor San Tekka) entre outros.




Sinopse: Star Wars: Episode VII.
Muito tempo após os fatos de "O Retorno de Jedi", encontra-se a Primeira Ordem, uma organização sombria iniciada após a queda de Darth Vader e do Império. O grupo está em busca do poderoso Jedi Luke Skywalker, mas terão que enfrentar outro grupo em busca de Luke: a Resistência, liderada por Leia.




Trailer:


Com uma produção impecável e uma trilha sonora  perfeita (acharam mesmo que eu não ia comentar isso), O Despertar da Força não somente correspondeu as minhas expectativas, ao mesmo tempo em que se mostrou como um bom prelúdio para os próximos filmes.  E arrisco-me a dizer que vem muita coisa boa por ai.

Que a Força esteja com vocês e até o próximo post!

09/11/2015

#naplaylist – Soundtrack

| Arquivado em: MÚSICAS.

Arrisco a dizer que o post e hoje é um dos mais especiais que fiz aqui no blog. Ok! Eu já fiz inúmeros post para a coluna #naplaylist e para quem está chegando agora e não sabe a primeira postagem do blog de 21 de maio de 2010, foi justamente sobre música.

Nessa coluna, eu já apresentei grupos que muitos não conheciam e estilos que vão do rock pesado ao pop coreano. E mesmo grupos como meu amado Two Steps From Hell sempre parecendo por aqui entre uma playlist e outra, eu meu dei conta que até hoje não tinha feito um post exclusivo de Soundtrack, os meu estilo musical favorito (). E vocês esse tempo todo pensando que era KPOP, não é mesmo?

Sonata Innamorata
Confesso que sempre preciso rever o trailer ou o filme, pois da primeira vez que os vejo pode ter certeza que prestei mais atenção a trilha sonora do que a história em si. Alguns amigos que já conhecem essa minha paixão pelo estilo nem estranham mais o fato que depois de assistir a um filme como aconteceu com Instrumentos Mortais e Mad Max, eu pesquisar quem tinha composto da trilha sonora.

E detalhe, quando eu digo que gosto de trilhas sonoras, não estou dizendo aquelas músicas como My Heart Will Go On da Celine Dion, mesmo ela sendo linda e inesquecível por causa de Titanic. Quando digo que amo trilhas sonoras estou me referindo, a marcante Lumus! de Harry Potter, The Breaking of the Fellowship de O Senhor do Anéis e outras músicas que não são tornaram hits nas rádios, mas que são maravilhosas ().

E é uma pequena parte delas que vou compartilhar com vocês nesse post, cheio de amor ()! O #naplaylist de hoje tem músicas de Harry Potter, Senhor dos Anéis, Edward Mãos de Tesoura, Código Di Vinci e muito mais.  Por isso, aumente o volume e viagem nessa maravilhosa (sim eu sou suspeita para falar, mas está linda mesmo gente ) seleção musical.

#naplaylist


Espero que tenham gostado no #naplaylist desse mês, do mesmo modo como eu adorei selecionar as músicas para o post.

Uma ótima semana para vocês e até o próximo post!
Beijos;***

31/05/2015

Filme – Mad Max: Estrada da Fúria

| Arquivado em: Filmes e Séries.

Bom dia leitores =)

Faz tempinho que não falo de filmes aqui no blog, não é mesmo? Então hoje vou compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o ultimo lançamento que fui conferir no cinema. O tão falado Mad Max: Estrada da Fúria.
imagem: Divulgação.
Confesso que sofri um pequeno “lapso de memória”. Tipo toda vez que ouvia falar sobre Mad Max, o nome não me era estranho. Só que por algum motivo eu não conseguia ligar o nome a pessoa, ou melhor, dizendo ao filme. Porém, eis que um dia a luz finalmente surgiu e tudo ficou claro e nesse momento eu meu perguntei: “Ane do céu, como você pode ter esquecido desse clássico da Sessão da Tarde?” e “Como você pode ter esquecido de Mel Gibson e Tina Tuner?”.

Sim por que se você é como essa que vos escreve e cresceu nos saudosos anos 90, assistiu muito Mad Max na Sessão da Tarde. Assim como outros filmes clássicos tipo Garotos Perdidos, Goonies, Abracadabra, A Lagoa Azul entre outros. Por esse motivo obviamente eu estava curiosíssima para ir ao cinema e assistir Mad Max: Estrada da Fúria.
imagem: Divulgação.
Antes de tudo quero deixar claro a minha admiração pelo diretor George Miller. Ele podia ter feito um reebot dos filmes da série e começado tudo de novo. Porém, assim como o primeiro Mad Max foi ousado e original para sua época, aqui ele traz não apenas uma sequencia fantástica para a franquia e sim um filme como há muito tempo eu não assistia.

Em um mundo pós-apocalíptico Max Rockatansky (Tom Hardy) é capturado pelos Garotos da Guerra comandados por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), para ser usado como banco de sangue para os homens feridos. Immortan Joe é o tirando que controla a Cidadela e se aproveita do fato de possuir uma rica e rara fonte de água potável para explorar a população. Se apenas esses “pequenos detalhes”, já não fossem motivos suficientes para fazer de Joe um personagem odioso, ele ainda mantém doadoras de leite e jovens mulheres presas, com o único intuito que elas gerem filhos saudáveis. Quando Furiosa (Charlize Theron), foge com os “tesouros” Immortan Joe começa uma corrida ensandecida pelo deserto e Max se vê no meio dela.
imagem: Divulgação.
Mad Max: Estrada da Fúria possui um roteiro em que a ação predomina do começo ao fim. Ele é aquele tipo de filme que não te dá descanso, pois a cada momento tudo pode mudar ou simplesmente acabar. E isso faz com que você fique preso na trama até o fim. Além disso, o fato do filme contar com poucos recursos de computação gráfica e uma fotografia lindíssima torna a obra ainda mais grandiosa.

Porém o ponto que mais chama a atenção em Mad Max é a forma como as personagens femininas foram trabalhadas. Aqui elas não são retratadas como as “bonitonas” ou o sexo frágil da história que precisa de um herói para salvá-las. E não, não estou sendo feminista.  Só que a verdade é que talvez esse seja o primeiro filme que em que vemos um equilíbrio real entre os gêneros.  Por que em Mad Max tanto a Furiosa como Max tem o mesmo grau de importância na trama. Os ideais e as motivações dos personagens foram tão bem trabalhados que embora o filme tenha poucos diálogos, isso é visível nas atitudes que cada um toma para sobreviver ao caos.
imagem: Divulgação.
O filme em si não tem muita história propriamente dita, afinal quase tudo dele é baseado em uma corrida insana pelo deserto, embalada por uma M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A trilha sonora. Sim, a trilha sonora é um capítulo a parte aqui. Assinada pelo DJ holandês Junkie XL e pelo fantástico Hans Zimmer, ela é uma mistura de estilos que contribui para deixar tudo no filme ainda mais frenético e angustiante. E acredito que talvez essa “loucura” não tenha agradado a todos que foram assistir ao filme, e confesso que eu mesma tinha ficado um pouco insegura sobre como me sentia em relação a ele.

Tipo, eu fiquei um tanto “chocada”, por que analisando o cenário da história friamente, aquela realidade retratada não está assim tão longe de nossas portas. E por esse motivo fiquei pensando: “Do que adianta tanta evolução tecnológica, tanto avanço na ciência se um cataclismo pode ter o poder de transformar o ser humano em algo tão assustador e desprezível”, ou “Será que se acontecer realmente um evento apocalíptico vamos chegar a esse nível de barbárie”

Assim, duvido que essa tenha sido à intenção do diretor e roteiristas, tipo gerarem esse “pensamento filosófico” em que assiste ao filme.  Só que o problema é que não tem como não pensar nisso e justamente por esse motivo fiquei com os meus sentimentos confusos (...) . 
imagem: Divulgação.
•  Ficha Técnica:
Mad Max: Estrada da Fúria.
Título Original: Mad Max: Fury Road
Duração: 2h.
Gênero: Ação |Aventura | Ficção Científica.
Direção: George Miller.
Música: Junkie XL e Hans Zimmer.
Produção: Doug Mitchell, P.J. Voeten e George Miller.
Elenco: Tom Hardy (Max Rockatansky), Charlize Theron (Furiosa), Nicholas Hoult (Nux),Hugh Keays-Byrne ( Immortan Joe), Zoë Kravitz (Toast), Riley Keough ( Capable),Rosie Huntington-Whiteley (Splendid), Nathan Jones (Rictus Erectus),  Abbey Lee Kershaw (The Dag), entre outros.






Sinopse: Após ser capturado por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.
Não recomendado para menores de 16 anos.

•  Trailer

Fazendo um balanço de tudo posso dizer que realmente gostei do que vi.  E repito que o diretor conseguiu trazer para telas um filme único como há muito tempo não tínhamos.  Há força, conflito interior e emoção em Mad Max. Tudo isso sem a necessidade e grandes efeitos e muitas palavras. Recomendo!

Beijos e até o próximo post!

20/03/2015

Filme - Simplesmente Acontece

| Arquivado em: Filmes e Séries.

Olá leitores, tudo bem com vocês?

Quem leu a minha resenha de Simplesmente Acontece da autora Cecelia Ahern, sabe o quanto eu gostei e me emocionei com a história de Alex e Rosie. Por esse motivo, a adaptação desse romance tão “gracinha” era um dos filmes mais esperados por mim nesse inicio de ano. E já posso adiantar que apesar de algumas mudanças, fiquei feliz com que assisti.
imagem: Divulgação
Na verdade eu não estava esperando ver na tela a mesma história que me encantou tanto no livro. Quem já leu Simplesmente Acontece, sabe que a formula com que o enredo foi desenvolvido funciona bem apenas nos livros. A adaptação precisa de um ritmo mais dinâmico para que a narrativa ganhe vida. Por esse motivo mesmo que a história tenha perdido um pouco do seu “charme”, que vinha em parte das longas passagens de tempo a essência em si foi mantida.
imagem: Divulgação
Lily Collins e Sam Claflin estão encantadores nos papéis de Rosie e Alex. Tipo não consigo pensar em autores melhores para interpretar esse casal tão fofo. Você vê os dois juntos e já se apaixona por eles. Sim, da mesma maneira que o livro é clichê o filme também é, e de forma alguma isso é ruim. Já comentei várias vezes isso aqui no blog. O problema não é você saber logo no começo como tudo vai terminar e sim o autor ficar inventando desculpas sem sentido para adiar o inevitável.
imagem: Divulgação
Talvez a grande diferença entre um e outro é que o filme tem como objetivo passar uma imagem totalmente romântica e “poética” da vida. Aqui a Rosie não enfrenta tantos problemas como no livro. A história é bem mais leve e até um tanta cômica quando a comparamos com a original. No livro acompanhamos cinquenta anos da vida de Rosie e Alex, no filme são apenas quinze, e mesmo isso não me “agradando” muito eu entendo que houve a necessidade de dar uma “resumida” na história dos dois.
imagem: Divulgação
Mas, tanto em um como no outro o que torna tudo tão mágico é o fato de que é a vida que está sendo retratada ali. A vida com seus altos e baixos, imprevistos e mudanças bruscas. A vida com nossas escolhas erradas, dias bons e outros nem tão bons assim. A única diferença é que na ficção você sabe que tudo vai terminar bem, e nós em nossas realidades nem sempre temos certeza disso.
imagem: Divulgação
•  Ficha Técnica:
Simplesmente Acontece.
Título Original: Love, Rosie.
Duração: 1h42min.
Gênero: Romance | Comédia.
Direção: Cristian DitterRoteiro e Juliette Towhidi.
Musica: Ralph Wengenmayr.
Produção: Robert Kulzer e Simon Brooks.
Elenco: Lily Collins (Rosie Dunne), Sam Claffin (Alex Stewart), Suki Waterhouse (Bethany), Tamsin Egerton (Sally), Christian Cooke (Greg), Jaime Winstone (Ruby), Lily Laight (Katie Dunne).




Sinopse: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.

•  Trailer:
Simplesmente Acontece é um filme  doce e  despretensioso, com uma fotografia lindíssima e a trilha sonora que nos leva em uma deliciosa viagem pelo tempo. Fique emocionada em algumas cenas da mesma forma como me emocionei durante a leitura.

Mesmo que a primeira vista pareça que transformaram uma bela história em mais um romance no estilo “sessão da tarde”, eu ao menos posso afirmar que adorei o resultado final (). 

Beijos e até o próximo post;***

15/12/2014

Filmes – Trilogia O Hobbit


Bom dia leitores, tudo bem como vocês?

No post de hoje vou compartilhar com vocês a minha singela opinião sobre dois filmes da trilogia O Hobbit, - O Hobbit: A Desolação de Smaug e O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos.

Quem me conhece pessoalmente sabe o quanto sou fã das obras do autor J.R.R Tolkien, e por esse motivo mesmo sabendo que os filmes se distanciam um pouco da obra original, sempre aguardei as estreias deles como muita ansiedade. Sim, eu deveria ter escrito um post comentado sobre o segundo filme no ano passado, mas infelizmente não deu tempo. Então por esse motivo nesse Sobre Filmes,  vou escrever um review duplo.

Divulgação.
Em O Hobbit: A Desolação de Smaug o diretor Peter Jackson soube explorar bem todo o universo presente nas obras do Tolkien. O filme não apenas trouxe um desenvolvimento melhor dos personagens, mas como também apresentou um novo“grande” inimigo, o dragão Smaug dublado magistralmente por Benedict Cumberbatch.

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Sim, teve a inserção de personagens que não estão presentes no livro o que causou certa “revolta” em alguns fãs, e admito que até eu mesma no começo não curtir muito o fato do direitor acrescentar  tais recursos no longa. Porém, no contexto geral essas “modificações” funcionaram bem e deram ao filme um pouco mais de ação. Não vou negar que adorei rever o Orlando Bloom como Legolas, e a parte em que a os anões chegam aos domínios do Rei Thranduil (Lee Pace) é uma das minhas favoritas. Sim leitores, é muito amor pelos elfos de Tolkien nesse meu ().

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Mas, com certeza o grande momento do filme é o encontro do Bilbo (Martin Freeman) com o Smaug. Ok! Podem me chamar de louca, mas eu adoro o Smaug. Com diálogos inteligentes seguidos por uma sequencia de boas cenas de ação, O Hobbit: A Desolação de Smaug, pode até não ser visto por alguns como "um grande filme". Porém, ele  de fato me deixou “desesperada” por saber o que ia acontecer no ultimo e decisivo capitulo dessa história.

Trailer:


Muitos de vocês podem me chamar de “fã-fanática” (e talvez eu realmente seja), mas confesso que nesse momento estou sentido a mesma sensação de vazio que senti após assistir O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei e Harry Potter: As Relíquias da Morte 2. Tipo acabou...  (pausa para o momento nostalgia).

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O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos me deixou sem palavras. Não apenas por ter sido um final fantástico para um enredo que apresentou pequenas falhas no decorrer do seu desenvolvimento. E sim por que ele consegue em determinados momentos surpreender e emocionar quem está assistindo.

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São tantos momentos marcantes que fica até difícil escolher um só para comentar. Porém, por toda a ligação que uma cena em especial tem com O Senhor dos Anéis e pelo fato de nela estarem reunidos alguns dos meus personagens favoritos, a cena de Dol Guldur foi uma, das que mais me arrepiou. Tipo, pensem em uma mesma cena estão presentes o Gandalf (Ian McKellen), a Galadriel (Cate Blanchett), o Saruman (Christopher Lee) e o Elrond (Hugo Weaving). De verdade foi muita emoção para o meu ()!

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Thorin – Escudo de Carvalho (Richard Armitage) sem sombra de duvidas é um dos grandes personagens desse filme. Digo um dos grandes, por outros personagens,como o Bard (Luke Evans) também tiveram um papel importante em O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos.  Só que a interpretação do ator Richard Armitage consegue não apenas transmitir toda a batalha interior que o Thorin enfrenta naquele momento, mas faz como que você sinta aquele misto de amor e ódio por ele. É simplesmente emocionante perceber como o ator realmente “deu” a vida pelo personagem.

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos conta com vários detalhes que possuem ligação direta com a história do anel do poder, o que talvez tivesse servido com uma ótima introdução se ele tivesse sido lançado antes. Claro que toda grande produção, o enredo deixou algumas lacunas e decepcionou em alguns pontos. Mas, não estou aqui para escrever um critica “pseudointelectual”, ou para ficar comparando o livro com os filmes e nem apontando todas as falhas que eles tiveram. O resultado final foi gratificante e isso é o que importa, ao menos para essa que vos escreve.

Confesso que em determinados momentos lágrimas vieram aos meus olhos, assim como vieram em O Retorno do Rei. E a culpa é unicamente exclusiva da trilha sonora e da bendita The Breaking of the Fellowship do Howard Shore, que sempre me faz chorar.

Ficha Técnica:

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos.
Título Original: The Hobbit: The Battle of the Five Armies.
Duração: 2h24min.
Gênero: Fantasia | Aventura.
Direção: Peter Jackson.
Roteiro: Fran Walsh, Philippa Boyens, Peter Jackson, Guillermo del Toro.
Compositor: Howard Shore.
Elenco: Benedict Cumberbatch (como Smaug) , Cate Blanchett (como Galadriel), Evangeline Lilly (como Tauriel), Manu Bennett (como Azog), Richard Armitage (como Thorin), Martin Freeman (como Bilbo), Lee Pace (como Thranduil), Orlando Bloom (como Legolas), Hugo Weaving (como Elrond), Luke Evans (como Bard), Ian McKellen (como Gandalf), Christopher Lee (como Saruman ), entre outros.






Sinopse: Após ser expulso da montanha de Erebor, o dragão Smaug ataca com fúria a cidade dos homens que fica próxima ao local. Após muita destruição, Bard (Luke Evans) consegue derrotá-lo. Não demora muito para que a queda de Smaug se espalhe, atraindo os mais variados interessados nas riquezas que existem dentro de Erebor. Entretanto, Thorin (Richard Armitage) está disposto a tudo para impedir a entrada de elfos, anões e orcs, ainda mais por ser tomado por uma obsessão crescente pela riqueza à sua volta. Paralelamente a estes eventos, Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) e Gandalf (Ian McKellen) tentam impedir a guerra.

Trailer:


Com uma fotografia incrível, trilha sonora perfeita e personagens inesquecíveis, O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos deixa aquele gostinho de quero mais e uma boa sensação de nostalgia  nos fãs da Terra Média e sua saga épica.

Beijos e até o próximo post!

Veja Também:

O Hobbit: A Jornada Inesperada.

ps: Martin Freeman é o meu Hobbit favorito ().

18/09/2014

Filme – Se eu ficar

Bom dia leitores! Tudo bem com vocês?

Semana passada eu fui conferir a adaptação do best-seller da autora Gayle Forman, Se eu Ficar, para os cinemas e desde então não paro de me perguntar: “Estou errada em ter gostado mais do filme do que do livro?”. A verdade leitores é que durante o filme, senti aquilo que não consegui ao ler o livro, - emoção.
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Como resenhei o livro a pouquíssimo tempo aqui no blog, acredito que não preciso entrar em detalhes sobre o que se trata a história. Hoje quero apenas compartilhar com vocês as impressões que tive enquanto assistia ao filme, e com isso inevitavelmente eu sei que vou acabar fazendo algumas “pequenas“ comparações entre um e outro. Até mesmo, por que acho que dessa forma vou conseguir expressar melhor a forma como me senti.
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Já deu para notar que sou uma apaixonada por música, não é?  Na verdade eu preciso confessar que um dos meus sonhos era ser violinista. Amo música clássica, e ela me faz viajar para um lugar só meu o que em muitos momentos é realmente libertador. E a relação que a Mia (Chloë Grace Moretz) tinha com a música no filme fez com que eu me visse na personagem em muitos momentos.
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Ao contrário do livro em que foco é mais o dilema de ir ou ficar da Mia, o filme obviamente dá um destaque maior ao relacionamento entre ela e o Adam (Jamie Blackley). Aqui todas as diferenças que ela menciona existir entre ambos no livro ficam mais evidentes e com isso o romance deles ganha aqueles ares de “fofura”, que em minha opinião faltou no livro.  Ao assistir ao filme toda aquela superficialidade que em incomodou tanto durante a leitura, foi substituída por sentimentos e emoções que em várias situações fizeram com que os meus olhos se enchessem de lágrimas.
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Admito que o meu problema ao ler o livro, foi visualizar a situação que estava sendo narrada. Tipo por mais que tentasse, eu não conseguia me sentir envolvida. No filme foi diferente, por que mesmo eu já sabendo a história, algo na expressão dos atores e na atmosfera criada para passar toda a carga dramática que o enredo original possui, meio que me conectou com tudo aquilo que eu estava vendo. 
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Entre os flashbacks e o momento atual em que a Mia se encontra no hospital, o filme nos revela como era a família dela e principalmente o peso que a personagem terá que suportar de tudo o que ela perdeu. Cada momento em que os pensamentos da Mia se voltam para o passado, a cada lembrança a dimensão da dor e sofrimento dela se tornavam maiores fazendo com que o meu coração fosse ficando mais apertado.
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Eu podia listar várias cenas que me emocionaram e que em meu ponto vista foram importantes no desfecho da história.  Mas, de todas as cenas as protagonizadas por Stacy Keach, avô de Mia, e pela Kim (Liana Liberato), sua melhor amiga foram as que mais me emocionaram. Ok! Teve uma cena com o Adam também que é linda gente! Só de lembrar os meus olhos já ficam cheios de lágrima.


Ficha Técnica.
Se eu ficar.
Título original: If I Stay
Distribuidor WARNER BROS.
Duração: 1h46min
Gênero: Drama
Direção: R.J. Cutler
Roteiro: Shauna Cross
Compositor: Heitor Pereira
Produtora Executiva: Gayle Forman
Elenco: Chloë Grace Moretz (como Mia Hall); Mireille Enos (como Kat Hall); Joshua Leonard (como Denny Hall); Jamie Blackley (como Adam);  Stacy Keach (como Grandpa); Liana Liberato (como Kim Schein); Jakob Davies (como Teddy Hall); Aisha Hinds (como Nurse Ramirez); entre outros.


Sinopse: Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma prodigiosa musicista que vive a dúvida de ter que decidir entre a dedicação integral à carreira na famosa escola Julliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Após sofrer um grave acidente de carro, a jovem perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e sobre o futuro que pode ter, caso sobreviva.

Trailer.



A intenção do filme é clara desde o trailer. Fazer com que qualquer um que assista ao filme sai com lágrimas dos olhos ao seu final. Para isso eles usaram uma fórmula infalível, amor e drama adolescente com uma trilhar sonora perfeita de fundo. Se eles erraram em destacar mais o relacionamento da Mia e do Adam, do que a dor dela por ter perdido toda a família no acidente, eu não sei. Só sei que o filme cumpriu bem o seu papel e me fez chorar tudo o que não chorei no livro.

Me julguem se caso eu esteja sendo insensível, ou por ser uma romântica incorrigível. Mas não se esqueçam do que eu comentei logo no inicio do post. Sou apaixonada por música e a adaptação de Se Eu ficar, ao menos para mim é uma belíssima sonata.

Beijos e até o próximo post!

11/08/2014

Filme - Guardiões da Galáxia


Bom dia leitores! Tudo bem com vocês? 

Semana passada eu fui conferir o novo filme na Marvel, o tão comentado Guardiões da Galáxia. E vocês querem saber o que achei? Simplesmente adorei o que eu vi!

Abduzido quando criança Peter Quill (Chris Pratt) acabou sendo criado por um grupo de mercenários, profissão que ele resolve seguir ao atingir a vida adulta.  Porém, quis o acaso do destino que durante um de seus trabalhos ele rouba-se justamente um misterioso objeto desejado pelo cruel Ronan, O Acusador (Lee Pace) e pelo maléfico Thanos (Josh Brolin). Sem ter a mínima noção do perigo que corria, Quill começa uma corrida maluca para salvar a sua vida. Afinal parece que de repente toda a galáxia resolveu ir atrás dele.



Primeiro ele precisa escapar de uma das filhas de Thanos, Gamora (Zoe Saldana), que está atrás dele para recuperar o resultado do seu último furto. No meio do caminho ele se depara com a dupla Groot (voz de Vin Diesel) e Rocket (voz de Bradley Cooper), que pretendem captura-lo e ganhar a recompensa que os mercenários ofereceram por sua cabeça. Em meio a toda essa confusão Quill acaba preso e no presídio ele começa uma amizade improvável com os seus perseguidores e com Drax, O Destruidor (Dave Bautista), formando assim o grupo que ficará conhecido como Guardiões da Galáxia.



Para começar, tenho que confessar que apesar de ser fã da Marvel, não consigo acompanhar todos os heróis e os muitos universos criados pelo estúdio. Além disso, acreditem, - eu não assisti a nenhum trailer do filme. Sim, fui ao cinema sem saber ao certo o que esperar do filme, e acredito que foi justamente por esse motivo eu tenha gostado tanto.

Eu poderia mencionar vários pontos positivos do filme, porém vou me conter e citar apenas os que me chamaram mais atenção. Primeiro sem sombra de dúvidas é a trilha sonora. Vocês sabem que esse é um ponto que sempre me chama a atenção nos filmes. Mas para quem é fã das músicas da década 80 assim como eu, vai ficar encantado com a seleção musical do filme. É pura nostalgia *-*. Outro ponto foi à maquiagem. Gente que maquiagem é essa? O Lee Pace está irreconhecível como Ronan, O Acusador. Para quem não sabe ele é o mesmo ator que diva como Thranduil () em O Hobbit.  Tipo até agora eu não acredito que é ele. Estou passada até agora com isso, - é sério!



Gostei de todos os personagens, mas em especial me encantei com o Groot e com o Rocket.  Eles tornaram o filme ainda mais hilário, e por que não dizer emocionante. Sim, por mais incrível que parece, Guardiões da Galáxia tem algumas cenas que foram capazes de fazer cair ciscos em meus olhos (disfarça). Este é um daqueles típicos filmes que chega sem pretensão, com os primeiros minutos até um tanto “parados” e se destaca por sua originalidade.

Ficha Técnica:

Guardiões da Galáxia
Título Original: Guardians of the Galaxy
Diretor: James Gunn (II)
Duração: 2h 1min
Gênero: Ficção Científica, Ação.



Sinopse: Peter Quill (Chris Pratt) foi abduzido da Terra quando ainda era criança. Adulto, fez carreira como saqueador e ganhou o nome de Senhor das Estrelas. Quando rouba uma esfera, na qual o poderoso vilão Ronan, da raça kree, está interessado, passa a ser procurado por vários caçadores de recompensas. Para escapar do perigo, Quill une forças com quatro personagens fora do sistema: Groot, uma árvore humanóide (Vin Diesel), a sombria e perigosa Gamora (Zoe Saldana), o guaxinim rápido no gatilho Rocket Racoon (Bradley Cooper) e o vingativo Drax, o Destruidor (Dave Bautista). Mas o Senhor das Estrelas descobre que a esfera roubada possui um poder capaz de mudar os rumos do universo, e logo o grupo deverá proteger o objeto para salvar o futuro da galáxia.

Trailer:



Com personagens carismáticos inseridos em um roteiro com boas cenas ação e com ótimas tiradas, Guardiões da Galáxia consegue ser um filme divertido e emocionante ao mesmo tempo. Realmente um filme incrível, que deixou em mim aquele gostinho de quero mais. Se você ainda não assistiu, corra por que vale muito a pena.

Recomendo!

Beijos e até o próximo post.

21/07/2014

Café Literário – Das Páginas para as Telas

Bom dia leitores!

Pode até parecer que nos últimos anos houve certo “bum” e do dia para a noite os estúdios de Hollywood descobriam que vale muito a pena investir em adaptações literárias para as telonas. 

Mas, apesar do sucesso alcançado em franquias como Harry Potter, Senhor dos Anéis, Twilight, Jogos Vorazes, entre outros não é de hoje que temos nossas histórias favoritas transformadas em filmes.  Isso se não levarmos em conta as histórias em quadrinhos (HQs) que também a cada dia ganham mais espaço nas adaptações.

Por esse motivo no café literário desse mês, fiz uma pequena seleção de filmes, mas antigos em que suas histórias saíram diretos das páginas para as telas. Confiram ai! ;D

imagem: Tumblr


A Duquesa (2008).



Adaptado do livro: Georgiana (Duquesa de Devonshire) de Amanda Foreman.
Curiosidade: O Duque de Devonshire é interpretado por Ralph Fiennes, nosso eterno Lorde Voldemort.

Memórias de Uma Gueixa (2005).



Adaptado do livro: Memórias de Uma Gueixa de Arthur Golden.
Curiosidade:  O filme ganhou três estatuetas no Oscar em 2006. Venceu nas categorias de melhor direção de arte, melhor fotografia e melhor figurino.

O Conde de Monte Cristo (2002).



Adaptado do livro: O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas.
Curiosidades:  O livro foi concluído pelo autor em 1844.
- O Padre Abade Farias foi interpretado pelo saudoso Richard Harris. Harris interpretou o professor Alvo Dumbledore nos dois primeiros filmes da franquia Harry Potter e faleceu em 25 de outubro de 2002.

Entrevista com o Vampiro (1994).



Adaptado do livro: Entrevista com o Vampiro de Anne Rice.
Curiosidades: O livro é considerado um dos clássicos da literatura inglesa.
- Quando soube da contratação de Tom Cruise para o papel, a autora  declarou estar profundamente desapontada com a escolha, pois não acreditava que Cruise conseguiria dar a força dramática necessária ao personagem.
- O autor Johnny Depp recebeu uma oferta para interpretar o personagem Lestat.
- Christian Slater que interpretou ou repórter Daniel Molloy, que doou seu cachê por completo às instituições de caridade.
- A versão brasileira do livro foi traduzida pela escritora Clarice Lispector.

O Vento Levou (1939).



Adaptado do livro: O Vento Levou de Margaret Mitchell.
Curiosidades: A autora escreveu o romance entre 1926 e 1929 e sua intenção original era dar a protagonista o nome de Pansy O'Hara.
- Hattie McDaniel (Mammy) foi a primeira atriz negra a conquistar um Oscar, não pôde comparecer na première do filme em Atlanta porque era negra.
- O filme ganhou 10 estatuetas do Oscar.
- Os escritores F. Scott Fitzgerald e William Faukner também participaram como roteiristas.
- A atriz Vivien Leigh (Scarlett O'Hara ) e autor Clark Gable (Rhett Butler), brigavam constantemente, pois Vivien considerava pouco profissional que Clark deixasse o estúdio sempre às seis da tarde, todos os dias. Por sua vez Clark Gable considerava um abuso oferecer um papel essencialmente estadunidense a uma atriz britânica.

Espero que vocês tenham gostado de saber um pouquinho mais sobre essas famosas adaptações literárias. Eu vou confessar que me bateu uma saudade de assistir O Vento Levou *-*

Beijos e uma ótima semana!

14/07/2014

#naplaylist – Músicas & Filmes 2

Bom dia leitores!

Há um ano eu fiz um #naplaylist compartilhando com vocês, alguns filmes que se tornaram inesquecíveis por causa de uma música especial. Logicamente foi um dos post mais difíceis de escrever, já que é bem complicado selecionar apenas cinco músicas entre uma infinidade de músicas marcantes.

Porém pensei, por que não criar uma “parte 2” do #naplaylist – Músicas & Filmes? Mas uma vez me vi com uma tarefa difícil em mãos e claro, - chorei bastante ao ouvir novamente algumas músicas e me recordar dos filmes dos quais elas fazem parte.

Então sem mais delongas, aumentem o som confiram a playlist ai ;)

imagem: Tumblr.

5ª Enya - Only Time (Doce Novembro).

Quem chora horrores nesse filme levanta a mão o/
Goo Goo Dolls - Iris (Cidade dos Anjos).

Vou confessar que Cidade dos Anjos não é assim (...) um dos meus filmes favoritos, mas essa música é perfeita demais para ficar de fora desse post.


Phil Collins - You'll Be In My Heart (Tarzan).

Sempre cai um cisco no meu olho quando assisto a esse filme...

Christina Perri - A Thousand Years (Amanhecer Parte II).

Quem disse que não gosto de nada da Saga Twilight? Brincadeiras a parte, sou completamente apaixonada por esse música  *-* Linda demais!

Idina Menzel - Let It Go (Frozen).

Não tinha como essa música ficar de fora desse post, não é gente? Aquele que não ficou cantarolando Let It Go, Let It Go... por semana seguidas que atire a primeira pedra rs...

Com certeza esse é um tipo post que sempre dá margem para várias “continuações”, que vou procurar trazer aqui para vocês ao menos uma vez por ano. Por isso não deixem de compartilhar nos comentários a opinião de vocês em relação às músicas escolhidas.

Espero que tenham gostado!
=D

Beijos e até o próximo post!

30/06/2014

Filme – Como Treinar seu Dragão 2


Olá leitores, bom dia!

Sei que ando em falta com essa coluna aqui no blog (sorry), mas a verdade é que nunca sei ao certo o que escrever sobre os filmes e a séries que assisto. Eu até pensei em escrever um “review” sobre A Culpa é das Estrelas, porém imaginei que a maioria dos blogs faria isso, então por que não falar de outro filme emocionante?
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Como Treinar seu Dragão é uma das minhas animações favoritas e não importa quantas vezes eu já tenha assistido. Sempre que o filme está passando, paro tudo que estou fazendo e assisto de novo. Acho linda a mensagem que a história passa, sobre a convivência pacifica entre humanos e dragões, e principalmente que apesar de nossas limitações a única coisa que nos impede de seguir em frente somos nós mesmos.
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E o que posso falar de Como Treinar seu Dragão 2? O filme é perfeito do começo ao fim! Não só por conta dos belíssimos efeitos visuais tão característicos nos filmes da Dreamworks, mas por conseguir mesclar com maestria momentos divertidos e personagens carismáticos, com ação e emoção.  Eu já tinha me emocionado bastante com a relação do Soluço com o Banguela no primeiro filme, mas aqui tudo ganhou dimensões maiores.
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Tudo bem que essa que voz escreve é manteiga derretida por natureza, mas admito que eu chorei muito mais assistindo como Como Treinar seu Dragão 2, do que em A Culpa é das Estrelas. Acredito que muitos do que assistiram ou ainda assistiram ao filme, serão pegos de surpresa com uma das cenas mais bonitas e tristes que já vi em um desenho animado.
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Embora a estrutura original de história tenha sido mantida, a continuação se destaca do primeiro filme, de forma única e encantadora sendo ainda melhor. Claro que não posso deixar de mencionar a trilha sonora que é simplesmente contagiante. Perdi as contas de quantas vezes já ouvi Where No One Goes *-*

Um dos melhores filmes que assisti esse ano! Muito, muito amor ().

Ficha Técnica:

Como Treinar seu Dragão 2.
Título Original: How to Train Your Dragon 2
Diretor: Dean DeBlois
Duração: 1h45min
Gênero     Animação , Aventura , Fantasia



Sinopse: Cinco anos após convencer os habitantes de seu vilarejo que os dragões não devem ser combatidos, Soluço (voz de Jay Baruchel) convive com seu dragão Fúria da Noite, e estes animais integraram pacificamente a rotina dos moradores da ilha de Berk. Entre viagens pelos céus e corridas de dragões, Soluço descobre uma caverna secreta, onde centenas de novos dragões vivem. O local é protegido por Valka (voz de Cate Blanchett), mãe de Soluço, que foi afastada do filho quando ele ainda era um bebê. Juntos, eles precisarão proteger o mundo que conhecem do perigoso Drago Bludvist (Djimon Hounson), que deseja controlar todos os dragões existentes.


  Trailer.




Beijos e até o próximo post!

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