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outubro 24, 2013

Filme– Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos



Olá leitores!

Como promessa é divida, hoje vou compartilhar como vocês a minha opinião sobre a adaptação do livro Cidade dos Ossos para os cinemas.

Antes de tudo tenho que deixar bem claro, que há algum tempo evito fazer as “famosas” comparações livro x filme, afinal eu sei que com raras exceções a adaptação acaba sendo a mais fiel possível. Então para que me estressar, não é mesmo?

Divulgação
Com Cidade dos Ossos não foi diferente. Mesmo antes de o filme ser oficialmente lançado, eu já tinha lido muitos comentários negativos sobre a escolha do cast. O que até certo ponto eu acho normal. Afinal ao ler um livro sempre imaginamos o personagem do nosso jeito. Aposto que o Jace que eu tinha em mente, não é o mesmo Jace que vocês tinham, e por ia vai. Os atores escolhidos nunca são como imaginávamos o personagem ao ler o livro, isso é fato.

Por isso mesmo com todo o “negativismo” visível a respeito do filme, resolvi arriscar e fui assistir sem muitas expectativas, apesar de ter gostado muito do livro. E querem saber a verdade? Eu gostei bastante do que eu vi. Assim não é o filme mais fantástico que eu já assisti na minha vida, porém se você evitar ficar comparando ele com o livro a cada segundo, você acaba percebendo que não há motivos para temer ter gasto seu dinheiro à toa.

Divulgação
Uma das coisas que mais gostei, foi que no filme os roteiristas não perderam tempo com os detalhes pequenos presentes no livro. Eles partiram direto para ação, dando ao filme uma dinâmica mais rápida e sem tanta “enrolação”. Claro, que algumas coisas foram mudadas e que talvez aquela parte que em sua opinião é essencial pode ter sido cortada, mas é só comparar com outras adaptações e ver que isso acontece em praticamente todas.

Os atores escolhidos também não deixaram tanto a desejar como muitos estavam comentando e temendo. Eu gostei bastante da atuação do Robert Sheehan, que conseguiu de certa forma deixar o Simon muito mais legal do que realmente ele é no livro. Kevin Zegers (Alec) e Jemima West (Isabelle) me surpreenderam bastante, pois eles são muito diferentes do Alec e a Isabelle que eu tinha em mente. Mas, como dizem eles realmente “encarnaram” os personagens e não me decepcionaram.
Divulgação
Meus suspiros foram para o Godfrey Gao, que acabou sendo meu Magnus Bane perfeito () e para o Jonathan Rhys Meyers (Valentim). Eu gosto bastante do Jonathan Rhys Meyers, desde a atuação dele em “O Som do Coração”.

Como pode ser tão lindo? *-*  imagem: Divulgação.
Já as atuações do casal principal de protagonistas Lilly Collins (Clary) e Jamie Campbell Bower (Jace), também não deixaram tão a desejar, embora eu tenha que confessar que achei a Lilly Collins uma atriz um pouco “fraca”. Assim eu tenho certo “amor” pelo Jamie Campbell Bower desde que ele apareceu em Harry Potter, então podem me condenar por achar que ele como Jace ficou uma graça (só acho que ele está muito magro, mas...).

Os efeitos especiais são bastante convincentes e o filme possui uma atmosfera sombria e mágica ao mesmo tempo. A forma como lugares foram retratados do filme superaram a ideia que eu tinha deles quando li o livro. Eu os imaginava de uma maneira mais simples e intimidadora, enquanto no filme eles realmente são bem mais fantásticos.

Simplesmente amei a trilha sonora! Não a “POP” e sim a instrumental. Eu não conhecia o trabalho do compositor Atli Örvarson, mas posso garantir que me tornei fã. Estou apaixonada pela trilha que ele compôs para o filme. Maravilhosa, perfeita ()!

Em fim, pode não ter sido o filme mais surpreendente e emocionante que vi na minha vida, porém superou em muito as minhas baixas expectativas.  Valeu a pena!

Ficha Técnica.
Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos – 2013
Título Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Diretor: Harald Zwart
Duração: 2h 10min
Gênero: Fantasia, Ação, Aventura

Sinopse: Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.


Trailer.



bjus e até o próximo post;***


novembro 09, 2015

#naplaylist – Soundtrack

| Arquivado em: MÚSICAS.

Arrisco a dizer que o post e hoje é um dos mais especiais que fiz aqui no blog. Ok! Eu já fiz inúmeros post para a coluna #naplaylist e para quem está chegando agora e não sabe a primeira postagem do blog de 21 de maio de 2010, foi justamente sobre música.

Nessa coluna, eu já apresentei grupos que muitos não conheciam e estilos que vão do rock pesado ao pop coreano. E mesmo grupos como meu amado Two Steps From Hell sempre parecendo por aqui entre uma playlist e outra, eu meu dei conta que até hoje não tinha feito um post exclusivo de Soundtrack, os meu estilo musical favorito (). E vocês esse tempo todo pensando que era KPOP, não é mesmo?

Sonata Innamorata
Confesso que sempre preciso rever o trailer ou o filme, pois da primeira vez que os vejo pode ter certeza que prestei mais atenção a trilha sonora do que a história em si. Alguns amigos que já conhecem essa minha paixão pelo estilo nem estranham mais o fato que depois de assistir a um filme como aconteceu com Instrumentos Mortais e Mad Max, eu pesquisar quem tinha composto da trilha sonora.

E detalhe, quando eu digo que gosto de trilhas sonoras, não estou dizendo aquelas músicas como My Heart Will Go On da Celine Dion, mesmo ela sendo linda e inesquecível por causa de Titanic. Quando digo que amo trilhas sonoras estou me referindo, a marcante Lumus! de Harry Potter, The Breaking of the Fellowship de O Senhor do Anéis e outras músicas que não são tornaram hits nas rádios, mas que são maravilhosas ().

E é uma pequena parte delas que vou compartilhar com vocês nesse post, cheio de amor ()! O #naplaylist de hoje tem músicas de Harry Potter, Senhor dos Anéis, Edward Mãos de Tesoura, Código Di Vinci e muito mais.  Por isso, aumente o volume e viagem nessa maravilhosa (sim eu sou suspeita para falar, mas está linda mesmo gente ) seleção musical.

#naplaylist


Espero que tenham gostado no #naplaylist desse mês, do mesmo modo como eu adorei selecionar as músicas para o post.

Uma ótima semana para vocês e até o próximo post!
Beijos;***

agosto 04, 2013

Cidade dos Ossos por Cassandra Clare



ISBN: 9788501087140
• Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 462
Classificação: Muito Bom


Sinopse: Os Instrumentos Mortais  I.

Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Começo a resenha admitindo que sim, - Cidade dos Ossos está acima da média no requisito série sobrenatural. Ok! Eu “mordi a língua” direitinho, pois o livro é muito melhor do que eu esperava. Afinal eu não tinha grande ou nenhuma expectativa em relação a ele mesmo. Não que Cidade dos Ossos contenha algo de muito surpreendente e fantástico, porém o fato é que após terminar a leitura percebi que já estava com saudades dos personagens, e super curiosa para ler o próximo livro da série.

Como acredito que a grande maioria de vocês já devem ter lido inúmeras resenhas desse livro, alguns até estão contado nos dedos os dias que faltam para o lançamento do filme, essa resenha vai ser um pouco diferente já que não vejo a necessidade de entrar em detalhes sobre o que se trata a história.

Talvez eu esteja errada em afirmar que Cidade dos Ossos é um livro “despretensioso”, porém de certo modo, mesmo recorrendo a todos os clichês conhecidos a autora Cassandra Clare conseguiu escrever uma história que consegue ser diferente. Não sei se foi pela forma com que a narrativa se desenvolveu, ou se foi pelo fato dos personagens terem me cativado o fato é que gostei do livro. E gostei muito!

Ao contrário da grande maioria (só para variar um pouco), não caí de amores pelo Jace. Podem me julgar, eu não ligo. O problema é que achei o Jace tão convencido e arrogante que foi difícil me encantar por ele. Pode ser que, conforme eu for lendo os demais livros da série acabe me encantando por ele, mas infelizmente dessa vez não sofri do famoso “amor à primeira vista”, pelo mocinho da vez.  Já a Clary apesar de todo o meu receio que ela podia ser mais uma daquelas mocinhas bobinhas e sem graça por quem todos se apaixonam ao menos no primeiro livro mesmo com algumas atitudes idiotas por parte dela, foi um personagem com quem me simpatizei, por assim dizer.

Na verdade, o que realmente me chamou atenção e fez com que eu gostasse da história foram os personagens secundários. Tudo bem que Alec me irritou um pouco, mas adorei a Isabelle e o Simon. Porém, meu personagem favorito é Magnus Bane (suspiros). Ok! Eu sempre gosto dos personagens mais “estranhos”, mas gente não tem como não se apaixonar pelo “Magnífico feiticeiro do Brooklin”.

Achei bastante interessante a maneira com que a Cassandra Clare trabalhou com o “mito” do nefilins, mesclando ele com outros mitos sobrenaturais como; vampiros, lobisomens, feiticeiros e demônios. Isso realmente deu um toque diferente ao que eu estava acostumada a ler, e deixou à narrativa mais envolvente, rápida e cheia de ação. Cidade dos Ossos é um aquele tipo de livro que possui uma aura de mistério que vai conquistando você a cada capítulo. Realmente não esperava gostar tanto do livro como eu gostei. Arrependo-me de não ter lido ele antes, de verdade.

Vocês devem estar se perguntado: “Ane se o livro é tão bom assim, por que não marcou ele como favorito?”. Bem, vocês já devem ter percebido que sou um pouco chata e para um livro ganhar um coraçãozinho comigo é uma tarefa um pouco difícil. Assim, apesar de ter gostado bastante do livro eu senti falta que ainda faltou alguma coisa. Entendo que é o primeiro livro da série (que aparentemente não tem fim ainda), só que não é por que eu gostei bastante que não achei algumas situações forçadas e bobas. Pois, é nem tudo é perfeito nessa minha vida de leitora, infelizmente (...).

“O menino nunca mais chorou e nunca mais se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir e que ser amado é ser destruído”.

Um livro que vai deixar os fãs de literatura sobrenatural apaixonados, e os que estão em busca de uma boa aventura ansiosos a cada capítulo. Se você ainda não leu Cidade dos Ossos, leia por que vale a pena.

Recomendo!

janeiro 29, 2015

Nostalgias, listas e metas para 2015

| Arquivado em: Café Literário.

Boa tarde leitores!

Em nosso primeiro Café Literário do ano, vou compartilhar com você as minhas metas para 2015. Na verdade eu tinha “prometido” que em 2015 não criaria nenhuma lista e nem ia ficar fazendo mil planos. O meu lema continua sendo, - “prefiro me surpreender a me decepcionar”. Porém, fiquei pensando, - este ano vou fazer 30 anos. Tipo são três décadas de vida, não tem como ignorar algo tão marcante.

Não que eu esteja passando por uma crise de idade, mas fico recordando de como me imaginava hoje a quinze anos atrás. Acho que é meio automático esse sentimento de nostalgia quando nos aproximamos de “marcos históricos” em nossas vidas.  Você começa a realmente perceber o quanto o tempo passou rápido demais. Se da conta que muitas das pessoas que um dia cruzaram o seu caminho hoje já não estão mais aqui entre nós. Que algumas amizades não resistiram às mudanças enquanto outras ficaram ainda mais fortes com o tempo.
imagem: tumblr
Sempre me imaginei aos trinta anos, casada com filhos tendo minha casa e sendo bióloga. Hoje a minha vida é o completo oposto disso.  E querem saber de uma coisa, de certo modo fico feliz que tudo deu “errado”, por que foram graças a esses enormes erros e tropeços que conquistei o que tenho hoje. Claro que nem tudo é um mar de rosas, afinal problemas todo mundo tem. Mas, é tão gratificante perceber que por mais que algumas coisas tenham sido mais complicadas que outras, você sobreviveu e venceu todos os obstáculos.

Por esse motivo, criei uma pequena lista de coisas que quero fazer esse ano. É como se eu tivesse propondo a mim mesma uma série de desafios pessoais para cumprir até o dia 31 de dezembro.

Estão curiosos para saber o que pretendo aprontar esse ano? Confiram ai ;D

Faz muito tempo estou querendo fazer uma tatuagem. Na verdade já era até para eu ter feito uma (...). Só que justo do dia que estava tudo agendado certinho o tatuador, tive um imprevisto (sai mais tarde do trabalho) e não consegui ir. Mas, agora estou economizando para quando marcar já fazer as três tatuagens que quero de uma vez.

Este ano quero conhecer vários lugares novos. Comecei viajando para Aparecida no Norte onde passei um domingo maravilhoso. Tem várias cidadezinhas simpáticas vizinhas aqui de Sorocaba que tenho vontade de conhecer, então já estou começando a montar um roteiro.

Sim, nunca fiz um piquenique... Vai fazer um ano que minhas amigas e eu estamos planejando um, só que ele ainda não saiu do papel. Porém, combinamos que desse ano não passa =D

Em 2015 vou terminar de ler a série Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, a Trilogia da Magia da Nora Roberts, Mago do Raymond E. Feist e Rothwell Brothers da Madeline Hunter. Recuso-me (ao menos vou tentar), começar qualquer outra série sem finalizar essas.

Quando eu morava em Joinville, sempre estava indo em algum show. Às vezes ia até mesmo para Curitiba quando uma banda que eu gostava tocava lá. Mas, desde que mudei para São Paulo não fui mais a nenhum show... Torcendo para que o Angra venha tocar em Sorocaba esse ano *-*

Ai tem tanta coisa que não sei fazer gente. Não sei fazer bolo, andar de bicicleta, de patins, tocar violão, dirigir e sou um verdadeiro desastre em qualquer tipo de trabalho manual. Em fim, existem várias coisas novas que posso aprender esse ano. Admito que de todos esses itens que listei acima estou mais inclinada a aprender a fazer um bolo, já que as minhas habilidades culinárias se resumem a fazer miojo e o ovo frito =D

Bem essa é minha listinha de metas para 2015. Não quis criar uma lista enorme com metas digamos “impossíveis”, para não acabar me frustrando por não ter conseguido alcançar meus objetivos. Então, torçam por mim !

Mas, agora quero saber de vocês? Quais são as suas metas para 2015?

Beijos e até o próximo post ;****

dezembro 28, 2013

Retrospectiva Literária 2013




Olá leitores! Tudo bem como vocês?

Como já virou tradição no blog há quatro anos, hoje vou fazer a minha Retrospectiva Literária.

Para quem não sabe a Retrospectiva Literária, é promovida pela Angélica do blog Pensamento Tangencial e quem quiser participar ainda dá tempo heim =D

Quando analiso as minhas leituras de 2013, percebo que apesar de ter lido uma quantidade maior de livros em relação aos anos anteriores, foi um ano em que a qualidade das minhas leituras deixou muito a desejar.  Li poucos livros que mereceram uma “menção honrosa” e de serem marcados como meus favoritos esse ano.  Uma pena realmente (...).

Então, sem mais divagações vamos ao que interessa. A minha Retrospectiva Literária 2013!


1 O romance que me fez suspirar:
- Eu não li muitos romances que me fizeram suspirar esse ano. Mas acho que é por que eu não estava em um clima muito romântico em 2013, porém se é para escolher um livro fico com, Anna e o Beijo Frances da Stephanie Perkins que é super fofinho e que achei uma gracinha mesmo.

2 A saga que me conquistou:
- Tentei fugir um pouco de sagas esse ano, embora elas continuassem a me perseguir rs... Tem cinco sagas que me conquistaram esse ano, porém uma eu comecei a ler ano passado (...), será que vale? Acho que vale, até por que ela não pode ficar de fora dessa retrospectiva. As sagas que me conquistaram foram ... A Trilogia do Mago Negro da Trudi Canavan , Trilogia A Seleção da Kiera Cass, Saga A Queda dos Reinos da Morgan Rhodes, Série O Protetorado da Sombrinha da Gail Carriger e a Saga Instrumentos Mortais da Cassandra Clare.

3 O livro que me fez refletir:
- Essa é difícil por que li três livros realmente muito bons e que me fizeram refletir muito durante e após a sua leitura. Mas, por todas as emoções que esse livro em especial me fez sentir no final, meu voto vai para Passarinha da Kathryn Erskine.

4 O livro que me fez rir:
- Li alguns livros divertidos esse ano, mas o que me fez dar ótimas gargalhadas foi Cadê Você Benadette? da Maria Semple. Recomendo heim!

5 O livro que me fez chorar:
- Tudo bem que chorei bastante em  Passarinha e Extraordinário, mas de verdade o livro que me fez chorar desesperadamente esse ano foi O Destino do Tigre da Colleen Houck. Chorei dois capítulos seguidos, ao ponto de quase passar mal de tanto chorar. E sim, eu continuo de “birra” com a autora por causa disso.

6 O melhor livro de fantasia:
- Jura que vocês ainda tinham duvida qual seria a minha resposta? O Lord Supremo da Trudi Canavan ♥♥♥♥♥. Muito amor por um livro só minha gente!

7O livro que me decepcionou:

- Primeira pergunta fácil de responder rs... sem dúvidas Um Dia do David Nicholls. Esperava muito mais do livro.

8 O livro que me surpreendeu:
- Eu não tive lá grandes surpresas esse ano, mas um livro que me surpreendeu e se tornou meu xodozinho foi Química Perfeita da Simone Elkeles. Muito !

9 O(a) personagem do ano:
- Lord Akkarin da Trilogia do Mago Negro. (Ok! Estou muito fangirl admito).

10 A frase que não saiu da minha cabeça:
 “Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo.”
Extraordinário (R.J Palácio).

11 O casal perfeito:
- Na verdade se eu fosse falar o meu casal perfeito de 2013, ia dar um spoiler gigante aqui no post e vocês iriam ficar muito bravos comigo. Por isso o posto vai ficar com o meu segundo casal favorito que é ... Phaedra Blair e Elliot Rothwell de Lições do Desejo da Madeline Hunter.

12 O (a) autor (a) revelação:
- Confesso que essa está sendo a ultima questão que estou respondendo, por que foi difícil pensar em um autor ou autora em especial, já que 2013 não foi um ano de “grandes” leituras.  Mas uma autora que merece destaque é a Gail Carriger da série O Protetorado da Sombrinha. Gosto muito da forma como ela desenvolve a narrativa e, para quem ainda não conhece, vale a pena dar uma conferida.

13 O melhor livro nacional:
- Li apenas dois livros nacionais esse ano (shame), mas um livro que não pode ficar de fora da minha retrospectiva é o lindíssimo Quero ser Beth Levitt da Samanta Holtz.

14
O melhor livro que li em 2013:
- Momento suspense ... O melhor livro de 2013 foi: Um Hotel na Esquina do Tempo do Jamie Ford. Simplesmente perfeito! Sem mais comentários

15Li em 2013:
- Até o momento li 66 livros, mas como estou de férias acho que devo ler um ou dois livros ainda.

16 A minha meta literária para 2014 é:

- Para 2014, não estou estipulando muitas metas de leitura em razão de outras prioridades que tenho e que talvez vão me limitar um pouco o tempo disponível para os livros. Também pretendo fazer releituras, para matar a saudade de alguns personagens, por isso vou deixar a quantidade de livros que pretendo ler em 2014, não definida ainda. Até por que esse ano foi à prova que quantidade, não é qualidade (...).

É isso leitores. Espero que vocês tenham gostado da minha Retrospectiva Literária 2013 e que também se anime em fazer a de vocês também. Afinal, esse tipo de balanço é super importante para que a gente consiga avaliar o grau de amadurecimento das nossas leituras e focar nos livros que realmente tem mais chances de fazer nossos coraçõezinhos literários felizes.

Beijos e até o próximo e ultimo post (...)












do Ano!

abril 01, 2018

Anjo Mecânico por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS.



ISBN: 9788501092687
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2012
Número de páginas: 392
Classificação: Muito bom
Sinopse: As Peças Infernais – Livro 01.
Tessa Gray tem um anjinho mecânico pendurado no pescoço, um presente de família do qual nunca se separa. O tique-taque do pingente faz com que ela se sinta segura junto à lembrança dos pais, que já morreram. Mal sabe Tessa que esse barulhinho muito em breve vai se tornar o odioso som de um exército comandado por forças do Submundo. Com os Caçadores de Sombras e seu recém-descoberto poder sobrenatural, ela enfrentará uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das trevas na Londres vitoriana.

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe que depois de Harry Potter um dos meus universos favoritos, é o dos Caçadores das Sombras. O mundo criado pela autora da Cassandra Clare é tão fantástico e repleto de tantos detalhes, que a cada leitura fico ainda mais encantada por ele. Já tinha pegado alguns spoilers da trilogia As Peças Infernais quando li a Dama da Meia – Noite, e por isso estava bastante curiosa para conhecer melhor o passado de alguns personagens.  E apesar, do começo um pouco lento de o Anjo Mecânico, ao final me vi mais uma vez completamente envolvida pela escrita da autora e apaixonada pela história e seus personagens.

Theresa Gray, ou simplesmente Tessa atravessa o oceano para encontrar com irmão Nate na cinzenta e chuvosa Londres. Ela tinha em mente um reencontro feliz, porém as coisas não acabam saindo como o esperado. Assim que desembarca na cidade, a jovem acaba sendo sequestrada pelas irmãs sombrias.  A ameaça é clara, ou Tessa colabora ou Nate pagará com a vida, pela desobediência da dela. Durante a sua estadia forçada na casa das terríveis mulheres a jovem descobre possuir uma habilidade incomum, e é justamente esse seu talento que a torna tão preciosa para o misterioso Magistrado.

Will Herondale e Jem Carstairs encontram uma adaga com um símbolo do submundo próxima a uma garota mundana assassinada. Decidido a investigar o que anda acontecendo, Will acaba chegando a casa das irmãs sombrias. Enquanto tenta encontrar provas que liguem as irmãs aos crimes que vem acontecendo na cidade, ele encontra Tessa e a liberta do cativeiro. A jovem então descobre que todas as lendas que ouviu quando criança, são reais e que existe um mundo à parte daquele que sempre conheceu, em que descendentes de anjos e demônios vivem em um frágil pacto de paz.

Will a leva para o Instituto a casa dos Caçadores das Sombras, mas apesar de estar finalmente livre das garras das irmãs sombrias, Tessa continua sem notícias do irmão. A medida que busca desesperadamente encontrar alguma pista que revele o paradeiro do irmão, Tessa aos poucos vai aprendendo mais sobre como as coisas funcionam no mundo dos Caçadores das Sombras e os seus habitantes. Os dias passam rapidamente e Tessa se vê cada vez mais envolvida por Will, ao mesmo tempo que uma ligação forte surge com Jem.

Mas, algo terrível está sendo tramado nas sombras. Afinal, o Magistrado continua atrás dela e fará de tudo para atingir seus objetivos malignos e para isso ele está construindo um exército que nem anjos e demônios serão capazes de derrotar.  Ao lado de desconhecidos e novos amigos Tessa está prestes a entrar em uma batalha de vida ou morte, em ela aprendera que a verdade pode ser terrivelmente dolorosa. 

Anjo Mecânico possui uma narrativa bem introdutória, tanto que confesso que até a metade do livro eu não me via tão “empolgada” com a leitura. Porém, como estamos falando de Cassandra Clare, a autora consegue mesmo com esse ritmo mais lento inserir elementos que despertam a nossa curiosidade e que aos poucos vão nos envolvendo a cada capítulo. Gostei muito do modo como a autora construiu a os alicerces da trilogia As Peças Infernais, pois é visível que temos uma história mais madura e até mesmo mais "sombria", quando comparamos ela como o início de Os Instrumentos Mortais.

Tessa é uma personagem que evolui gradativamente conforme a narrativa avança, mas não nego que em alguns momentos as atitudes “ingênuas” demais da protagonista me incomodaram. Além disso, o fato da autora inserir um bendito triangulo amoroso na história também não me deixou muito feliz, em especial por que Will e Jem são completamente opostos.

Will é o típico bad boy, convencido e arrogante que seguindo o clichê, guarda um segredo triste de seu passado. Já Jem, é o “bonzinho” que mesmo tento sofrido uma grande perda no final de sua infância, consegue ser aquela pessoa que sempre sabe o que dizer e fazer para tranquilizar os outros. E se vocês, estão se perguntando se sou #teamWill ou #teamJem, acho que ficou óbvio que sou #teamJem ().

Porém, o ponto mais positivo nessa obra da Cassandra Clare, ao menos em minha opinião, é o papel desempenhado pelos personagens secundários. Aqui eles não são apenas personagens coadjuvantes que ficam apagados em grande parte da narrativa. Pelo contrário eles são personagens ativos e importantes no desenvolvimento do enredo. Gostei bastante da Sophie, do mesmo modo que criei uma antipatia enorme pela Jessamine. Só que não nego que a melhor participação foi o do meu personagem favorito de todo universo da Cassandra Clare, - Magnus Bane ().

Além disso, adorei a reviravolta que a autora dá na história. De algumas coisas eu até desconfiava, porém mesmo que tia Cassie tenha deixado mais perguntas do que realmente dado respostas, ela realmente conseguiu me surpreender aqui. Tanto as descrições da Londres vitoriana, como os poemas presentes no  começo de cada capitulo, tornam o enredo mais rico e fazem com que o leitor realmente se sinta parte da história que está lendo.  Como comentei no começo da resenha, Anjo Mecânico é um livro bastante introdutório o que torna o seu desenvolvimento demorado, mas sem sombra de dúvidas satisfatório.

“– Boa parte é verdade, se quer saber. As melhores mentiras são baseadas ao menos em parte na verdade.”

Ao finalizar a leitura de Anjo Mecânico a primeira pergunta que me fiz foi, o por que demorei tanto para ler ele. E admito que uma parte minha está bastante ansiosa para ler Príncipe Mecânico, mesmo já sabendo mais ou menos o que acontece graças aos spoilers que pegamos na vida (...). Cassandra Clare é uma autora incrível que a cada livro me deixa ainda mais apaixonada por suas obras. Se você ainda não deu uma chance para os Caçadores de Sombras conquistar o seu coração, não sabe o que está perdendo.

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