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06/02/2017

Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Seres do Submundo

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.

ISBN: 9788501107671
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2016
Número de páginas:
Classificação: Ótimo
Sinopse: Contada na Linguagem das Flores
Em Uma história de notáveis Caçadores de Sombras e seres do Submundo - contada na linguagem das flores, Cassandra Jean mergulha nos personagens criados por Cassandra Clare nas séries Os Instrumentos Mortais, As Peças Infernais e Os Artifícios das Trevas, reunindo características e ficha técnica de nomes como Jace Wayland, Magnus Bane e Tessa Grey. Comparando cada um deles a uma flor, e com belas ilustrações, ela cria um guia para os amantes dessas histórias... e para os que desejam começar a conhecê-las.

A resenha de hoje vai ser uma pouquinho diferente do que vocês estão acostumados a encontrar aqui no blog. Afinal, Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Seres do Submundo não é apenas mais um livro, e sim  presente maravilhoso da autora Cassandra Clare, para todos os fãs desse universo mágico que ela criou.

Confesso que fui uma daquelas leitoras que no começo torceu o nariz quando Cidade dos Ossos, o primeiro livro da série Instrumentos Mortais foi lançando. Sempre fico com o pé atrás quando uma obra se torna uma espécie de a “queridinha da nação”, mas bastaram somente alguns capítulos para eu querer ser uma Shadowhunter também. E mesmo sem ainda ter terminado de ler a série Instrumentos Mortais (shame) ou ter lido Peças Infernais posso dizer com toda certeza que depois de Harry Potter, o mundo criado por Cassandra Clare é um dos meus favoritos().


Acho incrível como a autora conseguiu transformar uma trama que a principio era só mais uma no meio de tantas que abordavam a temática, anjos e demônios em um universo tão rico e amplo. Além disso, a Cassandra é uma das poucas autoras que sabe trabalhar com vários personagens ao mesmo tempo, dando a cada um deles um papel de destaque no desenvolvimento da história. Tanto que não nego que tanto em Instrumentos Mortais como em Artifício das Trevas os meus personagens favoritos são os secundários.

Com ilustrações de Cassandra Jean, Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Seres do Submundo, a autora nos apresenta cada personagem de um modo poético e belíssimo. Através da linguagem das flores vamos conhecendo e por que não dizer, desvendando as personalidades dos nossos queridos personagens. O livro é uma espécie de “guia ilustrado” do mundo fantástico dos Caçadores de Sombras.

E o mais legal aqui é que durante a leitura a maneira como cada personagem é apresentado e a flor com qual ele está relacionado, desperta ainda mais a curiosidade de quem ainda não leu todos os livros (culpada). São tantos personagens misteriosos e interessantes que não nego que estou pensando seriamente em fazer uma maratona da série.

Já o trabalho da Cassandra Jean dispensa comentários. É uma ilustração mais perfeita do que a outra e admito que fiquei várias horas só admirando essa lindeza toda. Acho que já deu para imaginar o dilema que essa vos escreve passou ao selecionar as fotos para o post ().


Uma História de Notáveis Caçadores de Sombras e Seres do Submundo é um livro que encanta os fãs das histórias de Cassandra Clare, como também é uma ótima forma de quem está conhecendo o mundo do Shadowhunters agora se familiarizar com os personagens. É simplesmente impossível não se encantar com a riqueza de detalhes e com a beleza desse livro. Como uma apaixonada pela série e por ilustrações estou perdidamente caída de amores por ele()!

30/06/2020

Cidade de Vidro por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS.

H
abemus
resenha! Embora sendo bem sincera com vocês, não sei se ainda lembro de como se escreve uma resenha, mas prometo que vou me esforçar. Cidade de Vidro é o terceiro livro da série, Os Instrumentos Mortais escrita pela autora Cassandra Clare.

Quem acompanha o blog a mais tempo, sabe que essa é uma das minhas séries literárias favoritas, motivo pela qual jamais vou me conformar da Freeform ter produzido uma adaptação televisiva tão abaixo da qualidade dos livros. É muito ruim, sério!

Mas voltando ao livro, Cidade de Vidro encerra o primeiro arco da série, e é perceptível aqui a evolução da escrita da Cassandra Clare. A narrativa continua fluida, porém ganhou um ritmo mais dinâmico com várias arestas sendo aparadas. O toque de mistério e magia tão característicos da autora também marcam presença, tornando o enredo mais envolvente a cada capítulo. Só que mesmo, com esses pontos positivos não nego que eu esperava um pouco mais.

ISBN: 9788501087164
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 470
Classificação: Bom
Sinopse: Os Instrumentos Mortais – Livro 3.
Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.

Confesso que o meu maior problema em Os Instrumentos Mortais é o casal protagonista. Não me entendam mal, e não pensem que estou de implicância com a Clary ou com o Jace. Sim, as atitudes imaturas da Clary me incomodam tanto quanto, as tentativas ser autossuficiente do Jace. Mas desde o primeiro livro eles são assim, e mesmo com todo o drama envolvido no relacionamento deles, eu como leitora, ainda acredito no amadurecimento de ambos no decorrer dos próximos livros.

A questão aqui é, que praticamente 80% da história gira em torno do “amor proibido”, deles. O que, acabou prejudicando o desenvolvimento de pontos mais interessantes, além de ter acelerado o final que tinha tudo para ser épico.

Apesar de parecer "jogada", gostei da entrada do Sebastian na trama e espero que ele, se revele um vilão mais convincente do que o Valentim. Até porque, o Valentim sempre esteve mais para um vilão “decorativo”, afinal a presença dele pouco contribui com os acontecimentos mais importantes da história. Talvez as minhas expectativas estejam altas em relação ao Sebastian, mas sendo ele um dos poucos personagens que realmente se destacaram na série de TV, é de se esperar que no livro a participação dele seja ainda melhor. Pelo Anjo! Não me decepcione Cassandra Clare.

Outro ponto que me incomodou bastante em Cidade de Vidro, é a falta de espaço que tanto os personagens antigos como os novos têm. É tudo tão centralizado em Clary e Jace, que até mesmo personagens importantes como Simon e a Isabelle ficam apagados. Já o Alec continua rabugento, porém se mostra mais maduro em relação aos sentimentos. Admito que fiquei um pouco tristinha com a participação pequena do Magnus (). Mesmo ele desempenhando um papel decisivo em muitos momentos da narrativa, senti falta de mais interações dele com o Alec.

Além disso, um dos acontecimentos mais importante e triste de Cidade de Vidro, acabou meio que passando batido. Faltou a carga emocional e a sensibilidade que a situação pedia. Ficou parecendo como se a perda sofrida, não fosse significativa para as pessoas envolvidas, algo que sabemos não ser verdade. E é uma pena que o final apressado, tenha passado essa sensação.

Resenha
© Ariane Gisele Reis.


“– Arrependimento é uma emoção tão inútil, não concorda?”

Mesmo não sendo em minha opinião, o melhor livro até aqui, Cidade de Vidro desempenha bem o seu papel ao encerrar de modo satisfatório a primeira parte da série. E por mais que a história com um todo tenha suas falhas, o mundo que Cassandra Clare criou é fascinante e me deixa ainda mais curiosa para descobrir o que o futuro reserva para os meus amados Shadowhunters.

Veja Também:

29/10/2018

SoSeLit #10 – As temíveis adaptações literárias

| Arquivado em: CAFÉ LITERÁRIO.

Quem nunca ficou com medo de um filme ou série “estragar” o seu livro favorito que atire a primeira pedra. Afinal, ao ler uma história criamos em nossa mente uma visão dos personagens e do cenário, ao mesmo tempo em que interpretamos ao nosso modo os acontecimentos na narrativa. E pensando justamente nesse misto de emoções que sentimos como sabemos que um livro que amamos vai ganhar uma versão nas telas, o tema do SoSeLit de outubro é:  Adaptações Literárias.

imagem: Shutterstock
Essa blogueira que vos escreve é bastante a favor de adaptações literárias, desde que claro elas sejam bem feitas. Vou citar o exemplo de O Senhor dos Anéis, que quando estreou no cinemas eu tinha dezesseis anos (sim faz bastante tempo). Só que o fato é que a Ane de dezesseis anos não tinha a menor paciência de ler uma obra com O Senhor dos Anéis. Então o meu primeiro contato com a saga de Frodo e companhia foi através dos filmes, para só depois anos mais tarde eu me aprofundar na história através dos livros.

Acredito que isso aconteceu e acontece com muita gente, primeiro assistir ao filme para depois ler o livro, embora o “correto” seja o caminho inverso. Claro que quando pensamos em O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Jogos Vorazes e até mesmo Crepúsculo, estamos falando de adaptações que deram certo. Assim como A Menina que Roubava Livros, Quarto de Jack, Memórias de uma Gueixa, Para todos os Garotos que já Amei, The Games of Throne, Outlander e por ai vai. "E as adaptações que não deram tão certo Ane?".

Aqui podemos citar: Divergente, Dezesseis Luas, Academia de Vampiros, Fallen e claro Instrumentos Mortais. Isso que estou falando só de livros mais voltados para o público adolescente.  Inclusive desses o mais recente que assisti foi Fallen e me perdoe de todo o coração quem gosta dos livros, juro que tentei gostar, mas depois do segundo livro abandonei a série.  Mas independente da qualidade da história do livro, - Senhor que filme ruim! Sério gente, eu fiquei com vergonha pelos fãs da série de como a autora pode permitir que algo tão ruim baseado na história que ela escreveu fosse lançado.

Já a série Divergente eu nem perdi meu tempo assistindo Convergente, porque Insurgente já tinha sido um pequeno desastre. O mesmo acontece com minha amada série Instrumentos Mortais que não satisfeitos em fazer um filme meia boca, transformaram a história em uma série com um primeira temporada vergonhosa. “Mas, você assistiu todas as temporadas Ane.”. Assisti sim, afinal se é para falar mal vamos falar com propriedade.

Enfim entre esse mar de erros e acertos, tem muito filme que pelo menos em minha opinião conseguiu ser melhor que o livro (me julguem). Se eu Ficar, por exemplo, o filme conseguiu me passar toda a emoção que o livro não conseguiu, e mesmo aconteceu com Querido John. Estava em uma fase um tanto insensível da minha vida? Talvez. Mas, o que eu estou tentando dizer é que às vezes o modo como o roteiro foi adaptado conseguiu deixar a história “melhor”.

Claro que eu fico bem chateada quando um fato importante dos livros, como os Marotos em Harry Potter é esquecido no filme. Assim como o funeral do Dumbledore, mas eu consigo entender que certos cortes são necessários. O que eu não entendo é qual a dificuldade de se manter a base, a essência da história que é o que infelizmente aconteceu com Instrumentos Mortais. Fizeram uma bagunça tão grande na cronologia da série que chegou um ponto que eu desisti de tentar entender em qual ponto dos livros o seriado estava.

Outra polêmica quando falamos em adaptações é O Hobbit. *Atenção spoilers*. O Hobbit é um livro único que foi adaptado em três filmes. Ou seja tem muito personagem que não existe no livro (oi Legolas e Tauriel) como também uma série de acontecimentos que só existem nos filmes. Têm pessoas como eu que no geral gostaram de todos os filmes e gente que até hoje fica falando que não havia necessidade de ter tido mais dois filmes.

Para quem não sabe, O Hobbit é considerado um livro infantil escrito pelo divo J.R.R Tolkien para seus filhos John, Michael e Christopher como uma forma de entreter os pequenos. Então acho que fica um pouco óbvio o porquê foi preciso inserir e mudar algumas coisinhas para que a adaptação fosse vendida como uma fantasia épica nos cinemas.

Recentemente tivemos a notícia que Hush Hush, Sussurro da autora Becca Fitzpatrick também vai ganhar uma adaptação. Eu particularmente gosto muito dessa série, mas espero que role um resumão da história toda em um filme, porque quatro livros já foram um tanto quando “desnecessários” (beijos Patch).  Estou com medo dessa adaptação? Sim. Do mesmo modo que estou com medo da adaptação de Por Lugares Incríveis. Porém, vou torcer para que essas adaptações não seja um desastre e principalmente no caso de Por Lugares Incríveis o filme consiga passar a belíssima mensagem que o livro traz.

Outras adaptações que eu queria muito ver são: A Rebelde do Deserto, A Rainha Vermelha, O Lado mais Sombrio e acho que a série Amores Improváveis da Elle Kennedy daria um ótimo seriado. Quem sabe um dia não é mesmo?

Agora quero saber de vocês: qual foi a melhor e a pior adaptação que vocês assistiram. Me conta nos comentários. Até o próximo post!

A Sociedade Secreta Literária é formada pelos blogs: Barba Literária , Diário de uma Leitora CompulsivaEu Insisto, La Oliphant, LivrosLab, Macchiato, Pétalas de Liberdade, Um metro e meio de Livros e o My Dear Library. A nossa intenção ao criar o grupo é falar de assuntos bons e “ruins”, e que normalmente as pessoas não falam abertamente na blogosfera. 

29/09/2020

Princesa Mecânica por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS


Q
uando comecei a leitura da trilogia
As Peças Infernais, a minha única expectativa era de encontrar uma história bem escrita e ambientada no mesmo universo misterioso e mágico, que havia me encantado nos dois primeiros livros da série Os Instrumentos Mortais.

Sei que já comentei isso em minhas resenhas anteriores, mas é impossível falar dessa trilogia sem ressaltar as visíveis diferenças na construção da história, quando a comparamos com a série antecessora e que nos apresentou o mundo dos Caçadores das Sombras.  Aqui a história segue um fluxo linear e coeso em que tanto, a narrativa como os personagens são bem desenvolvidos, mesmo aqueles que tiveram um crescimento maior na reta final.

resenha
ISBN: 9788501092700
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 434
Classificação:
Sinopse: Continuação de Príncipe mecânico, “Princesa Mecânica” é ambientado no universo dos Caçadores de sombras, também explorado na série Os Instrumentos mortais, que chega agora ao cinema. Neste volume, o mistério sobre Tessa Gray e o Magistrado continua. Mas enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, a moça se envolve cada vez mais num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para ela, seu noivo, seu verdadeiro amor e os habitantes do Submundo.

Confesso que quando se trata de uma série, não costumo muito de emendar a leitura de um livro no outro. Gosto de dar um tempo para a história assentar em minha mente e analisar com calma as emoções que senti durante a leitura. Esse também é o motivo pelo qual não escrevo uma resenha logo quando finalizo o livro.

Porém no caso de As Peças Infernais, resolvi abrir uma exceção por dois motivos. O primeiro para poder dar continuidade as outras séries que se passam dentro de mesmo universo sem ficar perdida na linha temporal, mas principalmente porque precisava saber o que Cassandra Clare tinha preparado para esse capítulo final.

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe que não sou fã de triângulos amorosos e não nego que quando percebi que autora ia usar esse recurso narrativo novamente, fiquei bastante apreensiva com o desenvolvimento da história. Meu maior receio era que esse elemento e o "drama" por ele causado, acabasse sobrepondo outros pontos importantes no enredo. Mas para minha surpresa acabei mordendo a língua, pois o triângulo amoroso formado por Jem, Tessa e Will é um dos principais motivos para que a trilogia seja tão emocionante.

Embora tenha ligação com outras histórias do universo dos Shadowhunters, Princesa Mecânica  é um livro com finais bem fechados. Cassandra Clare se preocupou em não deixar nenhuma ponta solta dando a todos os personagens desfechos dignos com suas trajetórias e isso, incluem o Magistrado.

Em minha resenha de Príncipe Mecânico, cheguei a comentar que estava bem curiosa para conhecer o passado do Mortmain e as razões de seu desejo em destruir os Caçadores das Sombras. Até aquele momento na narrativa, o personagem tinha causado alguns problemas, porém não chegava a me impressionar como vilão. No geral, gostei como a autora teceu o arco dele na história fazendo com que no final todas as peças de encaixassem.

Apesar de ter se revelado um personagem um tanto “passional” e da vingança nunca ser plena, o motivo que levou Mortmain a criar todo um plano para eliminar os Shadowhunters, mostra o quão sutil é a linha que separa o bem e o mal. Afinal, mesmo que com terríveis consequências os atos do Magistrado foram motivados por um ato anterior. Ato esse que ao longo da trama vai deixando claro o quanto alguns membros da Clave podem ser cruéis e corruptíveis.

O grande mistério sobre a origem de Tessa e seus poderes também é desvendado e com isso, descobrimos o porquê ela é tão importante para os planos do Magistrado. Admito que nessa parte específica da história, esperava um pouco mais. Foram três livros aguardando o grande embate entre, os Caçadores e as peças infernais criadas por Mortmain para que o final soasse “fácil demais”.

Os personagens secundários mais uma vez, se revelam elementos fundamentais para a evolução da história. Gostei do destaque que a Charlotte teve aqui, principalmente pelo fato da autora ter levantado a questão do machismo existente dentro da Clave. Sem dúvidas a Charlotte e o Henry assim como a Sophie são os personagens que apresentam um crescimento fantástico na trilogia e foi gratificante ver como ambos conseguiram vencer todos os obstáculos que a eles impostos, mesmo isso acarretando algumas "sequelas".

Os irmãos Lightwood, Gideon e Gabriel também me surpreenderam bastante, em especial o Gabriel que até o final me fez duvidar de seu caráter. Gostei da adição da Cecily, irmã caçula do Will na história pois, mesmo com uma participação um tanto pequena ela foi decisiva em várias situações. Meu querido Magnus Bane () me deixou ainda mais encantada com sua personalidade aqui. Adoro o modo como ele tenta disfarçar sem tanto sucesso, o quanto é um ser gentil e disposto a ajudar aqueles que o procuram.

Mas sem dúvidas o ponto alto de Princesa Mecânica é o relacionamento do trio protagonista. O livro até começa com bastante ação, só que logo ela é substituída por diálogos e cenas com uma forte carga emocional, que é impossível segurar as lágrimas. Chorei muito lendo esse livro, como há muito tempo não chorava durante uma leitura.

Chorei por Will, por Tessa e até mesmo pela Jessamine, mas principalmente chorei pelo Jem. Não nego que ao final o Will ganhou um pedacinho do meu coração e que foi, maravilhoso ver a muralha que ele tinha criado em torno de si desfazendo-se. Que orgulho de ver do quanto a Tessa amadureceu e que ao seu modo, a Jessamine acabou encontrando a redenção. Só que nada se compara com os meus sentimentos pelo Jem () e como me apeguei a ele durante a trilogia.

Cassandra Clare destruiu meu coração com os diálogos entre ele e o Will. Jem precisou fazer uma escolha difícil que mesmo tendo sido sua salvação, acabou levando-o a uma vida de solidão longe daqueles que amava. O epílogo acabou comigo, pois ao mesmo tempo que fiquei feliz o que restava do meu coração se partiu em mil pedacinhos.

Resenha
© Ariane Gisele Reis.


“Enxergamos o melhor de nós mesmos naqueles que amamos.”

A trilogia, As Peças Infernais e seus personagens vão sempre ter um lugarzinho especial em meu coração de leitora. Confesso que para quem começou a leitura sem grandes expectativas e movida apenas pela curiosidade, me vi a cada livro mais apaixonada pela narrativa e seus protagonistas.

Já estou morrendo de saudade de Jem, Tessa e Will e sei, que por mais interessante que os próximos livros da série Os Instrumentos Mortais (minhas próximas leituras do universo) se revelem, dificilmente eles vão despertar em mim as mesmas emoções que senti aqui. Só posso torcer para que a escrita da autora continue evoluindo e claro, que não me irrite tanto com os dramas de Clary e Jace.


ps: Estou oficialmente em um triângulo amoroso entre Magnus e Jem (). #mejulguem 

Veja Também:
Anjo Mecânico por Cassandra Clare
Príncipe Mecânico por Cassandra Clare

04/08/2020

Príncipe Mecânico por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS

Como vocês podem ver, essa blogueira que vos escreve está praticamente em um relacionamento sério com o universo dos Shadowhunters. Em minha defesa digo, que estou comprometida a terminar pelo menos uma, das séries da autora da Cassandra Clare este ano, até porque a mulher não para de lançar séries, não é mesmo?

Príncipe Mecânico é o segundo livro da trilogia, As Peças Infernais em que acompanhamos a jovem Tessa Gray recém chegada a Londres descobrindo que todas as lendas que sempre ouvi quando criança são verdadeiras e que, ela é peça fundamental em um plano para destruir os Caçadores das Sombras.

Particularmente, gosto muito mais dessa série do que de Os Instrumentos Mortais. E se você quiser saber o porquê, é só continuar lendo a resenha. Mas aviso que ela pode conter spoilers.

Resenha
ISBN: 9788501092694
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 406
Classificação: Ótimo
Sinopse: As Peças Infernais – Livro 2.
Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres (ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada) foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.


Príncipe Mecânico possui uma narrativa fluída e ao menos pelo meu ponto de vista, fica claro desde o primeiro livro, Anjo Mecânico que a autora já tinha mais bem definido o rumo que a história teria. Em As Peças Infernais, encontramos um enredo com uma construção madura e isso, acaba refletindo na qualidade da obra e na evolução de seus personagens.

Aqui é visível o crescimento tanto dos protagonistas como também dos personagens secundários, esses que conseguiram não apenas um destaque maior, mas se tornaram elementos importantes no desenvolvimento da história como um todo.

Confesso que no primeiro livro a ingenuidade da Tessa tinha me incomodado bastante. Porém, apesar do triangulo amoroso completamente desnecessário é perceptível que o foco dela está em conhecer e entender como funciona o Mundo das Sombras e principalmente, descobrir qual é a sua ligação com o Mortmain e porque ela é tão importante para ele.

O Will é outro personagem que teve uma excelente evolução. Se no livro anterior a impressão que ele nos transmite é de ser somente mais um típico bad boy, aqui vamos desvendando o seu passado e compreendo os motivos que o levam a afastar todos aqueles que podem a vir, a amá-lo.

Meu coração se partiu por ele ao ponto de eu mesma, me ver dividida entre torcer pela felicidade dele ou pela felicidade do Jem. Afinal, é claro que para um ser feliz o outro terá que ter seu coração partido.  E já que falamos do Jem, admito que ele está disputando com o Magnus o posto do meu personagem favorito no universo criado pela Cassandra e que meu encantamento por ele, ficou ainda maior neste livro. ()

Porém o que mais chamou a minha atenção em, Príncipe Mecânico foi a parte “política”, por assim dizer. Charlotte Branwell a diretora do Instituto de Londres está correndo o risco de perder seu cargo para o mesquinho Benedict Lightwood, caso ela não encontre e entregue o Mortmain à Clave, em duas semanas. E acompanhar essa corrida contra o tempo foi gratificante pela oportunidade que a autora nos dá, de conhecer melhor os personagens secundários e suas reais motivações. Admito que foi difícil não me emocionar com algumas cenas da Charlotte com o seu marido Henry.

Os irmãos Lightwood, Gideon e Gabriel por conta da ambição do pai em conquistar a direção do Instituto, desempenham um papel importante na narrativa. O Gabriel consegue ser bem irritante, mas o Gideon se mostra um personagem maduro e adorei a ver as interações dele com a Sophie, outra personagem que teve um ótimo crescimento aqui. E apesar de não me simpatizar com a Jessamine, confesso que ao final fiquei com um pouco de pena dela, bem pouquinho, mas fiquei.

Só que nem tudo são flores, assim como em Os Instrumentos Mortais sinto que a Cassandra Clare deixa um pouco a desejar quando o assunto é o desenvolvimento dos vilões da história. Mesmo que o Mortmain assim como o Nate, irmão da Tessa, consigam ser mais relevantes quando os comparamos ao Valentim, por exemplo, eles não são aquele tipo de vilão que “amo odiar”

O Mortmain é um personagem que me deixa curiosa para saber mais sobre seu passado. E mesmo já tendo causado problemas para a Tessa e os demais Caçadores das Sombras, ele ainda não me convenceu como vilão, propriamente dito. Porém com ainda falta um livro para concluir a trilogia, pode ser que eu venha a me surpreender com o desenvolvimento dele.

Resenha
© Ariane Gisele Reis.

“– Posso oferecer-lhe minha vida, mas é uma vida curta; posso oferecer meu coração, apesar de não saber quantas batidas lhe restam.”

Príncipe Mecânico se revelou uma leitura deliciosa, que me envolveu desde o primeiro capítulo até o último, conseguindo até me deixar emocionada em algumas situações. Estou muito curiosa para ler Princesa Mecânica, inclusive já separei o livro para ler agora em Agosto.

Para quem ainda não sabe a BBC vai produzir a adaptação de Peças Infernais e eu espero não apenas que, a Netflix ou outro serviço de streaming disponibilize a série para outros países, mas que principalmente que ela não seja o desastre que foi Shadowhunters. Pelo Anjo! Não me decepcione BBC.

ps: Magnus está maravilhoso como sempre! ()

Veja Também:
Anjo Mecânico por Cassandra Clare

12/05/2016

Dama da Meia-Noite por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS.

Este livro foi recebido como
cortesia para resenha.
ISBN: 9788501401083
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2016
Número de páginas:  574
Classificação: Ótimo
Sinopse: Os Artifícios das Trevas – Livro 01.
Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada. O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar. Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira. Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

C
omo vocês podem perceber essa que vos escreve até tenta fugir das séries, mas elas simplesmente dão um jeitinho de me encontrar. Dama da Meia-Noite é o primeiro livro da nova série da autora Cassandra Clare, Os Artifícios das Trevas que se passa também no universo fantástico dos Shadowhunters. E gente, - que livro é esse? Sério, estou até “arrependida” de ter lido ele tão rápido, por que agora tenho que lidar com a saudade e com a ansiedade de esperar pelo próximo livro.

Emma Carstairs é uma sobrevivente. Depois de perder seus pais de forma trágica e de quase ter perdido a vida na guerra que praticamente devastou o Mundo das Sombras em um passado recente, ela é se tornou uma das melhores Caçadoras de Sombras de sua geração. Emma é uma lutadora implacável que não teme nada e nem a ninguém, afinal ela acredita que não tem mais nada a perder. Quando uma série de assassinatos envolvendo humanos e fadas parecem possuir alguma ligação com a morte de seus pais, Emma não pensa duas vezes e vai atrás de respostas sozinha.

Ou era o planejado, até que uma comitiva das fadas aparecer no Instituto de Los Angeles propondo uma perigosa, mas irrecusável aliança. Essa pode ser a última chance de Emma desvendar a verdade sobre a morte de seus pais e de Julian Blackthorn, seu parabatai ter o irmão de volta. Emma, Julian e Mark têm duas semanas para descobrir quem está por trás dos assassinatos e entregar o culpado as fadas. Mas embora para alguns, duas semanas possam parecer pouco tempo, para esses três guerreiros essas podem ser as semanas mais intensas e decisivas de suas vidas.

A cada nova pista que encontram mais próximo do assassino eles ficam. Mas será que esses jovens Caçadores de Sombras estão preparados para que certas verdades sejam ditas em voz alta? Em especial aquelas que escondem nos recantos mais sombrios de seus corações. Ainda mais agora que Emma e Julian tem consciência do que sentem um pelo outro, e de todas as leis que existem no mundo dos Shadowhunters, nenhuma é mais sagrada e rígida do que aquela que diz que parabatais não podem se apaixonar um pelo outro.

Sim, eu ainda não terminei de ler Instrumentos Mortais e nem cheguei perto de Peças Infernais, ou seja, peguei alguns spoilers aqui. Porém, se você é assim como eu que não liga muito para esse fato, posso garantir que a sua leitura não será prejudicada por esse “pequeno” detalhe. Em Dama da Meia-Noite, é visível mesmo para mim, que só li os dois livros de Instrumentos Mortais, o quanto a escrita da Cassandra Clare evoluiu. A narrativa é ágil, misteriosa e envolvente do tipo que faz como que você mergulhe em suas páginas e se sinta parte da história.

O enredo foi tão bem construído que nem a grande quantidade de personagens prejudicou o desenvolvimento da trama. Cassandra soube dar a cada personagem um traço único, o que faz com que seja praticamente impossível você não ama-los. Emma está longe de ser aquela mocinha frágil e indefesa, que fica chorando pelo leite derramado. Muito pelo contrário, Emma é movida pelo senso de justiça, ou de vingança dependendo do ponto de vista, e apesar da dor que carrega no coração, vai a luta  por aqueles que ama.

O Julian já é aquele mocinho que vem quietinho e quando você menos espera já conquistou aquele lugar especial em seu coração. Sério o Julian aquele personagem encantador e assustador, ao mesmo tempo de tão intenso que ele é. O Mark também é outro personagem cativante, mas a verdade é que todos os Blackthorns são. Adorei a Livvy e a Drusilla do mesmo modo que fiquei apaixonada pelo pequeno Tavvy. Porém, entretanto, toda via o meu coração foi totalmente conquistado pelo Tiberius Blackthorn (), ou Ty para os íntimos.

Acho que já deu para perceber que sempre, acabo gostando mais dos personagens secundários do que dos principais. Tipo eu fico naquela expectativa que o autor os desenvolva melhor durante a série. E aqui a Cassandra nos apresenta uma gama de personagens incríveis com um potencial enorme para crescer nos próximos livros. E não são só os membros da família Blackthorn, mas como também a Cristina e o Diego, que se mostraram peças fundamentais no desfecho desse primeiro livro.

Mas, nem tudo são flores nessa minha vida literária. Tia Cassie já chegou partindo meu coração e me deixando desesperada pela continuação. Dama da Meia-Noite foi uma leitura tão maravilhosa que ao final me vi que nem uma boba abraçada no livro e dizendo até logo para meus novos e queridos amigos Shadowhunters. I miss you (...).

“ – Não – disse ela. – Sou quem sou por que faço parte dessa família. Nunca se esqueça, Jules. As escolhas que fazemos também nos fazem.”

Dama da Meia-Noite se apresenta como um começo bem promissor para mais uma série tem tudo para arrebatar corações. Com uma narrativa fluida e personagens cativantes, Cassandra Clare prova mais uma vez por que a cada novo lançamento, vem se consagrando com um nos maiores nomes da literatura fantástica para jovens.  Mal posso esperar por Lord of Shadows.

03/03/2015

Cidade das Cinzas por Cassandra Clare

| Arquivado em: Resenhas.


ISBN: 9788501087157
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 404
Classificação: Muito Bom
Sinopse:  Os Instrumentos Mortais - Vol. 2
Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace.

Quem leu a minha resenha de Cidade dos Ossos deve se lembrar que comentei o quanto fiquei surpresa com a história. Sempre tenho um pouco de receio de ler essas séries que são muito comentadas, e acabar não gostando. Então meio que propositalmente acabo deixando para lê-las depois que a “febre” abaixa. 

Como imagino que muitos de vocês já devem conhecer por alto a história, além de ter lido várias resenhas de Cidade das Cinzas em outros blogs.  Vou compartilhar apenas as impressões que tive do livro durante a minha leitura. Ok, para todo mundo?

O que mais gostei em Cidade das Cinzas em relação ao livro anterior é que nele a narrativa é mais ágil. A inserção de novos personagens também colabora para que a história se torne mais intrigante. Essa aura de mistério que a série tem é uma das coisas que mais gosto dela. É um tipo de sombrio que não te deixa com “medo”, ao contrário te instiga a mergulhar ainda mais fundo na narrativa.

Clary está tentando voltar a sua vida normal, mas aparentemente a normalidade não anda querendo fazer parte da vida dela de novo. Confesso que em alguns momentos essa atitude dela me incomodou um pouco. Tipo, em meu ponto de vista mais parecia que ela estava se esforçando para complicar ainda mais as coisas. Também não sei se concordo muito com o comportamento do Jace nesse segundo livro.  Assim como a Clary mais parecia que ele estava tentando arrumar problemas do que encontrar uma solução para o que estava acontecendo.

Só que por mais irônico que isso possa parecer em Cidades das Cinzas consegui sentir um pequeno “encantamento” por ele. Ok! Pode ser que eu tenha uma queda por “meninos rebeldes”, mas aqui o Jace demonstrou um lado mais vulnerável da sua personalidade, e isso fez com que ele me parece-se menos convencido e arrogante.

Gostei muito do crescimento que alguns personagens como o Simon, por exemplo, tiveram.  Por outro lado achei que tanto o Alec como a Isabelle ficaram um pouco “apagados” aqui em relação ao primeiro livro. Entendo que o núcleo da história sofreu uma pequena mudança, mas senti falta de uma participação maior de dois dos meus personagens favoritos. Quando ao Magnus meu amor permanece firme, forte e magnífico ().

Continuo encantada com a maneira como a Cassandra Clare trabalha com os vários mitos da literatura sobrenatural. Para algumas pessoas pode até parecer que a série Os Instrumentos Mortais não traz nada de novo. Só que a meu ver é como se a autora “brinca-se” com o previsível ao mesmo tempo em que cria um novo mundo para esses seres. Por mais que você já tenha visto algo semelhante em outro lugar, acaba surpreendido com a forma como ela mescla todos esses elementos deixando a narrativa ainda mais envolvente.

Quando terminei a leitura de Cidade dos Ossos a pergunta que não me saída da cabeça era, “Por que não li esse livro antes?”. E sim, eu estava morrendo de medo que Cidade das Cinzas acabasse caindo na “terrível maldição do segundo livro”. Mas, para minha felicidade não apenas gostei desse livro da mesma forma que gostei do anterior, com qualidade da história melhorou muito aqui. Mal posso esperar para ver o que vem por ai!

“ – Você as vezes desaparece completamente na sua própria cabeça. Gostaria de poder segui-la.”

Em Cidades das Cinzas a autora Cassandra Clare deixa bem claro que o universo do Shadowhunters é muito maior e perigoso do que parece a primeira vista.  E é justamente isso que torna a série tão fascinante! Pois é leitores, depois de “morder a língua” em Cidade dos Ossos, posso afirmar com toda a certeza que a autora Cassandra Clare ganhou mais uma fã.

Veja também:
Cidade dos Ossos.


24/10/2013

Filme– Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos



Olá leitores!

Como promessa é divida, hoje vou compartilhar como vocês a minha opinião sobre a adaptação do livro Cidade dos Ossos para os cinemas.

Antes de tudo tenho que deixar bem claro, que há algum tempo evito fazer as “famosas” comparações livro x filme, afinal eu sei que com raras exceções a adaptação acaba sendo a mais fiel possível. Então para que me estressar, não é mesmo?

Divulgação
Com Cidade dos Ossos não foi diferente. Mesmo antes de o filme ser oficialmente lançado, eu já tinha lido muitos comentários negativos sobre a escolha do cast. O que até certo ponto eu acho normal. Afinal ao ler um livro sempre imaginamos o personagem do nosso jeito. Aposto que o Jace que eu tinha em mente, não é o mesmo Jace que vocês tinham, e por ia vai. Os atores escolhidos nunca são como imaginávamos o personagem ao ler o livro, isso é fato.

Por isso mesmo com todo o “negativismo” visível a respeito do filme, resolvi arriscar e fui assistir sem muitas expectativas, apesar de ter gostado muito do livro. E querem saber a verdade? Eu gostei bastante do que eu vi. Assim não é o filme mais fantástico que eu já assisti na minha vida, porém se você evitar ficar comparando ele com o livro a cada segundo, você acaba percebendo que não há motivos para temer ter gasto seu dinheiro à toa.

Divulgação
Uma das coisas que mais gostei, foi que no filme os roteiristas não perderam tempo com os detalhes pequenos presentes no livro. Eles partiram direto para ação, dando ao filme uma dinâmica mais rápida e sem tanta “enrolação”. Claro, que algumas coisas foram mudadas e que talvez aquela parte que em sua opinião é essencial pode ter sido cortada, mas é só comparar com outras adaptações e ver que isso acontece em praticamente todas.

Os atores escolhidos também não deixaram tanto a desejar como muitos estavam comentando e temendo. Eu gostei bastante da atuação do Robert Sheehan, que conseguiu de certa forma deixar o Simon muito mais legal do que realmente ele é no livro. Kevin Zegers (Alec) e Jemima West (Isabelle) me surpreenderam bastante, pois eles são muito diferentes do Alec e a Isabelle que eu tinha em mente. Mas, como dizem eles realmente “encarnaram” os personagens e não me decepcionaram.
Divulgação
Meus suspiros foram para o Godfrey Gao, que acabou sendo meu Magnus Bane perfeito () e para o Jonathan Rhys Meyers (Valentim). Eu gosto bastante do Jonathan Rhys Meyers, desde a atuação dele em “O Som do Coração”.

Como pode ser tão lindo? *-*  imagem: Divulgação.
Já as atuações do casal principal de protagonistas Lilly Collins (Clary) e Jamie Campbell Bower (Jace), também não deixaram tão a desejar, embora eu tenha que confessar que achei a Lilly Collins uma atriz um pouco “fraca”. Assim eu tenho certo “amor” pelo Jamie Campbell Bower desde que ele apareceu em Harry Potter, então podem me condenar por achar que ele como Jace ficou uma graça (só acho que ele está muito magro, mas...).

Os efeitos especiais são bastante convincentes e o filme possui uma atmosfera sombria e mágica ao mesmo tempo. A forma como lugares foram retratados do filme superaram a ideia que eu tinha deles quando li o livro. Eu os imaginava de uma maneira mais simples e intimidadora, enquanto no filme eles realmente são bem mais fantásticos.

Simplesmente amei a trilha sonora! Não a “POP” e sim a instrumental. Eu não conhecia o trabalho do compositor Atli Örvarson, mas posso garantir que me tornei fã. Estou apaixonada pela trilha que ele compôs para o filme. Maravilhosa, perfeita ()!

Em fim, pode não ter sido o filme mais surpreendente e emocionante que vi na minha vida, porém superou em muito as minhas baixas expectativas.  Valeu a pena!

Ficha Técnica.
Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos – 2013
Título Original: The Mortal Instruments: City of Bones
Diretor: Harald Zwart
Duração: 2h 10min
Gênero: Fantasia, Ação, Aventura

Sinopse: Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.


Trailer.



bjus e até o próximo post;***


01/04/2018

Anjo Mecânico por Cassandra Clare

| Arquivado em: RESENHAS.



ISBN: 9788501092687
Editora: Galera Record
Ano de Lançamento: 2012
Número de páginas: 392
Classificação: Muito bom
Sinopse: As Peças Infernais – Livro 01.
Tessa Gray tem um anjinho mecânico pendurado no pescoço, um presente de família do qual nunca se separa. O tique-taque do pingente faz com que ela se sinta segura junto à lembrança dos pais, que já morreram. Mal sabe Tessa que esse barulhinho muito em breve vai se tornar o odioso som de um exército comandado por forças do Submundo. Com os Caçadores de Sombras e seu recém-descoberto poder sobrenatural, ela enfrentará uma guerra mortal entre os Nephilim e as máquinas do Magistrado, o novo comandante das trevas na Londres vitoriana.

Quem acompanha o blog há mais tempo, sabe que depois de Harry Potter um dos meus universos favoritos, é o dos Caçadores das Sombras. O mundo criado pela autora da Cassandra Clare é tão fantástico e repleto de tantos detalhes, que a cada leitura fico ainda mais encantada por ele. Já tinha pegado alguns spoilers da trilogia As Peças Infernais quando li a Dama da Meia – Noite, e por isso estava bastante curiosa para conhecer melhor o passado de alguns personagens.  E apesar, do começo um pouco lento de o Anjo Mecânico, ao final me vi mais uma vez completamente envolvida pela escrita da autora e apaixonada pela história e seus personagens.

Theresa Gray, ou simplesmente Tessa atravessa o oceano para encontrar com irmão Nate na cinzenta e chuvosa Londres. Ela tinha em mente um reencontro feliz, porém as coisas não acabam saindo como o esperado. Assim que desembarca na cidade, a jovem acaba sendo sequestrada pelas irmãs sombrias.  A ameaça é clara, ou Tessa colabora ou Nate pagará com a vida, pela desobediência da dela. Durante a sua estadia forçada na casa das terríveis mulheres a jovem descobre possuir uma habilidade incomum, e é justamente esse seu talento que a torna tão preciosa para o misterioso Magistrado.

Will Herondale e Jem Carstairs encontram uma adaga com um símbolo do submundo próxima a uma garota mundana assassinada. Decidido a investigar o que anda acontecendo, Will acaba chegando a casa das irmãs sombrias. Enquanto tenta encontrar provas que liguem as irmãs aos crimes que vem acontecendo na cidade, ele encontra Tessa e a liberta do cativeiro. A jovem então descobre que todas as lendas que ouviu quando criança, são reais e que existe um mundo à parte daquele que sempre conheceu, em que descendentes de anjos e demônios vivem em um frágil pacto de paz.

Will a leva para o Instituto a casa dos Caçadores das Sombras, mas apesar de estar finalmente livre das garras das irmãs sombrias, Tessa continua sem notícias do irmão. A medida que busca desesperadamente encontrar alguma pista que revele o paradeiro do irmão, Tessa aos poucos vai aprendendo mais sobre como as coisas funcionam no mundo dos Caçadores das Sombras e os seus habitantes. Os dias passam rapidamente e Tessa se vê cada vez mais envolvida por Will, ao mesmo tempo que uma ligação forte surge com Jem.

Mas, algo terrível está sendo tramado nas sombras. Afinal, o Magistrado continua atrás dela e fará de tudo para atingir seus objetivos malignos e para isso ele está construindo um exército que nem anjos e demônios serão capazes de derrotar.  Ao lado de desconhecidos e novos amigos Tessa está prestes a entrar em uma batalha de vida ou morte, em ela aprendera que a verdade pode ser terrivelmente dolorosa. 

Anjo Mecânico possui uma narrativa bem introdutória, tanto que confesso que até a metade do livro eu não me via tão “empolgada” com a leitura. Porém, como estamos falando de Cassandra Clare, a autora consegue mesmo com esse ritmo mais lento inserir elementos que despertam a nossa curiosidade e que aos poucos vão nos envolvendo a cada capítulo. Gostei muito do modo como a autora construiu a os alicerces da trilogia As Peças Infernais, pois é visível que temos uma história mais madura e até mesmo mais "sombria", quando comparamos ela como o início de Os Instrumentos Mortais.

Tessa é uma personagem que evolui gradativamente conforme a narrativa avança, mas não nego que em alguns momentos as atitudes “ingênuas” demais da protagonista me incomodaram. Além disso, o fato da autora inserir um bendito triangulo amoroso na história também não me deixou muito feliz, em especial por que Will e Jem são completamente opostos.

Will é o típico bad boy, convencido e arrogante que seguindo o clichê, guarda um segredo triste de seu passado. Já Jem, é o “bonzinho” que mesmo tento sofrido uma grande perda no final de sua infância, consegue ser aquela pessoa que sempre sabe o que dizer e fazer para tranquilizar os outros. E se vocês, estão se perguntando se sou #teamWill ou #teamJem, acho que ficou óbvio que sou #teamJem ().

Porém, o ponto mais positivo nessa obra da Cassandra Clare, ao menos em minha opinião, é o papel desempenhado pelos personagens secundários. Aqui eles não são apenas personagens coadjuvantes que ficam apagados em grande parte da narrativa. Pelo contrário eles são personagens ativos e importantes no desenvolvimento do enredo. Gostei bastante da Sophie, do mesmo modo que criei uma antipatia enorme pela Jessamine. Só que não nego que a melhor participação foi o do meu personagem favorito de todo universo da Cassandra Clare, - Magnus Bane ().

Além disso, adorei a reviravolta que a autora dá na história. De algumas coisas eu até desconfiava, porém mesmo que tia Cassie tenha deixado mais perguntas do que realmente dado respostas, ela realmente conseguiu me surpreender aqui. Tanto as descrições da Londres vitoriana, como os poemas presentes no  começo de cada capitulo, tornam o enredo mais rico e fazem com que o leitor realmente se sinta parte da história que está lendo.  Como comentei no começo da resenha, Anjo Mecânico é um livro bastante introdutório o que torna o seu desenvolvimento demorado, mas sem sombra de dúvidas satisfatório.

“– Boa parte é verdade, se quer saber. As melhores mentiras são baseadas ao menos em parte na verdade.”

Ao finalizar a leitura de Anjo Mecânico a primeira pergunta que me fiz foi, o por que demorei tanto para ler ele. E admito que uma parte minha está bastante ansiosa para ler Príncipe Mecânico, mesmo já sabendo mais ou menos o que acontece graças aos spoilers que pegamos na vida (...). Cassandra Clare é uma autora incrível que a cada livro me deixa ainda mais apaixonada por suas obras. Se você ainda não deu uma chance para os Caçadores de Sombras conquistar o seu coração, não sabe o que está perdendo.

09/11/2015

#naplaylist – Soundtrack

| Arquivado em: MÚSICAS.

Arrisco a dizer que o post e hoje é um dos mais especiais que fiz aqui no blog. Ok! Eu já fiz inúmeros post para a coluna #naplaylist e para quem está chegando agora e não sabe a primeira postagem do blog de 21 de maio de 2010, foi justamente sobre música.

Nessa coluna, eu já apresentei grupos que muitos não conheciam e estilos que vão do rock pesado ao pop coreano. E mesmo grupos como meu amado Two Steps From Hell sempre parecendo por aqui entre uma playlist e outra, eu meu dei conta que até hoje não tinha feito um post exclusivo de Soundtrack, os meu estilo musical favorito (). E vocês esse tempo todo pensando que era KPOP, não é mesmo?

Sonata Innamorata
Confesso que sempre preciso rever o trailer ou o filme, pois da primeira vez que os vejo pode ter certeza que prestei mais atenção a trilha sonora do que a história em si. Alguns amigos que já conhecem essa minha paixão pelo estilo nem estranham mais o fato que depois de assistir a um filme como aconteceu com Instrumentos Mortais e Mad Max, eu pesquisar quem tinha composto da trilha sonora.

E detalhe, quando eu digo que gosto de trilhas sonoras, não estou dizendo aquelas músicas como My Heart Will Go On da Celine Dion, mesmo ela sendo linda e inesquecível por causa de Titanic. Quando digo que amo trilhas sonoras estou me referindo, a marcante Lumus! de Harry Potter, The Breaking of the Fellowship de O Senhor do Anéis e outras músicas que não são tornaram hits nas rádios, mas que são maravilhosas ().

E é uma pequena parte delas que vou compartilhar com vocês nesse post, cheio de amor ()! O #naplaylist de hoje tem músicas de Harry Potter, Senhor dos Anéis, Edward Mãos de Tesoura, Código Di Vinci e muito mais.  Por isso, aumente o volume e viagem nessa maravilhosa (sim eu sou suspeita para falar, mas está linda mesmo gente ) seleção musical.

#naplaylist


Espero que tenham gostado no #naplaylist desse mês, do mesmo modo como eu adorei selecionar as músicas para o post.

Uma ótima semana para vocês e até o próximo post!
Beijos;***

29/01/2015

Nostalgias, listas e metas para 2015

| Arquivado em: Café Literário.

Boa tarde leitores!

Em nosso primeiro Café Literário do ano, vou compartilhar com você as minhas metas para 2015. Na verdade eu tinha “prometido” que em 2015 não criaria nenhuma lista e nem ia ficar fazendo mil planos. O meu lema continua sendo, - “prefiro me surpreender a me decepcionar”. Porém, fiquei pensando, - este ano vou fazer 30 anos. Tipo são três décadas de vida, não tem como ignorar algo tão marcante.

Não que eu esteja passando por uma crise de idade, mas fico recordando de como me imaginava hoje a quinze anos atrás. Acho que é meio automático esse sentimento de nostalgia quando nos aproximamos de “marcos históricos” em nossas vidas.  Você começa a realmente perceber o quanto o tempo passou rápido demais. Se da conta que muitas das pessoas que um dia cruzaram o seu caminho hoje já não estão mais aqui entre nós. Que algumas amizades não resistiram às mudanças enquanto outras ficaram ainda mais fortes com o tempo.
imagem: tumblr
Sempre me imaginei aos trinta anos, casada com filhos tendo minha casa e sendo bióloga. Hoje a minha vida é o completo oposto disso.  E querem saber de uma coisa, de certo modo fico feliz que tudo deu “errado”, por que foram graças a esses enormes erros e tropeços que conquistei o que tenho hoje. Claro que nem tudo é um mar de rosas, afinal problemas todo mundo tem. Mas, é tão gratificante perceber que por mais que algumas coisas tenham sido mais complicadas que outras, você sobreviveu e venceu todos os obstáculos.

Por esse motivo, criei uma pequena lista de coisas que quero fazer esse ano. É como se eu tivesse propondo a mim mesma uma série de desafios pessoais para cumprir até o dia 31 de dezembro.

Estão curiosos para saber o que pretendo aprontar esse ano? Confiram ai ;D

Faz muito tempo estou querendo fazer uma tatuagem. Na verdade já era até para eu ter feito uma (...). Só que justo do dia que estava tudo agendado certinho o tatuador, tive um imprevisto (sai mais tarde do trabalho) e não consegui ir. Mas, agora estou economizando para quando marcar já fazer as três tatuagens que quero de uma vez.

Este ano quero conhecer vários lugares novos. Comecei viajando para Aparecida no Norte onde passei um domingo maravilhoso. Tem várias cidadezinhas simpáticas vizinhas aqui de Sorocaba que tenho vontade de conhecer, então já estou começando a montar um roteiro.

Sim, nunca fiz um piquenique... Vai fazer um ano que minhas amigas e eu estamos planejando um, só que ele ainda não saiu do papel. Porém, combinamos que desse ano não passa =D

Em 2015 vou terminar de ler a série Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, a Trilogia da Magia da Nora Roberts, Mago do Raymond E. Feist e Rothwell Brothers da Madeline Hunter. Recuso-me (ao menos vou tentar), começar qualquer outra série sem finalizar essas.

Quando eu morava em Joinville, sempre estava indo em algum show. Às vezes ia até mesmo para Curitiba quando uma banda que eu gostava tocava lá. Mas, desde que mudei para São Paulo não fui mais a nenhum show... Torcendo para que o Angra venha tocar em Sorocaba esse ano *-*

Ai tem tanta coisa que não sei fazer gente. Não sei fazer bolo, andar de bicicleta, de patins, tocar violão, dirigir e sou um verdadeiro desastre em qualquer tipo de trabalho manual. Em fim, existem várias coisas novas que posso aprender esse ano. Admito que de todos esses itens que listei acima estou mais inclinada a aprender a fazer um bolo, já que as minhas habilidades culinárias se resumem a fazer miojo e o ovo frito =D

Bem essa é minha listinha de metas para 2015. Não quis criar uma lista enorme com metas digamos “impossíveis”, para não acabar me frustrando por não ter conseguido alcançar meus objetivos. Então, torçam por mim !

Mas, agora quero saber de vocês? Quais são as suas metas para 2015?

Beijos e até o próximo post ;****

28/12/2013

Retrospectiva Literária 2013




Olá leitores! Tudo bem como vocês?

Como já virou tradição no blog há quatro anos, hoje vou fazer a minha Retrospectiva Literária.

Para quem não sabe a Retrospectiva Literária, é promovida pela Angélica do blog Pensamento Tangencial e quem quiser participar ainda dá tempo heim =D

Quando analiso as minhas leituras de 2013, percebo que apesar de ter lido uma quantidade maior de livros em relação aos anos anteriores, foi um ano em que a qualidade das minhas leituras deixou muito a desejar.  Li poucos livros que mereceram uma “menção honrosa” e de serem marcados como meus favoritos esse ano.  Uma pena realmente (...).

Então, sem mais divagações vamos ao que interessa. A minha Retrospectiva Literária 2013!


1 O romance que me fez suspirar:
- Eu não li muitos romances que me fizeram suspirar esse ano. Mas acho que é por que eu não estava em um clima muito romântico em 2013, porém se é para escolher um livro fico com, Anna e o Beijo Frances da Stephanie Perkins que é super fofinho e que achei uma gracinha mesmo.

2 A saga que me conquistou:
- Tentei fugir um pouco de sagas esse ano, embora elas continuassem a me perseguir rs... Tem cinco sagas que me conquistaram esse ano, porém uma eu comecei a ler ano passado (...), será que vale? Acho que vale, até por que ela não pode ficar de fora dessa retrospectiva. As sagas que me conquistaram foram ... A Trilogia do Mago Negro da Trudi Canavan , Trilogia A Seleção da Kiera Cass, Saga A Queda dos Reinos da Morgan Rhodes, Série O Protetorado da Sombrinha da Gail Carriger e a Saga Instrumentos Mortais da Cassandra Clare.

3 O livro que me fez refletir:
- Essa é difícil por que li três livros realmente muito bons e que me fizeram refletir muito durante e após a sua leitura. Mas, por todas as emoções que esse livro em especial me fez sentir no final, meu voto vai para Passarinha da Kathryn Erskine.

4 O livro que me fez rir:
- Li alguns livros divertidos esse ano, mas o que me fez dar ótimas gargalhadas foi Cadê Você Benadette? da Maria Semple. Recomendo heim!

5 O livro que me fez chorar:
- Tudo bem que chorei bastante em  Passarinha e Extraordinário, mas de verdade o livro que me fez chorar desesperadamente esse ano foi O Destino do Tigre da Colleen Houck. Chorei dois capítulos seguidos, ao ponto de quase passar mal de tanto chorar. E sim, eu continuo de “birra” com a autora por causa disso.

6 O melhor livro de fantasia:
- Jura que vocês ainda tinham duvida qual seria a minha resposta? O Lord Supremo da Trudi Canavan ♥♥♥♥♥. Muito amor por um livro só minha gente!

7O livro que me decepcionou:

- Primeira pergunta fácil de responder rs... sem dúvidas Um Dia do David Nicholls. Esperava muito mais do livro.

8 O livro que me surpreendeu:
- Eu não tive lá grandes surpresas esse ano, mas um livro que me surpreendeu e se tornou meu xodozinho foi Química Perfeita da Simone Elkeles. Muito !

9 O(a) personagem do ano:
- Lord Akkarin da Trilogia do Mago Negro. (Ok! Estou muito fangirl admito).

10 A frase que não saiu da minha cabeça:
 “Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo.”
Extraordinário (R.J Palácio).

11 O casal perfeito:
- Na verdade se eu fosse falar o meu casal perfeito de 2013, ia dar um spoiler gigante aqui no post e vocês iriam ficar muito bravos comigo. Por isso o posto vai ficar com o meu segundo casal favorito que é ... Phaedra Blair e Elliot Rothwell de Lições do Desejo da Madeline Hunter.

12 O (a) autor (a) revelação:
- Confesso que essa está sendo a ultima questão que estou respondendo, por que foi difícil pensar em um autor ou autora em especial, já que 2013 não foi um ano de “grandes” leituras.  Mas uma autora que merece destaque é a Gail Carriger da série O Protetorado da Sombrinha. Gosto muito da forma como ela desenvolve a narrativa e, para quem ainda não conhece, vale a pena dar uma conferida.

13 O melhor livro nacional:
- Li apenas dois livros nacionais esse ano (shame), mas um livro que não pode ficar de fora da minha retrospectiva é o lindíssimo Quero ser Beth Levitt da Samanta Holtz.

14
O melhor livro que li em 2013:
- Momento suspense ... O melhor livro de 2013 foi: Um Hotel na Esquina do Tempo do Jamie Ford. Simplesmente perfeito! Sem mais comentários

15Li em 2013:
- Até o momento li 66 livros, mas como estou de férias acho que devo ler um ou dois livros ainda.

16 A minha meta literária para 2014 é:

- Para 2014, não estou estipulando muitas metas de leitura em razão de outras prioridades que tenho e que talvez vão me limitar um pouco o tempo disponível para os livros. Também pretendo fazer releituras, para matar a saudade de alguns personagens, por isso vou deixar a quantidade de livros que pretendo ler em 2014, não definida ainda. Até por que esse ano foi à prova que quantidade, não é qualidade (...).

É isso leitores. Espero que vocês tenham gostado da minha Retrospectiva Literária 2013 e que também se anime em fazer a de vocês também. Afinal, esse tipo de balanço é super importante para que a gente consiga avaliar o grau de amadurecimento das nossas leituras e focar nos livros que realmente tem mais chances de fazer nossos coraçõezinhos literários felizes.

Beijos e até o próximo e ultimo post (...)












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